14/04/2014

Ficção


Se a democracia consiste no nivelamento pela base e na recusa de admitir as desigualdades naturais; se a democracia consiste em acreditar que o Poder encontra a sua origem na massa e que o Governo deve ser obra da massa e não do escol, então, efectivamente, eu considero a democracia uma ficção.

António de Oliveira Salazar in «Discursos e Notas Políticas».

1 comentário:

Anónimo disse...

Sem dúvida alguma. Palavras sábias de um Grande Português que sabia como poucos governar um País. Tudo quanto escreveu e disse sobre os pseudo-democratas/pseudo-revolucionários, hoje tidos e havidos por traidores à Pátria, foi a verdade nua e crua. A chamada democracia é um bluff completo, ela foi inventada para dividir os povos pondo uns contra os outros e a incitá-los deliberada e calculìsticamente à violência, povos até aí em paz, em segurança e em desenvolvimento progressivo ("dividir para reinar"), destruir a ordem estabelecida dos países onde se introduzem à força ou à traição, provocar revoluções artificiais, assaltar as respectivas riquezas e finalmente auto-impor-se como governantes desses países sem consultarem as populações ou mesmo, na grande maioria dos casos, contra a vontade expressa daquelas. Quem instituiu este regime satânico (já vão vários séculos) e aos seus fiéis e diabólicos seguidores do presente, só vivem obcecados por - e não descansam até - atingir um objectivo ou melhor, dois: fazer desaparecer as religiões do Livro e em simultâneo metade da Humanidade. E estão próximos de os alcançar.
E o mundo atónito assiste impotente à consumação de uma tragédia de proporções bíblicas.
Maria