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24/08/2019

As Amazonas


Segundo a mitologia grega, as Amazonas eram uma tribo de mulheres guerreiras que viviam nas margens do Mar Negro, governadas por uma rainha. Montavam a cavalo e combatiam com arco e flecha. Só permitiam que os homens se aproximassem delas uma vez por ano, para fins reprodutivos. Matavam os seus filhos varões à nascença e queimavam o seio direito das filhas, para que estas tivessem mais agilidade e força no tiro ao arco.
No Brasil, a existência de Amazonas foi registada pelos primeiros cronistas. Frei Gaspar de Carvajal declara tê-las encontrado, a 24 de Junho de 1541, na foz do rio Jamundá. Francisco de Orellana terá abatido sete ou oito dessas mulheres, que viviam sem maridos, na selva amazónica, e que se dedicavam à guerra, atacando as tribos vizinhas, matando os homens e as crianças do sexo masculino.

01/01/2018

A perda do sentido sobrenatural


Relato na biografia do meu marido, "The Soul of a Lion", que poucos anos após a sua conversão ao Catolicismo, nos Anos 20, ele começou a ensinar na Universidade de Munique.
Munique era uma cidade católica. A maioria dos católicos da época ia à Missa, mas ele sempre dizia que foi ali que começou a preocupar-se com a perda do sentido do sobrenatural entre os católicos. Um incidente, em especial, ofereceu-lhe a prova suficiente, e isso entristecia-o imensamente.
Quando passava por uma porta, o meu marido deixava sempre entrar primeiro os seus alunos, que eram sacerdotes. Um dia, um professor, colega dele, expressou a sua admiração e desagrado: Por que deixa os seus alunos entrar antes de si? Porque são sacerdotes, respondeu o meu marido. Mas eles não possuem Doutoramento. O meu marido ficou arrasado. Valorizar um Doutoramento é uma reacção natural; mas estar ciente da sublimidade do sacerdócio é uma reacção sobrenatural. A atitude daquele professor provava que a sua reacção para o sobrenatural havia erodido.
Isso foi muito antes do Vaticano II. Mas até ao Concílio, a beleza e a sacralidade da Liturgia Tridentina mascarava esse fenómeno.