13/06/2016

Perigos que ameaçam a Europa: excertos relevantes


«Os que pretendem conseguir a fraternidade universal por meio da confusão das raças e destruição das nações são tão insensatos como aqueles que destruíssem todos os compartimentos de um grande edifício a pretexto de manter mais unidos e solidários os seus moradores.

«Os lares nacionais ou étnicos são tão necessários à vida da humanidade, como os lares familiares à vida dos povos.

«A harmonia e solidariedade humana não se poderá realizar por meio de confusão das raças e eliminação das nações, mas unicamente pela cooperação entre elas e pela inviolabilidade dos seus lares colectivos.

«Pelo contrário, os unificadores da humanidade (cosmopolitas, imperialistas e centralistas) são os maiores inimigos da paz universal e tranquilidade das nações.

«A concepção babélica da humanidade, sem diferenciação de raças e de nações, é absurda e contra a natureza.

J. Andrade Saraiva in «Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca», 1932.

§

Atenção: Este autor e esta obra não são inteiramente recomendáveis. As passagens aqui citadas são divulgadas apenas pela informação verídica que contêm.

5 comentários:

Anónimo disse...

Apenas por curiosidade,uma vez que não conheço o autor e tampouco pretendo lê-lo em breve, poderia dizer o motivo de não recomendar sua obra por completo?

Reaccionário disse...

A obra em causa apresenta erros graves, como: a defesa do demo-liberalismo, a defesa da criação dos Estado Unidos da Europa e um vincado materialismo biológico expresso no evolucionismo, no pró-paganismo e no anti-cristianismo.

Estes são motivos de sobra para que a obra não seja lida.

Bilder disse...

Como demonstraremos ao longo deste ensaio,a política externa dos Estados Unidos visa essencialmente perenizar a hegemonia americana,sem rival desde o fim da Guerra-Fria,e impedir o aparecimento de concorrentes geoeconómicos,princípalmente da Rússia e da Europa Ocidental.Está portanto em grande parte voltada contra os interesses das nações europeias.Conscientes de que um europa forte e independente estaria à altura de ultrapassar os EUA em todos os campos de poder,nomeadamente o económico,os estrategas americanos querem a qualquer preço evitar o mínimo despertar,matar no ovo a mínima veleidade de autonomia europeia,no caso de que alguns dirigentes mais lúcidos decidissem organizar uma Grande Europa Continental,reconciliando os seus "dois pulmões",ortodoxo e ocidental.Daí a vontade americana de enfraquecer e diliuir o continente europeu incluindo-em nome da OTAN-a Turquia na União Europeia(nota:estas linhas foram escritas em 2001)e por consequência afastando-a ainda mais da Rússsia(daí que a Rússia se virou para a China e os Brics),a fim de que a constituição de uma Grande Europa Continental independente e forte(ao contrário do que é a actual UE em 2015),susceptível de fazer concorrência aos Estados Unidos nunca veja o dia.Estratégicamente a Europa arrisca-se a pagar muito caro a factura da "ocidentalidade"(mais americana que europeia)e a Taxa estratégica do "Atlantismo",simples máscaras do seu enfeudamento aos Estados Unidos:dividida internamente,cortada em dois por uma nova "cortina de ferro" civilizacional e sócio-económica,e presa por tenazes entre um Sul islâmico radical e vingativo e um "Ocidente" americano hegemónico destruidor de identidades,a Europa não parece pronta para afrontar os sérios desafios do séculoXXI que podem muito simplesmente fazê-la desaparecer enquanto civilização plurissecular se não reagir muito depressa.(texto retirado de "Guerras Contra a Europa,livro de 2001)

César Augusto Canedo disse...

Estes insanos democratas pretendem criar a Sociedade Anónima Mundial, às ordens de forças obscuras. Mas não hão-de conseguir, enquanto formos unidos, como um só, e tivermos a ajuda de Deus. Está é a minha Missão.

Bilder disse...

ultimo discurso do Farage a favor da saída da uE https://www.youtube.com/watch?v=H5wJHhfpzSA