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04/10/2015

Não importa em quem votem, nada vai mudar


Curiosamente, Marxismo, Comunismo, e o seu derivado, o Socialismo, quando analisados anos mais tarde, na prática, não são nada mais do que capitalismo de estado e governo por uma minoria privilegiada, exercendo controlo total e despótico sobre uma maioria que fica virtualmente sem nenhum direito legal ou de propriedade. Isto explica porque os Rothschild estavam tão interessados em subsidiar estas ideologias, as quais poderiam evoluir para "democracia", um sistema de dois partidos no qual ambos são controlados pela mesma força, e embora eles possam lutar sobre matérias insignificantes, de modo a dar a impressão de se oporem um ao outro, na realidade eles seguem a mesma ideologia básica. É por isto que os habitantes das democracias cedo descobrem que não importa em quem votem, nada vai mudar.

Andrew Carrington Hitchcock in «The Synagogue of Satan».

23/09/2015

Por que razão o Ocidente não gosta de Bashar al-Assad?


Algumas das razões mais importantes:

1. Na Síria, a lei islâmica não tem liberdade judicial.
2. Na Síria, a religião cristã goza de liberdade pública.
3. Na Síria, o Estado é detentor da única empresa petrolífera.
4. Na Síria, o Banco Central controla todas as operações de câmbio e comércio externo.
5. A Síria não tem dívidas ao Fundo Monetário Internacional.
6. A Síria tem uma política externa anti-sionista.
7. A Síria faz parte do movimento não-alinhado.
8. A Síria tem boas relações políticas e económicas com a Rússia e o Irão.

E para terminar, peço-vos que vejam o vídeo que se segue:

27/06/2015

A Carta da Terra e a Nova Ordem Mundial (II)



A Carta da Terra é um manifesto materialista, pagão, panteísta, e que pretende fornecer uma base ética para um rígido controlo da população mundial. Os especialistas disfarçam de boas intenções o projecto de transformar grandes áreas do planeta em armazéns de matérias-primas que garantam a manutenção dos opulentos hábitos de consumo de uns poucos privilegiados. Se não fosse assim, por que a Carta mandaria adoptar – com a usual linguagem anti-natalista da ONU – "modos de reprodução que respeitem os direitos humanos e as capacidades regenerativas da Terra"? Serão impostas, em certas áreas do planeta, quotas populacionais para preservar os recursos naturais?
A Carta da Terra é um paradigma da reengenharia social anti-cristã que promove a perspectiva de género e a saúde sexual e reprodutiva – homossexualismo e aborto químico ou cirúrgico – como pré-requisitos para o desenvolvimento sustentável.
A Carta da Terra é a manifestação desse novo humanismo que visa preservar as florestas e salvar de um suposto extermínio as focas, baleias, gorilas, peixes-boi, leopardos, elefantes, as várias espécies de borboletas, ursos e cabras-montesas, e, por outro lado, não apenas justifica, mas obriga a perseguir e provocar um verdadeiro holocausto com leis que autorizam o abominável crime do aborto em nome dos direitos humanos, da paz, da igualdade, da harmonia universal. Não é o assassinato de milhões de inocentes o maior ataque à paz e aos direitos humanos?
"A Terra, cada forma de vida e todos os seres vivos possuem um valor intrínseco. Deve ser assegurado o seu respeito e cuidado", diz a Carta no seu primeiro ponto. Será que esta declaração reconhece que apenas os homens detêm os direitos de proprietários e guardiões inteligentes e nobres com que lhes dotou o Criador? Ou, pelo contrário, as pedras, plantas e animais têm os mesmos "direitos" que o homem?
Uma vez desconhecida a acção criadora de Deus, fonte da dignidade humana, não há dificuldade em dizer que todas as criaturas, sejam racionais, irracionais, animadas ou inanimadas, são iguais em dignidade. Um orangotango, um homem e uma espécie vegetal valem o mesmo. "Exigimos a extensão da comunidade de iguais a todos os hominídeos: os seres humanos, os bonobos, chimpanzés, gorilas e orangotangos", afirma o primeiro item da Declaração do Grande Símio, que circula pelo mundo à procura de consenso para se tornar um documento oficial das Nações Unidas. Mais ainda, a agenda espiritual da Carta, "fruto de debates com líderes religiosos", impõe dois mandamentos: guardar reverência pela Terra e pelo Cosmos, e respeitar as Miríades de Espécies.
A Carta também responde a uma ideologia que cultiva várias formas de materialismo pseudo-religioso, próprias das mitologias orientais, do indigenismo e de estranhos esoterismos, tornando-se um instrumento de descristianização.
Como alguém que conserva num zoológico um orangotango albino, este novo humanismo procura preservar o que ele chama de povos originários com a esterilização prévia para que não cresçam mais do que o necessário. E, como se isso fosse pouco, pretende que sejam reconhecidos os seus direitos de retornar às suas práticas religiosas ancestrais: uma maneira de apagar e, em outros casos, impedir a evangelização.
O processo da Carta da Terra já tem mais de quinze anos, com actividades nos cinco continentes, sendo significativo, por exemplo, o número de apresentações da Carta em Espanha e no México. A estratégia consiste em apresentá-la em congressos e foros, âmbitos parlamentares e de governo, procurando adeptos para o consenso universal. É notável como tentam, com muita paciência e perseverança, a adesão de municípios de grandes e pequenas cidades e de legislaturas regionais, ao mesmo tempo que tentam a incorporação do documento em currículos académicos.
Entre os indivíduos e associações que procuram aderir ao consenso, estão políticos e financiadores de todos os níveis, bem como comunidades religiosas católicas e instituições e autoridades de outras denominações cristãs.
(...)
A UNESCO incorporou plenamente a Carta da Terra em 2003, atribuindo-lhe a categoria de instrumento educativo em Abril de 2005, no Projecto de Aplicação Internacional da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS). Mas, mesmo antes disso, no Fórum do Milénio das ONGs (2000), organizado pelas Nações Unidas, a Carta foi listada entre os documentos que os participantes do Fórum se comprometeriam a impor à sociedade global.

Pe. Juan Claudio Sanahuja in «Poder Global e Religião Universal», 2010.

22/06/2015

A Carta da Terra e a Nova Ordem Mundial (I)


A Carta foi idealizada no início dos anos 90 por duas organizações: a Cruz Verde Internacional, de Mikhail Gorbachev, e o Conselho da Terra, dirigido por Maurice Strong. Gorbachev declarou, em 1997: "O mecanismo que usaremos será a substituição dos Dez Mandamentos pelos princípios contidos na presente Carta ou Constituição da Terra". A Carta foi patrocinada desde o início por Federico Mayor, Director Geral da UNESCO de 1987 a 1999.
Quais são os princípios da Carta? O prefácio afirma: "A humanidade é parte de um vasto universo em evolução. A Terra, nosso lar, está viva como uma comunidade de vida única. As forças da natureza fazem da existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra proveu as condições essenciais para a evolução da vida. A capacidade de resistência da comunidade de vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de uma biosfera saudável, com todos os seus sistemas ecológicos, uma rica variedade de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. O meio ambiente global, com os seus recursos finitos, é uma preocupação comum a todos os povos. A protecção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado".
Os postulados agnósticos e panteístas da Carta seriam a base da nova sociedade: "O surgimento de uma sociedade civil global está criando novas oportunidades para construir um mundo democrático e humanitário. Os nossos desafios ambientais, económicos, políticos, sociais e espirituais estão interrelacionados, e juntos podemos forjar soluções inclusivas". A visão totalizadora do desenvolvimento sustentável, impregnada da linguagem vaga do holismo Nova Era, aparece de vez em quando: "Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas. Assegurar que as comunidades garantam, em todos os níveis, os direitos humanos e as liberdades fundamentais, e proporcionem a cada um a oportunidade de desenvolver o seu pleno potencial".
Para isso, nos termos da Carta, torna-se imperativo: "Proteger e restaurar a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial preocupação com a diversidade biológica e os processos naturais que sustentam a vida. Adoptar, em todos os níveis, planos de desenvolvimento sustentável e regulamentos que permitam incluir a conservação e a reabilitação ambientais como parte integrante de todas as iniciativas de desenvolvimento".
Não poderia faltar o mandamento ecologista de controlar a natalidade para salvar o planeta, próprio do paradigma do desenvolvimento sustentável: "Adoptar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar comunitário", além de outros imperativos que colaboram directamente com as políticas do anti-natalismo compulsório e com a reengenharia anti-cristã da sociedade: "Afirmar a igualdade e a equidade de género como pré-requisito para o desenvolvimento sustentável e garantir o acesso universal à educação, o cuidado à saúde e a oportunidade económica (...). Garantir os direitos humanos das mulheres e das meninas, e acabar com toda a violência contra elas (...). Garantir o acesso universal aos cuidados de saúde reprodutiva, promovendo a reprodução responsável. Adoptar estilos de vida que acentuem a qualidade de vida e a suficiência material num mundo finito".
Para concluir, a imposição de dobrar-se às Nações Unidas e à Nova Ordem Mundial adoptando a Carta como o fundamento da nova religião global: "Para construir uma comunidade global sustentável, as nações do mundo devem renovar o seu compromisso com as Nações Unidas, cumprir com as suas obrigações sob os acordos internacionais existentes e apoiar a implantação dos princípios da Carta da Terra, através de um instrumento internacional juridicamente vinculante sobre o meio ambiente e desenvolvimento".
Na Carta da Terra, Deus está totalmente ausente. Não aparece nem mesmo como uma "hipótese" conciliadora. Isso faz com que a proposta de defesa da Vida e da Terra se apoie em fundamentos equivocados. E sabemos que defender uma realidade com argumentos e razões que não são correctos e adequados, é a melhor maneira de deixar esta realidade completamente indefesa, e que afirmá-la com uma base errónea é a maneira mais directa de deixá-la sem apoio.
A visão cristã é inconciliável com o imanentismo panteísta da Carta. Na Carta da Terra o homem é uma partícula do universo em pé de igualdade com um animal ou um vegetal, incapaz de conhecer qualquer realidade que não seja material. Não é o centro da Criação, criado como sábio administrador de Deus. (...)
Na Carta da Terra, o ser humano – homem e mulher – parece ser constantemente carregado pela corrente de uma evolução que não tem causa eficiente nem final, sem origem ou objectivo transcendente. O destino comum que daria unidade à grande diversidade na qual se encontra indiscriminadamente imerso não é a Parusia, a vinda do Senhor Jesus na Glória, a Transfiguração do Cosmos; é mais propriamente uma permanência nesta Terra, que exige uma solidariedade dos seres vivos a fim de construir e perpetuar uma bem-aventurança intramundana. As sucessivas gerações usufruirão desta felicidade ao melhor estilo das utopias milenaristas ou materialistas.
Sob esse ponto de vista, o desenvolvimento sustentável ou sustentabilidade assume o carácter de uma pseudo-categoria teológica que aspira a ser critério de moralidade universalmente vinculante. Isso tudo constitui uma profunda negação da escatologia cristã e um retorno ao pensamento mágico promovido pelas correntes da Nova Era.


Pe. Juan Claudio Sanahuja in «Poder Global e Religião Universal», 2010.

22/03/2015

Heróis de ontem, vilões de hoje


Noutros tempos, todo o indivíduo que defendia o território do seu país, que por ele se batia e morria, era um patriota digno e merecedor do respeito e da admiração do inimigo leal e valente. Hoje, porém, as coisas modificaram-se e assim, na China, os chineses que se defendem são "bandidos", na Palestina os árabes são "terroristas" e os nacionalistas espanhóis são "facciosos".

José Gonçalves de Andrade in «O Legionário», 1939.

14/01/2015

O poder e a manipulação dos Média

Deixo à consideração dos meus leitores, as diferentes perspectivas fotográficas de duas manifestações ocorridas em França. A primeira é da Frente de Esquerda em Dezembro de 2013; a segunda é a Marcha Republicana em Janeiro de 2015. Para ajudar à reflexão, relembro também o seguinte postal: O que a imprensa quer torna-se verdade.

Frente de Esquerda:


Marcha Republicana:

10/02/2014

As incríveis semelhanças entre a UE e a URSS


Atenção: Não aprovo o vídeo inteiramente, pela simples razão que a crítica feita à UE parte de uma perspectiva demoliberal. No entanto, pelas grandes evidências apresentadas e pelo bom paralelismo entre UE e URSS, creio que deve ser visto, mas com as devidas cautelas.

04/12/2013

A Grande Mentira


A micro-elite tem, acima de tudo, uma ideologia pragmática e de vocação prioritariamente económica e financeira. Tudo aquilo que for contra esta prioridade deve ser desguarnecido para ser apagado a breve prazo. E assim devem morrer as religiões de vocação missionária mais intervencionista e inquieta (...) devem desaparecer os nacionalismos e os regionalismos mais teimosos e emancipalistas (...) O sistema deve criar serventuários eficientes e acéfalos. É preciso investir em tecnologia e em técnicos e fugir da formação de críticos ou inconformistas. Nos jovens, é preciso criar subliminarmente a impressão da fatalidade gerada pelos novos dias: ou se integram no sistema e o servem, podendo, se conformados, vir a beneficiar razoavelmente daquilo que este pode conceder em termos materiais, ou se é considerado disfuncional, e portanto um marginal, descartável como aliás os objectos de consumo que o próprio candidato vê e compra sistematicamente.

António de Sousa Lara in «A Grande Mentira».

26/05/2013

Possibilidades ilimitadas


Por princípio somos aquilo que o nosso mundo nos convida a ser, e as partes fundamentais da nossa alma são impressas nela de acordo com o perfil do seu contorno, como se fosse um molde. Naturalmente, viver não é mais do que lidar com o mundo. As características gerais que ele nos apresentar serão as características gerais da nossa vida. Por isso insisto tanto em fazer notar que o mundo onde as massas actuais nasceram mostrava uma fisionomia radicalmente nova na história. Enquanto no passado viver significava para o homem médio encontrar em seu redor dificuldades, perigos, escassez, limitações de destino e dependência, o mundo novo aparece como âmbito de possibilidades praticamente ilimitadas, seguro, onde não se depende de ninguém. Em torno desta impressão primária e permanente vai-se formar cada alma contemporânea, como em torno da oposta se formaram as antigas. Porque esta impressão fundamental converte-se em voz interior que murmura sem cessar algo assim como que palavras no mais profundo da pessoa e lhe insinua tenazmente uma definição da vida que é, simultaneamente, um imperativo. E, se a impressão tradicional dizia: "Viver é sentir-se limitado e, por isso mesmo, ter de contar com o que nos limita", a novíssima voz grita: "Viver é não encontrar limitação alguma; portanto, abandonar-se tranquilamente a si mesmo. Praticamente nada é impossível, nada é perigoso e, em princípio, ninguém é superior a ninguém".

José Ortega y Gasset in «A Rebelião das Massas».

11/05/2013

O Nacionalismo em acusação


Sabemos que o nacionalismo está em acusação. Quem o professa ou defende arrisca a reputação perante os "colegas"; é apontado de retrógrado pelos universalistas utópicos, e burguês-tachista, por todos em geral.
O nacionalismo devido a interesses da plutocracia e propaganda capitalista-marxista tornou-se réu. Dificulta negócios. Quando as ideias desta Europa, a única que perdeu a Guerra, são os dólares, as mais-valias e os salários, e onde os jovens se tornam espectadores idiotas (convencidos que são activistas) da derrocada, os utilitaristas podem-se congratular. Mais: quando as nações são encaradas como mercados, e unicamente como mercados, do capital apátrida, tem-se toda a conveniência em que os focos nacionalistas sejam suprimidos.
O nacionalismo, portanto, vê-se atacado numa ampla frente: desde os militantes e simpatizantes comunistas até aos "palermas de café", que falam de cór consoante a propaganda impingida pelos meios de informação onde eles bebem usualmente a "cultura política" com que fazem revoluções radicais.

António Marques Bessa in revista «Política», Fevereiro de 1969.

10/12/2012

Quem tem medo da Cruz?


Depois da moderna Holanda, agora é a vez da avançada Suécia prosseguir a guerra cultural contra o Cristianismo. A partir de agora, os professores suecos estão proibidos de mencionar o nome de Jesus Cristo durante o Natal. Situação que se torna ainda mais ridícula quando se sabe de antemão que durante o Advento é comum realizarem-se visitas de estudo a igrejas.
A notícia relembra ainda que a eliminação de referências a Jesus Cristo não é nova, e dá o exemplo da Comissão Europeia, cujos diários escolares fazem alusão a festividades muçulmanas, hindus, sikhs, etc. mas excluem o Natal ou a Páscoa.

26/11/2012

Quem financia o Femen?


A viagem da jornalista a Paris foi paga pelo movimento Femen. As passagens de avião, a hospedagem no hotel, táxi e alimentação – um total de mil euros de gastos por dia para cada moça durante tais acções, sem contar as compras de roupas, serviços de maquiadores e estilistas.
Além disso verificou-se que as activistas do Femen recebem salário, não menos de mil dólares por mês, o que ultrapassa em quase 3 vezes o salário médio na Ucrânia. Além disso a manutenção de escritórios em Kiev – dois mil e quinhentos dólares por mês e do recentemente aberto em Paris – mais alguns milhares de euros por mês.
Quem financia tão generosamente este movimento e quem é o patrocinador que indica às jovens a quem devem atacar de peito aberto, é um segredo guardado a sete chaves, como se diz, sancta sanctorum. Só se pode imaginar quem são. A jornalista supõe que são pessoas que com maior frequência são vistas junto com o Femen. O multimilionário Helmut Geier, a mulher de negócios alemã Beat Schober e o homem de negócios americano Jed Sanden. Também a Wikipédia considera que o último é patrocinador do Femen.

19/06/2012

A homogeneidade


O desenvolvimento dos meios de comunicação e a planetarização do sistema civilizacional dominante fez aparecer mais um perigo: a homogeneidade. O homem vai-se uniformizando através de um processo de vulgarização, que elimina as diferenças, as características locais e pessoais, para dar lugar ao homem médio em todas as partes do mundo.
A causa principal desta involução é a uniformização das pressões selectivas em todos os espaços humanos. Com o progresso da tecnologia e o avanço da moderna frente cultural, os mecanismos de selecção natural foram eliminados em benefício de uma pressão selectiva artificial e normalizada para todas as comunidades civilizadas. As diferenças culturais entre comunidades e nações, que surgiram em função dos diferentes desafios históricos e pressões selectivas, vão desaparecendo à medida que tudo se uniformiza. É, definitivamente, a vulgarização do homem, uma monstruosidade que nem sequer Ortega y Gasset poderia imaginar ao escrever a «Rebelião das Massas».
Este perigo, que implica uma perda nas capacidades de resposta da espécie humana no seu conjunto, apresenta também fenómenos secundários de domesticação corporal, como o aumento de gordura, diminuição de combatividade, obsessões sexuais, diminuição da selectividade sexual e outros elementos negativos para a conservação da nossa espécie. A uniformização e a vulgarização são também aspectos de uma regressão civilizacional, já que o caminho ascendente se caracteriza por uma crescente diferenciação e um maior grau de organização.

António Marques Bessa in «Ensaio sobre o fim da nossa Idade».

09/01/2012

Deus abençoe os húngaros!


A 1 de Janeiro do ano corrente, entrou em vigor a nova Constituição da Hungria que consagra a predominância da Fé e da Comunidade sobre o indivíduo, sublinhando o papel essencial da família e da religião católica na preservação da identidade húngara. O Preâmbulo começa por «Deus abençoe os húngaros» e nele desaparece a designação «República da Hungria» dando lugar a apenas «Hungria». A nova Carta passa também a excluir o aborto, protegendo a vida desde a concepção, e as relações homossexuais, defendendo o casamento e a instituição familiar. No Texto surge ainda a referência à colaboração de classes com vista ao Bem Comum e é reduzida a independência da Banca.
Porém, e apesar destas reformas terem sido realizadas com a aprovação da maioria parlamentar e por um governo democraticamente eleito, não tardou a que contra elas se insurgissem democratas da mais diversa natureza. Internamente, os partidos da oposição (liberais, socialistas e ecologistas) acusam o governo de «fascismo» e «autoritarismo» e promovem boicotes e manifestações de rua. Externamente, a UE e o FMI exigem que o executivo húngaro mude a Constituição, e as agências de rating colocam a Hungria no nível "lixo". Ou a Hungria revê a sua nova Constituição, ou então será a próxima vítima da Crise.

11/12/2011

Zeitgeist desmascarado


No site Zeitgeist Portugal podemos ler: "O Movimento Zeitgeist não é um movimento político, nem tão-pouco reconhece nações, governos, raças, religiões, credos ou classes. Estas distinções são incoerentes e obsoletas, estando longe de serem factores positivos para o verdadeiro desenvolvimento e potencial humano. As suas bases assentam na divisão de poder e na estratificação, não na igualdade e união, que são os nossos objectivos". De onde se conclui que o Movimento Zeitgeist é mais um dos inúmeros tentáculos da Nova Ordem Mundial, que visa subverter e destruir toda a ordem sobrenatural e natural.