31/12/2015

O que fazer?


Finalmente, refiramo-nos ao facto de que o mundo mudou dramaticamente nos últimos dez anos. A velha União Soviética está aparentemente morta; a Eutanásia, o desejo de matar os velhos por lei, aproxima-se da vitória em vários parlamentos nacionais europeus; a SIDA faz tombar pervertidos por todo o mundo, a vingança de uma Ordem Moral ridicularizada e ignorada durante demasiado tempo; o movimento New Age tenta preencher um vácuo espiritual mundial com uma filosofia de vida da treta, que não é mais do que Bruxaria e Satanismo travestidos como um novo e atractivo Modo-de-Vida. Sim, o mundo mudou, e continuará a mudar para pior. Cada dia se torna mais inaceitável, mais insuportável.
(...) A Verdade e os Valores Correctos não estão apenas a desaparecer de vista, mas começam a tornar-se incompreensíveis para um número cada vez maior de pessoas: consequência inevitável de um mundo mergulhado no veneno do Liberalismo de todos os tipos. (...)
Confrontado por todos os lados com injustiça e exploração, o homem comum rezinga: "O que posso eu fazer?". A resposta é assustadoramente simples: LUTAR, LUTAR e LUTAR OUTRA VEZ! Acaba com a baixeza e a cobardia que caracteriza a nossa época. Desfralda os estandartes da Verdade, Heroísmo e Sacrifício. Tornem-se os Guerreiros e Santos que outrora tornaram esta terra digna de amor e respeito. Vive a tua vida para que outros possam viver, e vive [heroicamente]. Lança a Guerra Santa que limpa a alma, purifica a mente e expulsa para sempre os traidores e cobardes do nosso seio! Luta com coragem, determinação granítica e um coração alegre até à Vitória Final!

Derek Holland in Novo Prefácio a «O Soldado Político», 1994.

5 comentários:

Anónimo disse...

Mais um brilhante pedaço de texto em que a verdade sobre o horror dos tempos modernos que nos são impostos pelo liberalismo capitalista ou, para se ser mais concreto, pelos masters of the universe que o personificam e que são quem verdadeiramente estipula/ordena/impõe a nova ordem mundial a ser adoptada por todos os povos e em todos os seus campos d'acção. Esta nova ordem está mais do que em evidência sobretudo nas democracias e continua imparável e a avançar cada vez com maior velocidade à medida que o tempo vai passando. Um autêntico inferno para todos os países civilizados e por arrasto para toda a Humanidade.

Soljenitsine, pouco tempo após ter ido viver para os Estados Unidos a convite do próprio Governo, convenceu-se de que ia encontrar o paraíso na Terra e alegria de viver a rodos, porém e à medida que os anos iam passando mais desiludido ia ficando com o modo de vida e costumes que veio a encontrar, incompatíveis com os seus princípios e a sua maneira de ser, que o entristeciam sobremaneira e o tornavam imensamente infeliz. Escreveu sobre estas alterações drásticas na sua vida e que eram o exacto oposto daquelas com que sonhara ir encontrar no novo mundo, as mesmas que esperava irem reflectir-se na futura democracia que os dirigentes comunistas se preparavam para introduzir na sua Rússia adorada. Foi com imensa tristeza, profunda mágoa e enorme desilusão que tanto uma como a outra transformaram a sua justificada esperança numa desilusão total.

O seu coração fraco e doente e a sua alma sensível, como só o povo russo diz possuir, não aguentaram muito mais tempo após as decepções sofridas, primeiramente e durante dolorosas décadas, no seu querido País d'origem e mais tarde, no outro lado do Atlântico, no País cuja apregoada liberdade e felicidade permanente tanto invejara e no qual aceitou exilar-se. Morreu triste e amargurado com os dois mundos que bem conheceu: o antigo, o seu, em que tràgicamente lhe foi dado viver e o moderno, desenvolvido e progressista que julgou vir a encontrar no outro lado do Atlântico. Puro engano, o povo norte-americano só aparentemente é que é feliz. Uma sociedade violenta e um regime que permite um estilo de vida selvagem, que não respeita nada nem ninguém, não pode proporcionar felicidade e alegria seja a que povo for.

Este grande Senhor das letras lutou toda a sua vida pelo derrube de um regime tirânico e pela implementação de outro realmente livre, justo e humano para a sua Rússia amada. Pensou ir encontrá-lo no outro país para onde decidiu ir viver. E nunca desistiu de um dia, mais tarde, poder vir festejar esse regime idealizado de paz, felicidade e alegria no seu próprio País. Não chegou a ver concretizados os seus sonhos em nenhum dos dois.

Este intelectual superior, notável escritor e patriota dos maiores, merece ser honrado tanto no seu País como em todos os países do mundo que se dizem civilizados.

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Ainda a tempo. Para si votos de boas saídas para o Ano Velho e melhores e felizes entradas para o Novo Ano, extensíveis a todos os leitores e comentadores que por aqui passam.

Anónimo disse...

O Comentário anterior é meu.

Novamente o esquecimento d'assinar..., trata-se tão sòmente de não necessitar de o fazer noutros espaços pelo facto de o nome encimar automàticamente os comentários.
Maria

Cláudia Arruda disse...

Salve Maria!

Muito bom texto!

Portanto, como " LUTAR, LUTAR e LUTAR OUTRA VEZ!"....

Estamos 'sufocados' pelo modernismo?!

Anónimo disse...

Ninguém teme um soldado valente, mas todos temos que consigamos um exército.
O pior é que quando todos compreenderem que tínhamos razão, será demasiado tarde.
E agora? Para mim eu vou para a Rússia, mais alguém quer vir?

Haha e Maria continua anónima.

Eu sou por Deus. Onde os fiéis necessitarem de mais alguém, lá estarei.
se os portugueses não precisam de mim, eu não vejo motivo para cá ficar.

Reaccionário disse...

A Rússia está em cisma e heresia, desde o século XI. E para que ela se converta, será necessário cumprir o pedido de Nossa Senhora de Fátima.
Quem coloca os meios naturais e materiais acima dos sobrenaturais e divinos, é um ateu na prática, mesmo que se diga católico.