Para que não pensem que só aponto os defeitos de D. Duarte de Bragança, é com grande satisfação que informo que o Herdeiro da Coroa considera o Charlie Hebdo um jornal nojento. Diz "ser completamente inaceitável o que esse jornal fazia". E acrescenta: "Se eu me colocar na rua com um altifalante a insultar a sua mãe, o seu pai ou os seus avós, obviamente que isso tem as suas consequências". E ainda considera "não fazerem sentido nenhum, essas homenagens aos jornalistas".
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18/01/2015
07/01/2015
Liberdade de expressão?
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Charlie Hebdo escarnece da Santíssima Trindade
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Continuemos agora estas considerações a respeito da liberdade de exprimir pela palavra ou pela imprensa tudo o que se quiser. Se esta liberdade não for justamente temperada, se ultrapassar os devidos limites e medidas, desnecessário é dizer que tal liberdade não é seguramente um direito. Pois o direito é uma faculdade moral, e, como dissemos e como não se pode deixar de repetir, seria absurdo crer que esta faculdade cabe naturalmente e sem distinção nem discernimento, à verdade e à mentira, ao bem e ao mal. À verdade e ao bem, há o direito de os propagar no Estado com liberdade prudente, a fim de que possam aproveitar um maior número; mas as doutrinas falsas, que são para o espírito a peste mais fatal, assim como os vícios que corrompem o coração e os costumes, é justo que a autoridade pública empregue toda a sua solicitude para os reprimir, a fim de impedir que o mal alastre para ruína da sociedade.
Papa Leão XIII in encíclica «Libertas Praestantissimum».
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