26/04/2016

Maré sem refluxo


O espírito do mundo, o "consenso" geral, o relativismo invasor, o sentimentalismo, a intolerância da "tolerância", assemelham-se a uma maré sem refluxo, que cresce sem cessar, que nos cobre, nos cala, nos afoga, até deixar-nos sem palavras.

Alberto Caturelli in revista «Gladius», nº 54, 2002.

6 comentários:

Anónimo disse...

Não vejo outra solução senão uma intevenção sobrenatural, Divina...a pedra.
E é o que irá acontecer.

A pedra que o rei viu soltar-se da montanha, sem que ninguém a tivesse empurrado, e que despedaçou a estátua feita de ferro, bronze, prata, barro e ouro. O Grande Deus está revelando ao senhor o que vai acontecer no futuro. Foi este o sonho que o senhor teve, e esta é a explicação certa.
Daniel II;44

Miles disse...

Em 1998, já estava tudo completamente inquinado, ao contrário do que se parece inferir da imagem aqui publicada...

Em Portugal, a segunda ofensiva do marxismo cultural - depois da primeira, ocorrida com todas alterações que foram introduzidas no Direito da Família, após o 25 de Abril de 1974, entre 1975 e 1977 - iniciou-se em 1995, com a chegada ao poder do governo jacobino de António Guterres, legislando no sentido do reconhecimento jurídico das uniões de facto, das uniões civis de homossexuais, da facilitação máxima do divórcio e, por outro lado, alargando amplamente o âmbito da repressão jurídica do pensamento politicamente incorrecto. Os governos de Sócrates, neste campo, foram tão-só o remate final de tudo o que Guterres, com a auréola de "católico" bem e a bênção da igreja progressista de Policarpo, Torgal, Melícias & Companhia, havia iniciado.

Bilder disse...

check http://omarxismocultural.blogspot.pt/2015/09/marxismo-e-o-capitalismo-juntos.html

Reaccionário disse...

Miles,

A imagem é meramente ilustrativa, não pretende demonstrar, apenas ilustrar. É uma caricatura de um pai de família que se vê atacado enquanto tal, anos mais tarde.

Mas se fossemos analisar as coisas em pormenor, certamente teríamos recuar até à revolução de Lutero de 1517, que arrancou meia Europa à civilização católica.

Miles disse...

Caro Reaccionário

Eu intuí isso. Na verdade, se formos a analisar bem as coisas, concluiremos que toda a História é um autêntico combate entre a Cidade de Deus e a Cidade dos Homens, a Igreja de Cristo e a Sinagoga de Satanás - e desde 1517, passando por 1789, chegando a 1917 e além durante todo o século XX, essa sinagoga está em selvagem ofensiva, tanto mais que sabe perfeitamente que no final será derrotada... Mas, no entretanto, temos o dever de resistir, na medida das nossas possibilidades, a essa ofensiva.

Rick disse...

Por acaso já se questionarem do porquê as grandes empresas e os governos esquerdistas frequentemente se encontrarem unidos? Uma pergunta mais profunda será: "Porque é que a direita política e os partidos esquerdistas aparentemente são incapazes ou relutantes de fazer alguma coisa contra a imigração em massa para os países do Ocidente?"


Estas perguntas são respondidas no excelente livro de Kerry Bolton com o nome de ‘Babel, Inc: Multiculturalism, Globalisation, and the New World Order’. O que eu acho de mais valioso no livro de Bolton é a forma como ele demonstra o falhanço dos partidos esquerdistas de proteger os seus principais constituintes da competição económica e da desarticulação causadas pela imigração em massa.

Longe de serem os defensores naturais da classe operária, os actuais partidos esquerdistas estão unidos com as forças da globalização e do Grande Capital, que nada se preocupam com o impacto negativo da imigração em massa na sociedade anfitriã, já para não falar do nada que eles protegem a classe operária (a facção social mais afectada pela imigração em massa e pela desarticulação).

Ironicamente, os trabalhadores naturalmente correm para os braços dos partidos esquerdistas esperando que estes protejam os seus interesses económicos, só para descobrirem que estes partidos, e sem buscarem o consentimento da classe operária, apoiam políticas que diminuem os ordenados e transformam as comunidades. - See more at: http://omarxismocultural.blogspot.pt/2015/09/marxismo-e-o-capitalismo-juntos.html#sthash.plFYg3Ci.dpuf