28/09/2016

O multiculturalismo destrói a diversidade


A concepção babélica da Humanidade, sem diferenciação de raças e de nações, é absurda e contra a natureza. A harmonia nunca resultou da uniformidade ou da monotonia, mas do ritmo e da variedade. Não se pode fazer música com uma só nota ou um quadro com uma só cor. A Natureza tem verdadeiro horror à monotonia. A Humanidade constituída sob a forma de uma cosmopolis ou babel de povos e raças confundidos numa multidão incaracterística e uniforme, seria uma coisa tão insuportável como ouvir uma orquestra ferindo sempre a mesma nota ou ver todo o nosso horizonte debaixo de uma só cor. Seria o caos informe e insuportável.

J. Andrade Saraiva in «Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca», 1932.

§

Atenção: Este autor e esta obra não são inteiramente recomendáveis. A passagem aqui citada é divulgada apenas pela informação verídica que contém.

2 comentários:

Sérgio Gonçalves disse...

100% de acordo.

Já agora: "Atenção: Este autor e esta obra não são inteiramente recomendáveis. A passagem aqui citada é divulgada apenas pela informação verídica que contêm."

Sempre que o senhor divulga uma passagem desta obra adiciona esta mensagem. Podia, se faz favor, explicar porque? Até hoje jamais discordei com, nem vi nada problemático em, nenhuma passagem de J. Andrade Saraiva divulgada aqui. Porém, gostaria de saber exactamente qual é o problema com Saraiva e a sua obra.

Muito obrigado.

Reaccionário disse...

Sérgio Gonçalves,

J. Andrade Saraiva era democrata, neo-pagão, anti-cristão e defensor da criação dos Estados Unidos da Europa. Daí a necessidade de advertir o leitor incauto, que levado pela publicação de algumas verdades relevantes, viesse a achar que este autor era uma referência imaculada.