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22/11/2018

Islamofilia e Lusofobia

Em 2015 a Câmara Municipal de Lisboa, liderada pelo socialista Fernando Medina, iniciou o projecto de construir uma mesquita no bairro da Mouraria. A obra, participada pela Câmara em 3 milhões de euros, irá ser construída no lugar de edifícios classificados. Moradores indignados protestaram, mas a Câmara já avançou com a desclassificação e com a expropriação dos edifícios.

Praça do Martim Moniz

Entretanto, surgiu um novo projecto que visa "requalificar" a Praça do Martim Moniz, igualmente no bairro da Mouraria. O projecto, a cargo da empresa Moon Brigade (Brigada da Lua), também já foi alvo da crítica dos moradores, e visa, entre outras coisas, "reabilitar" dois pequenos lagos já existentes na praça. Um dos lagos é em formato de Rub el Hizb, uma estrela de oito pontas que é usada no Alcorão para marcar o fim de cada capítulo e que também foi usada como bandeira de Marrocos dos séculos XIII a XVII. O outro lago é em formato de meia-lua, famoso símbolo islâmico. Vale a pena lembrar que Martim Moniz, cavaleiro da corte de D. Afonso Henriques, foi herói mártir e é um dos maiores símbolos da reconquista de Lisboa.

Sheik Munir e Fernando Medina

Maquiavélico? Pois... parece que existe uma agenda oculta que visa promover o anti-Portugal dentro de Portugal.

25/10/2017

Reconquista de Lisboa


A 25 de Outubro de 1147, e depois de três meses de cerco, os invasores mouros rendem-se e D. Afonso Henriques entra triunfal na cidade de Lisboa, agora reconquistada para a Cristandade.
A vitória é atribuída a São Jorge, pela promessa e devoção de D. Afonso Henriques, que rebaptizou o Castelo com o nome do mártir, que é também patrono de Portugal e das Cruzadas.

08/05/2017

Basílica da Estrela - Lisboa


A Basílica e o Convento da Estrela (ou Real Basílica e Convento do Santíssimo Coração de Jesus) foram construídos por ordem da Rainha Dona Maria, a Pia, em cumprimento de uma promessa ao Sagrado Coração de Jesus, por lhe ter sido concedida descendência.

A Basílica foi sagrada em 1789 (ano da Revolução Francesa) e é a primeira igreja do mundo dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. No seu interior podemos também encontrar o túmulo da Rainha Dona Maria, a única da Dinastia de Bragança que não está sepultada no Mosteiro de São Vicente de Fora.


Na fotografia: à esquerda, o altar-mor; ao centro, o órgão de tubos; e à direita, o túmulo da Rainha Dona Maria. É importante que se note, contudo, que o órgão e o túmulo estão num lugar indevido. O seu lugar apropriado é a capela-mor.

06/09/2016

A Igreja de Arroios e o apostolado pós-Conciliar


Há documentos antigos, onde se lê que a paróquia de Arroios foi uma das primeiras [de Lisboa], mas que andou transferida por igrejas e capelas até ao último quartel do século XVIII. Nessa época foi adquirido um terreno no Largo de Arroios para se construir uma igreja paroquial, só inaugurada em 1829.
(...)
Em 1969 a igreja não satisfazia e a urbanização da cidade fê-la demolir por não comportar um mínimo necessário ao apostolado moderno; e foi então que principiou um movimento de pessoas de boa vontade para a sua reconstrução. Os paroquianos de Arroios queriam ter a sua igreja e conseguiram-no. A primeira pedra foi colocada no dia 8 de Dezembro de 1970 pelo Patriarca, que nessa época era o Cardeal Cerejeira.
No decorrer do tempo os trabalhos prosseguiram com fé e força de vontade, e assim se construiu um bonito templo de linhas modernas, funcional e com capacidade para dois mil fiéis.

Extraído de «Olisipo: Boletim do Grupo Amigos de Lisboa», nº 136, Janeiro/Dezembro 1973.


Mais fotos da monstruosidade aqui.

25/10/2015

Solenidade de Cristo Rei


Velas que passam Tejo abaixo...
É vê-las todas orgulho e glória
Velas que passam Tejo abaixo...
Nelas vão sonhos de fazer futuro e história.

Velas que passam Tejo acima...
Além nasce a rosa do Sol que as ilumina.
Velas que passam Tejo acima...
Quem as faz andar pela manhã divina?

Talvez não seja o vento... Talvez não.
Basta a luz acordá-las, logo as velas
Abrem no céu enamorado, e vão
Como se houvesse um anjo à espera delas!

Talvez não seja o vento nem a luz.
Talvez não seja nada, senão isto:
O eterno apelo do Sinal da Cruz
Que é na terra o sinal de Jesus Cristo.

Mons. Francisco Moreira das Neves

14/09/2015

Socorro!


A Junta de Freguesia do Socorro, na Mouraria, tem cerca de 15 mil habitantes, 11 mil dos quais já são estrangeiros, revelou à Lusa o presidente da junta, Marcelino Figueiredo (PSD).
A população envelhecida da freguesia do Socorro, bairro histórico da capital, tem sido renovada com imigrantes estrangeiros «que diariamente solicitam os serviços da junta com o objectivo de regularizarem a sua situação em Portugal», afirmou o presidente.
Questionado sobre a evolução do número de estrangeiros que têm chegado à freguesia, o presidente da junta respondeu: «Não sei. O que sei é que todos os dias tenho mais processos de legalização para tratar».
«Ultimamente, a maior comunidade que tem chegado à freguesia é a do Bangladesh e as nacionalidades com maior expressão continuam a ser a chinesa, a indiana, a paquistanesa, e mais recentemente também, a ucraniana, macedónia, e de países africanos muçulmanos», revelou Marcelino Figueiredo.
O presidente da Junta salientou que «uns chamam os outros e são quase todos familiares e estabelecem-se como vendedores de brinquedos, produtos electrónicos e na restauração».
Nesta área existem dois centros comerciais ocupados na sua maioria por comerciantes asiáticos, com as tradicionais lojas chinesas até às lojas de electrónica.
Marcelino Figueiredo salientou ainda que «nesta altura, os católicos até já estão em minoria» e que «a comunidade muçulmana já abriu uma pequena mesquita na freguesia».

04/06/2015

A procissão do Corpo de Deus em Lisboa

Procissão do Corpo de Deus na Lisboa quatrocentista.

A procissão do Corpo de Deus faz-se há anos com uma pompa e solenidade, que excede tudo o que se pratica nos outros lugares da Cristandade.
As ruas, por onde passa, estão juncadas de verdura e de flores, e guarnecidas de tropa. As casas estão cobertas de parte a parte na altura dos telhados de damasco e carmesim, forrado por cima de toldos de linho. De distância a distância vêem-se grandes lustres e magníficos altares de descanso.
Há neste dia no Terreiro do Paço e no Rossio uma colunata de madeira em arcada muito larga e muito elevada, em forma de algo de triunfo todo pintado, e ornado de belos painéis, por baixo do qual passa a procissão, como em todo o resto do trânsito, a coberto das injúrias do tempo. As casas estão armadas de seda; às janelas vêem-se as damas riquíssimamente enfeitadas e é defeso aos homens aparecer às janelas.
El-Rei assiste à cerimónia acompanhado de todos os grandes da Corte, e precedido de todas as confrarias, dos cavaleiros de Cristo, de Avis e de São Tiago, de todas as ordens eclesiásticas, e do Patriarca com seu clero, a que dão grande realce os principais mitrados.
A Rainha nesta ocasião vai para casa do Ministro, a qual está situada de maneira que Sua Majestade fica no centro da procissão; porque a descobre ao longe vindo da esquerda, donde se estende depois pela grande rua dos ourives do ouro, que está em frente das janelas que ela ocupa; e depois vê-se dar volta pela rua dos mercadores, que lhe fica à direita. Esta procissão mete tanto povo que há já uma boa parte de volta antes da outra ter acabado de desfilar neste sítio; de maneira que a Rainha, descobrindo a procissão toda de ponta a ponta a igual distância das janelas, que ocupa, vê-a assim em forma de cruz, formando um soberbo espectáculo.

Pierre Prault in «Description de la ville de Lisbonne», 1730.

28/08/2014

Alterações republicanas na toponímia da cidade de Lisboa


A Avenida Ressano Garcia passou a denominar-se Avenida da República e a Rua António Maria de Avelar passou a designar-se Avenida Cinco de Outubro. Uma semana depois são feitas novas alterações: a Rua Bela da Rainha passa a denominar-se Rua da Prata; a Avenida D. Amélia passa a Avenida Almirante Reis; a Rua D. Carlos I passa a chamar-se Avenida das Cortes; a Rua d'el-Rei passa a Rua do Comércio; a Avenida José Luciano passa a denominar-se Avenida Elias Garcia; a praça D. Fernando passa a praça Afonso de Albuquerque; a Avenida Hintze Ribeiro passa a Avenida Miguel Bombarda; a Rua da Princesa a Rua dos Fanqueiros; a praça do Príncipe Real passa a praça Rio de Janeiro; o Paço da Rainha passa a largo da Escola do Exército.