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15/01/2016

Suécia: a nova utopia marxista


Sublinho a informação de que, segundo um relatório da ONU, a Suécia será um país de terceiro mundo dentro de 15 anos, caso mantenha o mesmo modelo político-social.

17/06/2015

A ideologia do género explicada em 2 minutos


Transcrição:

Um menino e uma menina. São o mesmo? À primeira vista, sabemos que não são. Meninos e meninas não são o mesmo. São diferentes. São diferentes quando são bebés. São diferentes quando crescem. E, sobretudo, são diferentes por dentro. Mas, para alguns, eles são diferentes, não por terem corpos diferentes. E sim, porque os pais, a família, a sociedade, a escola, o mundo inteiro os obriga a serem diferentes. Uma menina é menina, porque foi obrigada a ser menina. Um menino é menino, porque foi obrigado a ser menino. E como são diferentes, não são iguais. Mas, segundo alguns, isto gera um problema. A desigualdade entre meninos e meninas, que mais tarde se converterá em desigualdade entre homens e mulheres. Como resolvem este problema? Eliminando toda a diferença entre meninos e meninas, e actuando como se fossem o mesmo. Assim tiveram que encontrar uma forma para que os pais, a família, a sociedade e a escola, deixem de obrigar os meninos a serem meninos e as meninas a serem meninas. Mas como os pais, a família e a sociedade não aceitam isto, alguns chegaram à conclusão de que a escola é a melhor forma de alcançarem os seus objectivos. Porque na escola, longe dos pais e da família, podem reprogramar o que é ser um menino e uma menina. Sim, o papá pode usar vestidos femininos e batom nos lábios. Sim, uma mulher pode conduzir camiões. Sim, um bebé pode ter "duas mamãs" ou "dois papás". A escola deve, segundo alguns, desaparecer com as diferenças naturais entre o masculino e o feminino. Deste modo, criando uma confusão, meninos e meninas são idênticos e a desigualdade já não é mais um problema. Em seguida, como um menino sabe se é um menino?! Vamos lá... Depois de misturar tudo, e dizer que todos são idênticos, um menino já não sabe se é um menino e uma menina já não sabe se é uma menina. Solucionámos o problema da igualdade? Não. Somente criámos outro problema. O problema da identidade. Não queremos uma escola que confunda as crianças. Queremos que as crianças aprendam a ler, a escrever e a fazer contas na escola. Queremos escolas que formem cidadãos críticos por meio da cultura. Deixem as meninas serem meninas! Deixem os meninos serem meninos!

25/01/2014

Bem-vindos à Selva!


É-nos dito que a tradição é desnecessária, que a religião é inútil e que amar o nosso país conduz à guerra. É-nos dito que a globalização é uma lei natural e que a sociedade multicultural nos vai enriquecer. Mas nós não acreditamos nisso. Não estamos convencidos, porque a cada dia vemos a realidade.

Markus Willinger in «Generation Identity».

19/01/2013

Quem nos está a matar?


Um marxista italiano, Antonio Gramsci, foi o primeiro a compreender que o Estado não está confinado a uma estrutura política. De facto, estabeleceu que o aparelho político funciona paralelamente a uma chamada estrutura civil. Por outras palavras, cada estrutura política é reforçada por um consenso civil, o apoio psicológico das massas. Esse apoio psicológico expressa-se através de um consenso ao nível da cultura, da visão do mundo e do ethos. De forma a existir de todo, o poder político encontra-se, portanto, dependente de um poder cultural difundido no interior das massas. Com base nesta análise, Gramsci compreendeu por que razão os marxistas não conseguiam tomar o poder em democracias burguesas: não tinham o poder cultural. Para ser preciso, é impossível derrubar uma estrutura política sem antes ter tomado o controlo do poder cultural. O parecer favorável do povo tem que ser conquistado primeiro: as suas ideias, ethos, formas de pensar, sistema de valores, arte, educação, têm que ser trabalhadas e modificadas. Apenas quando as pessoas sentem a necessidade de uma mudança como algo auto-evidente é que o poder político existente, agora separado do consenso geral, começa a desmoronar-se e a ser derrubado. A Metapolítica pode ser vista como a guerra revolucionária travada ao nível das visões do mundo, dos modos de pensar e da cultura.

Pierre Krebs in «Die Europäische Wiedergeburt».

10/12/2012

Quem tem medo da Cruz?


Depois da moderna Holanda, agora é a vez da avançada Suécia prosseguir a guerra cultural contra o Cristianismo. A partir de agora, os professores suecos estão proibidos de mencionar o nome de Jesus Cristo durante o Natal. Situação que se torna ainda mais ridícula quando se sabe de antemão que durante o Advento é comum realizarem-se visitas de estudo a igrejas.
A notícia relembra ainda que a eliminação de referências a Jesus Cristo não é nova, e dá o exemplo da Comissão Europeia, cujos diários escolares fazem alusão a festividades muçulmanas, hindus, sikhs, etc. mas excluem o Natal ou a Páscoa.

05/12/2012

Holanda: o esgoto da Europa


A Holanda, depois de liberalizar o aborto, a eutanásia, a prostituição, as drogas e o emparelhamento gay, vem agora reconhecer oficialmente o direito de blasfémia. Ou seja, a partir de agora será permitido, não só ofender directamente a Deus, como interromper e debochar de uma dada cerimónia religiosa, sem que nada de mal aconteça. Pelo contrário, quem assim proceder, está a exercer um "direito" reconhecido por lei.
Mais uma vez, a Holanda mostra estar no topo da miséria e da decadência europeia.

29/11/2012

As elites ideológicas


Que podem fazer então as elites ideológicas? Influenciar os modos de pensamento, como entendeu Antonio Gramsci, e preparar o caminho de uma nova ideologia ou de uma nova fórmula política triunfante, mobilizadora, capaz de derrubar a fórmula da elite dirigente. Neste sentido, funcionariam em aliança com a contra-elite. Gramsci chamou a estes intelectuais afectos ao novo príncipe (novo poder) os intelectuais orgânicos, destinados a destruir as bases e fundamentos ideológicos de elites enraizadas, como seja a religiosa, a militar e a política. A sua função crítica é deletéria e é preciso que o seja nesta conjuntura. As sociedades burguesas encontram-se defendidas no plano intelectual por diversos mecanismos de justificação e o que é preciso e urgente é desmontá-los. Entre eles está o Direito, a Religião, o conceito de Família, de Escola, o Serviço Militar e assim por diante, como nos haveria de especificar o francês Althusser. O melhor será a infiltração e o uso dos meios de comunicação de massa para alterar a cultura. Se há uma teoria de mudança social e política muito coerente vinda dos marxistas reflexivos é sem dúvida esta: as trincheiras intelectuais das sociedades capitalistas têm de ser derrubadas pelos intelectuais orgânicos situados nos mais diversos meios de influência, nomeadamente os meios de comunicação de massa, os quartéis, as universidades, as igrejas.

António Marques Bessa in «Elites e Movimentos Sociais».

26/11/2012

Quem financia o Femen?


A viagem da jornalista a Paris foi paga pelo movimento Femen. As passagens de avião, a hospedagem no hotel, táxi e alimentação – um total de mil euros de gastos por dia para cada moça durante tais acções, sem contar as compras de roupas, serviços de maquiadores e estilistas.
Além disso verificou-se que as activistas do Femen recebem salário, não menos de mil dólares por mês, o que ultrapassa em quase 3 vezes o salário médio na Ucrânia. Além disso a manutenção de escritórios em Kiev – dois mil e quinhentos dólares por mês e do recentemente aberto em Paris – mais alguns milhares de euros por mês.
Quem financia tão generosamente este movimento e quem é o patrocinador que indica às jovens a quem devem atacar de peito aberto, é um segredo guardado a sete chaves, como se diz, sancta sanctorum. Só se pode imaginar quem são. A jornalista supõe que são pessoas que com maior frequência são vistas junto com o Femen. O multimilionário Helmut Geier, a mulher de negócios alemã Beat Schober e o homem de negócios americano Jed Sanden. Também a Wikipédia considera que o último é patrocinador do Femen.