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18/12/2018

O Plano Kalergi


Palavras do fundador do Movimento Pan-Europeu:

"O resultado é que, nos mestiços, unem-se a falta de carácter, a devassidão, a debilidade da vontade, a instabilidade, a crueldade e a infidelidade com a objectividade, a universalidade, a agilidade mental, a falta de preconceitos e a amplitude de horizontes." [pág. 21]

"O homem do futuro será um mestiço. As raças e as classes de hoje desaparecerão gradualmente devido ao encurtamento do espaço, do tempo e do preconceito. A futura raça afro-euro-asiática, que se parecerá exteriormente à do Antigo Egipto, substituirá a diversidade dos povos pela diversidade das personalidades.
Segundo as leis genéticas, com a diversidade dos antepassados cresce a variedade, enquanto com a homogeneidade dos antepassados cresce a uniformidade dos descendentes. Nas famílias com uniões consanguíneas, um filho parece-se ao outro, já que todos têm os mesmos traços familiares. (...) A consanguinidade cria traços característicos, o cruzamento cria personalidades características." [págs. 22 e 23]

"Este desenvolvimento e, em consequência, o caos da política moderna encontrarão o seu fim quando uma aristocracia intelectual se aproprie dos meios de poder da sociedade: pólvora, ouro e imprensa, e os administre para o bem de todos. Uma etapa decisiva para esta meta constitui o bolchevismo russo, onde um pequeno grupo de nobres espirituais governa o país e rompe conscientemente com a democracia plutocrática, que reina no resto do mundo. A guerra entre capitalismo e comunismo pela herança da nobreza de sangue é uma luta fraterna da vitoriosa aristocracia intelectual, uma guerra entre espírito individual e socialista, egoísta e egocêntrico, pagão e cristão. O estado-maior de ambos os partidos se constituirá da raça líder na Europa: os judeus." [pág. 32 e 33]

"A escola e a imprensa são os dois pontos de partida a partir dos quais o mundo se pode renovar e refinar sem sangue ou violência. A escola alimenta ou envenena a alma da criança, a imprensa alimenta ou envenena a alma do adulto. Ambas se encontram nas mãos de uma inteligência não espiritual, e devolvê-los às mãos do espírito seria a máxima tarefa de qualquer política idealista, de qualquer revolução idealista." [pág. 37]

"As principais cabeças da aristocracia intelectual – tanto a corrupta como a íntegra – do capitalismo, do jornalismo e da literatura, são judias. A superioridade da sua mente os predestina a ser um factor principal da futura nobreza. Um olhar à história do povo judeu explica a sua vantagem na luta pela soberania." [pág. 49]

"O socialismo, que começou com a abolição da aristocracia, com a nivelação da humanidade, culminará na criação da nobreza e da diferenciação da humanidade. E nisto, a eugenia social tem a maior missão histórica." [pág. 56]

"O estado cultural do futuro será um Estado de consumidores: a sua produção será controlada pelos consumidores, e não como agora em que o consumo é determinado pelos produtores." [pág. 143]

"Por isso, o problema fronteiriço europeu só se pode resolver com a sua eliminação. Os dois elementos desta solução são: A) O elemento conservativo do status quo territorial, que estabiliza as fronteiras actuais e impede a guerra iminente; B) O elemento revolucionário, que anula paulatinamente as fronteiras em sentido estratégico, económico e nacional, para destruir as sementes de futuras guerras." [pág. 173]

"A instigação chauvinista contra as nações estrangeiras deve ser combatida sem piedade nas escolas e na imprensa, através de um acordo internacional." [pág. 178]

Richard Coudenhove-Kalergi in «Praktischer Idealismus», 1925.

18/11/2018

A origem da União Europeia


No início de 1924, chegou-nos uma carta do barão Louis Rothschild: um dos seus amigos, Max Warburg, de Hamburgo, havia lido o meu livro e queria conhecer-nos. Com grande assombro vi que espontaneamente me oferecia sessenta mil marcos de ouro para subvencionar o movimento [pan-europeu] durante os três primeiros anos.

Richard Coudenhove-Kalergi in «Ein Leben für Europa», 1966.

29/06/2016

Salazar sobre a futura União Europeia


A criação de uma Federação Europeia constitui uma das ideias dominantes da política actual, pelo que os problemas que se levantam à sua volta e as decisões já tomadas, orientadas nesse mesmo sentido, têm sido objecto de atenta consideração por parte do Governo Português.
Por se tratar de uma questão que continua a manter a maior actualidade, convém marcar a nossa posição em face de tal política.
(...)
A Europa nasceu de certo modo e o processo da sua formação imprimiu-lhe carácter. A sua diversidade, se por um lado é motivo de fraquezas, verificou-se por outro ser fonte de radiação universal. Há neste conjunto nações de tão antiga independência que o arreigado nacionalismo quase se confunde com o sentimento, com o instinto de propriedade e de uma propriedade não transmissível (caso português – Constituição, art.° 2.°).
Nestas circunstâncias é duvidoso que se possa constituir por combinações ou tratados um Estado Europeu.
Ou melhor: podem os governos acordá-lo, mas os povos dificilmente se ajustarão a ele.
(...)
Não me parece oferecer dúvidas que essa federação, em cujo seio entrariam de começo três grandes repúblicas e três pequenas monarquias, se faria ou fará sob a égide republicana. Nem a força representada pela Alemanha, França e Itália e a dificuldade de escolha duma dinastia permitiriam outra solução nem os Estados Unidos compreenderiam coisa diferente. E tem de pôr-se de lado a hipótese da coexistência dos dois regimes. A Bélgica, a Holanda e o Luxemburgo teriam pois de desfazer-se das suas instituições. Acontece porém que a monarquia é na Bélgica o factor de integração de populações nas quais coexistem fortes elementos de diferenciação como a língua, a religião e até as concepções políticas. Quer dizer que, por imposição dos acontecimentos, a Bélgica, nem mesmo como província ou Estado secundário da federação, poderá subsistir, pois a breve trecho se deverá dissolver no conjunto.
(...)
A federação europeia, como pretende constituir-se, suscitará mais problemas do que os que resolve, e não contém em si aquele reforço da defesa que se deseja para um futuro imediato; antes constituirá por muito tempo uma construção política frágil. Economicamente, pondo-se de lado os sacrifícios e sofrimentos a impor às gerações actuais, a federação apresentar-se-á como um grande espaço em que os vários sectores da produção podem ser mais facilmente racionalizados, e disporá de territórios ultramarinos que aumentarão a base económica do conjunto. As monarquias serão banidas. Como elemento mais forte pela extensão do território, população e conjunto das suas qualidades e espírito industrioso, será a Alemanha quem deverá conduzir efectivamente a federação para todos os seus destinos. Para isto, talvez não valesse a pena ter feito a guerra.
(...)
Se posso ser intérprete do sentimento do povo português, devo afirmar que é tão entranhado o seu amor à independência e aos territórios ultramarinos, como parte relevante e essencial da sua história, que a ideia de federação, com prejuízo de uma e de outros, lhe repugna absolutamente. Precisamos aliás ter presente que o Ultramar lhe tem interessado sempre mais que a Europa continental: raras vezes Portugal interveio nos seus dissídios e sempre que o fez foi com prejuízo de outros interesses mais altos. A expansão ultramarina – descobrir, missionar, fazer nações além-mar, como o Brasil – é o traço mais saliente da sua história, é decididamente a sua vocação. (...) A nossa feição atlântica impõe-nos, pois, limites à colaboração europeia, quando esta colaboração revista formas de destruição daquilo que somos e integração naquilo que não nos importa ser.
(...)
Nestas circunstâncias, a questão da federação que se pretende fazer nascer no centro e ocidente da Europa não nos interessa senão na dupla medida em que pode diminuir a capacidade europeia de defesa e em que, pretendendo alargar-se para além dos limites primários, nos embarace ou impeça de seguir o nosso caminho.

António de Oliveira Salazar in «Circular enviada às embaixadas e legações de Portugal», 1953.

25/06/2016

Harry Truman e os Estados Unidos da Europa

Harry Truman

Ainda em plena guerra, um amigo meu que foi de visita aos Estados Unidos, e por lá andou cerca de dois meses, e conversou com este e com aquele, regressou com a seguinte impressão: os Estados Unidos consideram-se portadores de uma nova civilização; entendem que a civilização faliu ou está em coma; pensam que nós não sabemos viver, nem organizar a vida; em consequência do que têm o propósito de transformar a Europa, estruturando-a à sua maneira.
Não se enganava o meu amigo e foi bom observador.
Porque aqui está diante de mim, nas páginas de Le Monde, a confirmação das suas impressões.
O Sr. George Creel, director dos serviços de informação americanos durante a guerra de 1914, é da intimidade do actual Presidente dos Estados Unidos, e «pode ser considerado o reflexo fiel das ideias» do Sr. Truman.
Deu ele ao jornal francês um artigo que se intitula: "Un projet du Président Truman", e tem como subtítulo esta expressão que me causa calafrios: "Les États Unis d'Europe".
Nesse artigo, depois de anunciar ser possível que esteja em preparação uma política americana mais nítida e mais construtiva em relação à Europa, avisa: «Não é segredo para ninguém que o Presidente Truman encara favoravelmente a possibilidade de criar os Estados Unidos da Europa». Assim mesmo: «Ce n'est pas un secret pour personne que le Président Truman envisage favorablement la possibilité de créer les États-Unis d'Europe».
Acrescenta que o problema está a estudar-se, mas que a ideia fundamental se percebe já com clareza.
Para o Sr. Truman, trata-se de «criar uma federação dos Estados europeus, baseada numa coordenação económica e política que fará sair do caos a ordem, e formará a esperança de ver reinar no futuro a estabilidade, a paz e a prosperidade. Sem ser a réplica exacta dos Estados Unidos, essa federação deveria em todo o caso possuir uma moeda alfandegária, uma comunidade de todos os recursos naturais da Europa e a utilização comum de todas as vias navegáveis».
(...)
Nos meios diplomáticos americanos, pretende-se uma união mais apertada e limitada à Europa propriamente dita. Quer dizer: ficarão fora da Federação, a Rússia e a Inglaterra, cuja amizade mútua é tida por indispensável à criação e bom resultado da Federação europeia.
Esta ficaria na «impossibilidade de alimentar ambições imperialistas ou desencadear guerras agressivas, porque os seus recursos militares se limitariam estritamente à defensiva; e, para tranquilizar a Rússia, que teme a formação de um bloco ocidental hostil, a nova Federação poderia declarar o Fascismo fora da lei e oferecer garantias de estrita neutralidade».
Com tal projecto, que tem em vista o Sr. Truman? Em primeiro lugar, evitar que a Rússia tenha preocupações em relação às suas fronteiras ocidentais e que a Inglaterra se distraia da solução dos problemas complicados do seu Império; em segundo lugar, poupar os Estados Unidos às aventuras para que são arrebatados – em consequência de um sistema que dura há dezenas de séculos e transformou a Europa numa «torre de Babel» ou «asilo de alienados».
Numa palavra: o Sr. Truman, Presidente dos Estados Unidos da América, declara guerra às [Pátrias] europeias, à sua independência, à sua soberania, à sua auto-determinação, à sua liberdade. Constituem elas para o Presidente da América uma torre de Babel, ou asilo de alienados! E então quer federar-nos, sujeitar-nos a uma direcção comum, a uma fiscalização superior, ao poder supremo de uma entidade que disponha dos nossos destinos, pondo termo à nossa História.
(...)
Pela minha Pátria falo, e, pensando nela, ergo o meu protesto, que se perderá no vozear confuso das turbas dementadas, mas documentará uma atitude. Portugal, nascido no século XII, atravessou estes oito séculos concorrendo como nenhuma outra [Pátria] para o esforço civilizador do mundo. Portugal não compreende nem poderá compreender que o integrem numa federação que o absorverá, o reduzirá ao anonimato infecundo, lhe levará o seu Império Ultramarino e porá um ponto final repugnante e hediondo à sua História grandiosa pelo sacrifício e pela projecção. Portugal não compreende nem poderá compreender limitações à sua soberania, embaraços à sua independência, seja qual for a máscara que se adopte para a encobrir.

Alfredo Pimenta, 2 de Março de 1946.

§

É deveras interessante constatar que o presidente americano Harry Truman (maçon grau 33 e responsável moral pelas bombas de Hiroxima e Nagasaki) foi também um grande impulsionador da constituição daquilo que hoje se chama União Europeia.

15/04/2016

Vivemos uma guerra silenciosa


As piores guerras são as que ninguém declarou. Elas estoiram em surdina, como um vento mau, e são as mais duras, as mais mortais. A Europa de hoje, em níveis distintos, enfrenta a maior ameaça da sua história, correndo o risco – não necessariamente pelo sangue – de desaparecer para sempre enquanto civilização. A Europa está em guerra, e não o sabe. Ela suspeita, mas esconde-se, através da clássica política da avestruz que enterra a sua cabeça na areia para não encarar a ameaça. Nós estamos a ser ocupados e colonizados pelos povos do Sul e pelo Islão, de maneira rápida e maciça. Somos submissos à nova ordem mundial americana, económica, estratégica e cultural. E os dois fenómenos andam de mão dada. Somos esmagados pelas ideologias do declínio e do optimismo factício, em vias de uma regressão da cultura e da educação em direcção ao primitivismo, e ao simulacro de uma prosperidade frágil. A Europa – todos os seus povos aparentados e as suas nações irmãs – é o homem doente do mundo. O declínio demográfico demonstra-o, tal como a desvirilização fisiológica, e o etnomasoquismo da ideologia hegemónica, protegidos pelos censores do politicamente correcto e os seus vigias mediáticos ou judiciais. Estamos a ser roídos desde o interior, mas também somos atacados e minados a partir do exterior. Temos de enfrentar ao mesmo tempo os invasores, os ocupantes, mas também os colaboradores, ou seja, a maioria da classe politico-mediática e os intelectuais, classificados à esquerda ou à direita. (...) Todos se apercebem, em segredo, que a guerra já começou, mas a maioria nega-o porque ninguém tem, de momento, a coragem para se bater. De momento...

Guillaume Faye in «Pourquoi nous combattons», 2001.

21/11/2015

A demissão suicidária dos neo-europeus


Mas a civilização ocidental findou, aniquilada pelo cancro da autodemissão. Tudo aquilo que constituía a definição, a força e a realidade da civilização ocidental, quer dizer, europeia, é negado, minimizado, combatido pelos próprios europeus. A Europa já não crê na sua própria alma. A raça branca quer submeter-se, retirar ou diluir-se nas outras raças. A Europa e a raça branca perderam o sentido de missão, nem acreditam já na validade do que criaram, nem na necessidade da sua orientação.

Goulart Nogueira in revista «Tempo Presente», nº 12, Abril de 1960.

16/09/2015

Um romance premonitório


Um dia, num futuro que não vem longe, uma estranha frota de velhos navios corroídos pelo tempo e pelo uso parte do golfo de Bengala e ruma em direcção à Europa. Traz a bordo um milhão de estropiados: os esfomeados dos "países subdesenvolvidos", que, cansados da miséria, resolvem bater às portas do paraíso do homem branco.
Como irá ele reagir à invasão pacífica dos que vêm buscar abrigo nas suas terras? Com a respiração suspensa, o mundo espera. Entretanto, ao longo de todas as fronteiras do hemisfério rico, outros milhões de homens – muitos – aguardam para se aventurarem também à conquista do paraíso...
Ficção científica? E talvez não, se tivermos presentes as previsões demográficas para o ano 2000...
É este o grave problema que Jean Raspail nos propõe neste romance grave. Um romance em que, através do trágico ou do burlesco das situações imaginadas, o autor assume uma posição que o leitor pode aceitar ou rejeitar. O problema, esse, talvez não possa ignorá-lo...

Sinopse do romance «Le Camp des Saints» de 1973.

16/08/2015

Dos "migrantes"


Desde a antiguidade, facto já assinalado por Aristóteles, Tucídides e Xenofonte, toda a nação que admite no seu seio a entrada desenfreada de alógenos [estrangeiros] está condenada à decadência, sendo que estes últimos substituem progressivamente os autóctones e tendem a persegui-los e a destruí-los culturalmente e/ou fisicamente. Esse processo está em marcha em inúmeras zonas da França.

Guillaume Faye in «Pourquoi nous combattons», 2001.

16/06/2015

Imigração e emigração: ontem como hoje


Vemos no reino meter
tantos cativos crescer,
e irem-se os naturais,
que se assim for, serão mais
eles que nós, a meu ver.

Garcia de Resende in «Miscelânea», 1554.

Importa, porém, notar que a situação hoje é muito mais dramática do que no século XVI. Porque, se nessa época as migrações estavam disciplinadas pelo governo benéfico dos nossos reis, que conservavam a unidade religiosa, política e cultural, hoje elas estão totalmente desordenadas, representando assim uma clara ameaça à identidade e à unidade dos povos.

10/02/2014

As incríveis semelhanças entre a UE e a URSS


Atenção: Não aprovo o vídeo inteiramente, pela simples razão que a crítica feita à UE parte de uma perspectiva demoliberal. No entanto, pelas grandes evidências apresentadas e pelo bom paralelismo entre UE e URSS, creio que deve ser visto, mas com as devidas cautelas.

10/12/2012

Quem tem medo da Cruz?


Depois da moderna Holanda, agora é a vez da avançada Suécia prosseguir a guerra cultural contra o Cristianismo. A partir de agora, os professores suecos estão proibidos de mencionar o nome de Jesus Cristo durante o Natal. Situação que se torna ainda mais ridícula quando se sabe de antemão que durante o Advento é comum realizarem-se visitas de estudo a igrejas.
A notícia relembra ainda que a eliminação de referências a Jesus Cristo não é nova, e dá o exemplo da Comissão Europeia, cujos diários escolares fazem alusão a festividades muçulmanas, hindus, sikhs, etc. mas excluem o Natal ou a Páscoa.

09/01/2012

Deus abençoe os húngaros!


A 1 de Janeiro do ano corrente, entrou em vigor a nova Constituição da Hungria que consagra a predominância da Fé e da Comunidade sobre o indivíduo, sublinhando o papel essencial da família e da religião católica na preservação da identidade húngara. O Preâmbulo começa por «Deus abençoe os húngaros» e nele desaparece a designação «República da Hungria» dando lugar a apenas «Hungria». A nova Carta passa também a excluir o aborto, protegendo a vida desde a concepção, e as relações homossexuais, defendendo o casamento e a instituição familiar. No Texto surge ainda a referência à colaboração de classes com vista ao Bem Comum e é reduzida a independência da Banca.
Porém, e apesar destas reformas terem sido realizadas com a aprovação da maioria parlamentar e por um governo democraticamente eleito, não tardou a que contra elas se insurgissem democratas da mais diversa natureza. Internamente, os partidos da oposição (liberais, socialistas e ecologistas) acusam o governo de «fascismo» e «autoritarismo» e promovem boicotes e manifestações de rua. Externamente, a UE e o FMI exigem que o executivo húngaro mude a Constituição, e as agências de rating colocam a Hungria no nível "lixo". Ou a Hungria revê a sua nova Constituição, ou então será a próxima vítima da Crise.