Mostrar mensagens com a etiqueta Páscoa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Páscoa. Mostrar todas as mensagens

21/04/2019

Aleluia! Aleluia! Aleluia!


Estando já avançada a noite do Sábado, ao amanhecer o primeiro dia da semana, foi Maria Madalena e a outra Maria visitar o sepulcro.
E eis que se deu um grande terremoto. Porque um anjo do Senhor desceu do Céu, e, aproximando-se, revolveu a pedra do sepulcro, e estava sentado sobre ela; e o seu aspecto era como um relâmpago; e o seu vestido branco como a neve. E pelo temor que tiveram dele, aterraram-se os guardas e ficaram como mortos.
Mas o anjo, tomando a palavra, disse às mulheres: Vós não temais, porque sei que procurais a Jesus, que foi crucificado; Ele já aqui não está, porque ressuscitou, como tinha dito; vinde e vede o lugar, onde o Senhor estava depositado. Ide já dizer aos Seus discípulos que Ele ressuscitou; e eis que vai adiante de vós para a Galileia; lá O vereis; eis que eu vo-lo disse antes.
Saíram logo do sepulcro com medo e grande gáudio, e foram correndo dar a nova aos discípulos.
E eis que Jesus lhes saiu ao encontro, dizendo: Deus vos salve. E elas aproximaram-se d'Ele e abraçaram os Seus pés, e O adoraram. Então disse-lhes Jesus: Não temais; ide, avisai meus irmãos, para que vão à Galileia, lá me verão.
Tendo elas partido, eis que foram à cidade alguns dos guardas, e noticiaram aos príncipes dos sacerdotes tudo o que tinha sucedido. E, tendo-se congregado com os anciãos, depois de tomarem conselho, deram uma grande soma de dinheiro aos soldados, dizendo-lhes: Dizei: Os Seus discípulos vieram de noite, e, enquanto nós estávamos dormindo, O roubaram. E, se chegar isto aos ouvidos do governador, nós o aplacaremos e estareis seguros. E eles, recebido o dinheiro, fizeram como lhes tinha sido ensinado. E esta voz divulgou-se entre os Judeus e dura até ao dia de hoje.

Evangelho segundo S. Mateus, XXVIII, 1-15

19/04/2019

A Cristo Crucificado


Divinas mãos e pés, peito rasgado,
Chagas em brandas carnes imprimidas...
Meu Deus! que por salvar almas perdidas,
Por elas quereis ser crucificado.

Outra fé, outro amor, outro cuidado,
Outras dores às Vossas são devidas;
Outros corações limpos, outras vidas,
Outro querer, no Vosso transformado.

Em Vós se encerrou toda a piedade,
Ficou no mundo só toda a crueza;
Por isso cada um deu do que tinha...

Claros sinais de amor, ah saudade!
Minha consolação, minha firmeza,
Chagas do meu Senhor, redenção minha!

Frei Agostinho da Cruz (1540-1619)

18/04/2019

Quinta-Feira Santa


Na véspera da Sua Paixão, tomou Ele o pão em Suas santas e veneráveis mãos, e, erguendo os olhos ao Céu, para Vós, Deus, Seu Pai omnipotente, dando-Vos graças, abençoou-o, partiu-o e deu-o aos Seus discípulos, dizendo: «Tomai e comei dele todos vós, pois isto é o Meu Corpo».
De igual modo, terminada a ceia, tomou este precioso Cálix em Suas santas e veneráveis mãos, novamente Vos deu graças, abençoou-o e deu-o aos Seus discípulos, dizendo: «Tomai e bebei dele todos vós, pois este é o Cálix do Meu Sangue, do Sangue da nova eterna aliança (Mistério da Fé!), o qual será derramado por amor de vós e de muitos, para remissão dos pecados.
Todas as vezes que isto fizerdes, fazei-o em memória de Mim».

Fonte: «Missal Romano Quotidiano», 1963.

01/04/2018

14/04/2017

Anima Christi


Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me.
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Dentro das Vossas Chagas, escondei-me.
Não permitais que de Vós me separe.
Do espírito maligno, defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me.
E mandai-me ir para Vós,
para que Vos louve com os Vossos Santos,
por todos os séculos dos séculos.
Ámen.

Santo Inácio de Loyola

27/03/2016

Cristo foi imolado como nossa Páscoa


Que os cristãos soltem louvores
Ao seu Cordeiro Pascal,

Que resgatou as ovelhas:
Cristo Jesus, inocente,
Vem pôr em paz com seu Pai
As almas dos pecadores!

Um duelo singular
Travou a morte com a vida:
O Autor da vida morreu,
Mas reina agora imortal!

Podes dizer-nos, Maria,
O que viste no caminho?

– Vi o sepulcro de Cristo,
Já vivo e ressuscitado!

Vi testemunhas angélicas,
Mais o sudário e a mortalha!

Ele ressurgiu – minha esperança! –
E aguarda na Galileia.

Sabemos bem que Jesus
Já ressuscitou dos mortos:
Vós, ó Rei vitorioso,
Compadecei-Vos de nós! Ámen. Aleluia.

Sequência de Páscoa (século XI)

03/04/2015

Soneto a Cristo crucificado


Não me move, meu Deus, para Te amar
o Céu que me prometeste,
nem me move o Inferno tão temido
para deixar por isso de Te ofender.

Tu me moves, Senhor; move-me ver-Te
pregado numa cruz e escarnecido,
move-me ver o Teu Corpo tão ferido,
movem-me as Tuas afrontas e a Tua morte.

Move-me, enfim, o Teu amor, e de tal maneira,
que ainda que não houvesse Céu, eu Te amaria,
e ainda que não houvesse Inferno, eu Te temeria.

Nada tens que me dar para que Te queira,
pois mesmo que eu não esperasse o que espero,
o mesmo que Te quero, eu Te quereria.

São João de Ávila

18/04/2014

Sic Deus dilexit mundum


Porque Deus amou de tal modo o mundo que lhe deu o Seu Filho único, para que todo o que n'Ele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.

João 3:16

17/04/2014

Quinta-Feira Santa, instituição da Eucaristia

Sendo hoje Quinta-Feira Santa, o dia em que se celebra a instituição da Santíssima Eucaristia, nada melhor do que recordar a todos os católicos que a chamada Missa Tridentina, codificada universalmente no Concílio de Trento, não prescreveu, nem prescreverá nunca. Pelo contrário, é a única Missa Romana legítima.


E a fim de que todos, e em todos os lugares, adoptem e observem as tradições da Santa Igreja Romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas, decretamos e ordenamos que a Missa, no futuro e para sempre, não seja cantada nem rezada de modo diferente do que esta, conforme o Missal publicado por Nós, em todas as Igrejas.

Papa São Pio V in Quo Primum Tempore, 1570.

31/03/2013

Aleluia!


Louvai ao Senhor, todas as nações; louvai-O, todos os povos. Porque a Sua benignidade é grande para connosco, e a verdade do Senhor é para sempre. Louvai ao Senhor.

Salmo 117

29/03/2013

Filme: A Paixão de Cristo

Vexilla Regis


O órgão geme. É Sexta-feira Santa.
Adoração da Cruz na Catedral.
E sobe o coro numa voz que espanta,
– voz de tragédia e cerração mortal!

Só um madeiro agreste se levanta,
abrindo os braços negros por igual.
Os padres cantam. E em tristeza tanta
recanta o incenso a mística espiral.

Soluça o órgão... Com a cruz erguida,
por todo o templo a fé que nos alenta
entoa um hino à Árvore-da-Vida.

E eu, pobre criatura transitória,
enquanto a procissão perpassa lenta,
julgo assistir ao desfilar da História!

António Sardinha in «Na Corte da Saudade».

08/04/2012

Domingo de Páscoa: A Ressurreição

Depois do Sábado, ao amanhecer do primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver a sepultura. De repente houve um grande tremor de terra: o anjo do Senhor desceu do Céu e, aproximando-se, retirou a pedra e sentou-se nela. O seu aspecto era como o de um relâmpago e as suas vestes eram brancas como a neve. Os guardas tremeram de medo diante do anjo e ficaram como mortos. Então o anjo disse às mulheres: «Não tenhais medo. Eu sei que procurais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui. Ressuscitou, como havia dito! Vinde ver o lugar onde Ele estava. Ide depressa contar aos discípulos que Ele ressuscitou dos mortos e que vai à vossa frente para a Galileia. Lá O vereis. É o que tenho a dizer-vos». As mulheres saíram depressa do túmulo; estavam com medo, mas correram com muita alegria para dar a notícia aos discípulos.
De repente, Jesus foi ao encontro delas e disse: «Alegrai-vos!». As mulheres aproximaram-se e ajoelharam-se diante de Jesus, abraçando-Lhe os pés. Então Jesus disse-lhes: «Não tenhais medo. Ide anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá Me verão».
Quando as mulheres partiram, alguns guardas do túmulo foram à cidade, e comunicaram aos sumos-sacerdotes tudo o que havia acontecido. Os sumos-sacerdotes reuniram-se com os anciãos e deram uma grande soma de dinheiro aos soldados, dizendo-lhes: «Dizei que os seus discípulos foram durante a noite e roubaram o corpo, enquanto vós dormíeis. Se o governador vier a saber disto, nós convencê-lo-emos e não precisais de vos preocupar». Os soldados pegaram no dinheiro e agiram de acordo com as instruções recebidas. E assim, esta mentira espalhou-se entre os judeus, até ao dia de hoje.
Os onze discípulos partiram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes tinha indicado. Quando viram Jesus, ajoelharam-se diante d'Ele. Mesmo assim, alguns duvidaram. Então Jesus aproximou-Se e disse: «Toda a autoridade Me foi dada no Céu e sobre a Terra. Portanto, ide e fazei com que todos os povos se tornem meus discípulos, baptizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei. Eis que Eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo».

Mateus 28

06/04/2012

Sexta-Feira Santa: A Paixão

Em seguida, toda a assembleia se levantou e levaram Jesus a Pilatos. Começaram a acusação, dizendo: «Achámos este homem a subverter o nosso povo, proibindo pagar tributo ao imperador e a afirmar ser Ele mesmo o Messias, o Rei». Pilatos interrogou Jesus: «Tu és o rei dos judeus?». Jesus respondeu, declarando: «És tu que o dizes!». Então Pilatos disse aos sumos-sacerdotes e à multidão: «Não encontro neste homem nenhum motivo de condenação». Eles, porém, insistiam: «Ele provoca revolta entre o povo, com o seu ensinamento. Começou na Galileia, passou por toda a Judeia e agora chegou aqui».
Quando ouviu isto, Pilatos perguntou se Jesus era galileu. Ao saber que Jesus estava sob a jurisdição de Herodes, Pilatos mandou-O a Herodes, pois também Herodes estava em Jerusalém nesses dias. Herodes ficou muito contente ao ver Jesus, pois já ouvira falar a respeito d'Ele e há muito tempo desejava vê-l'O. Esperava ver Jesus fazer algum milagre. Herodes interrogou-O com muitas perguntas. Jesus, porém, não respondeu nada.
Entretanto, os sumos-sacerdotes e os doutores da Lei estavam presentes e faziam violentas acusações contra Jesus. Herodes e os seus soldados trataram Jesus com desprezo, escarneceram d'Ele e vestiram-n'O com uma capa brilhante. E enviaram-n'O de novo a Pilatos.
Nesse dia, Herodes e Pilatos ficaram amigos, pois antes eram inimigos. Então Pilatos convocou os sumos-sacerdotes, os chefes e o povo e disse-lhes: «Trouxestes este homem como se fosse um agitador do povo. Pois bem! Eu já O interroguei diante de vós e não encontrei n'Ele nenhum dos crimes de que O acusais. Herodes também não encontrou, visto que no-l'O enviou de novo. Como podeis ver, Ele não fez nada para merecer a morte. Portanto, vou castigá-l'O e depois soltá-l'O-ei».
Ora, em cada festa da Páscoa, Pilatos devia soltar-lhes um prisioneiro. Toda a multidão começou a gritar: «Mata esse homem! Solta-nos Barrabás!». Barrabás tinha sido preso por causa de uma revolta na cidade e por homicídio. Pilatos queria libertar Jesus e falou outra vez à multidão. Mas eles gritavam: «Crucifica-O! Crucifica-O!». E Pilatos disse pela terceira vez: «Mas que mal fez este homem? Não encontrei n'Ele nenhum crime que mereça a morte. Portanto, vou castigá-l'O, e depois soltá-l'O-ei». Mas eles continuaram a gritar com toda a força, pedindo que Jesus fosse crucificado. E a gritaria deles aumentava cada vez mais. Então Pilatos pronunciou a sentença: que fosse feito o que eles pediam. Soltou o homem que eles queriam, aquele que tinha sido preso por revolta e homicídio, e entregou-lhes Jesus para o que eles queriam.
Enquanto levavam Jesus para ser crucificado, pegaram em certo Simão, da cidade de Cirene, que voltava do campo, e forçaram-no a levar a cruz atrás de Jesus. Uma grande multidão do povo seguia Jesus. E mulheres batiam no peito e choravam por Jesus. Jesus, porém, voltou-Se e disse: «Mulheres de Jerusalém, não choreis por Mim! Chorai por vós mesmas e por vossos filhos! Porque dias virão, em que se dirá: "Felizes as mulheres que nunca tiveram filhos, os ventres que nunca deram à luz e os seios que nunca amamentaram". Então começarão a pedir às montanhas: "Caí em cima de nós!" E às colinas: "Escondei-nos!". Porque, se assim fazem com a árvore verde, o que não farão com a árvore seca?».
Com Ele levavam também outros dois criminosos, para serem mortos. Quando chegaram ao chamado «lugar da Caveira», ali crucificaram Jesus e os criminosos, um à sua direita e outro à sua esquerda. E Jesus dizia: «Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem!». Deitaram sortes para repartirem entre si as vestes de Jesus. O povo permanecia ali a observar. Os chefes, porém, zombavam de Jesus, dizendo: «Salvou os outros. Que Se salve a Si mesmo, se é de facto o Messias de Deus, o Escolhido!». Os soldados também escarneciam d'Ele. Aproximavam-se, ofereciam-Lhe vinagre e diziam: «Se Tu és o rei dos judeus, salva-Te a Ti mesmo!». Por cima d'Ele havia um letreiro: «Este é o Rei dos judeus». Um dos criminosos crucificados insultava-O, dizendo: «Não és Tu o Messias? Salva-Te a Ti mesmo e a nós também!». Mas o outro repreendeu-o, dizendo: «Nem tu temes a Deus, sofrendo a mesma condenação? Quanto a nós é justo, porque recebemos o que merecemos; mas Ele não fez nada de mal». E acrescentou: «Jesus, lembra-Te de mim, quando vieres no teu Reino». Jesus respondeu: «Eu te garanto: hoje mesmo estarás comigo no Paraíso».
Já era mais ou menos meio-dia, e uma escuridão cobriu toda a região até às três horas da tarde, pois o sol deixou de brilhar. A cortina do santuário rasgou-se ao meio. Então Jesus deu um forte grito: «Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito». Dizendo isto, expirou. O oficial do exército viu o que tinha acontecido e glorificou a Deus, dizendo: «De facto este homem era justo!». E todas as multidões que ali estavam e que tinham vindo para assistir, viram o que havia acontecido e voltaram para casa, batendo no peito.

Lucas 23:1-48

05/04/2012

Quinta-Feira Santa: Última Ceia

No primeiro dia dos Ázimos, quando matavam os cordeiros para a Páscoa, os discípulos perguntaram a Jesus: «Onde queres que façamos os preparativos para que comas a Páscoa?». Jesus mandou então dois dos seus discípulos, dizendo: «Ide à cidade. Um homem transportando um cântaro de água virá ao vosso encontro. Segui-o e dizei ao dono da casa onde ele entrar: "O Mestre manda dizer: Onde é a sala em que Eu e os meus discípulos vamos comer a Páscoa?". Então ele mostrar-vos-á, no andar de cima, uma sala grande, mobilada e arrumada. Preparai aí tudo para nós». Os discípulos partiram e foram à cidade. Encontraram tudo como Jesus havia dito e prepararam a Páscoa.
Ao cair da tarde, Jesus chegou com os Doze. Enquanto estavam à mesa e comiam, Jesus disse: «Em verdade vos digo: um de vós vai trair-Me. É alguém que come comigo». Os discípulos começaram a ficar tristes e, um após outro, perguntaram a Jesus: «Serei eu?». Jesus disse-lhes: «É um dos Doze. É aquele que mete comigo a mão no prato. O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura acerca d'Ele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!».
Enquanto comiam, Jesus tomou um pão e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o, distribuiu-o aos discípulos e disse: «Tomai, isto é o meu corpo». Em seguida, tomou um cálice, deu graças e entregou-lho. E todos eles beberam. E Jesus disse-lhes: «Isto é o meu sangue, o sangue da Nova Aliança, que é derramado em favor de muitos. Eu vos garanto: nunca mais beberei do fruto da videira, até ao dia em que beberei o vinho novo no Reino de Deus».
Depois de terem cantado os Salmos, foram para o Monte das Oliveiras.

Marcos 14:12-26

01/04/2012

Domingo de Ramos: A entrada triunfal em Jerusalém

Depois de dizer estas coisas, Jesus partiu à frente deles, subindo para Jerusalém. Quando Jesus Se aproximou de Betfagé e de Betânia, perto do chamado Monte das Oliveiras, enviou dois discípulos, dizendo: «Ide à aldeia em frente. Quando entrardes nela, encontrareis preso um jumentinho que nunca foi montado. Soltai-o e trazei-o. Se alguém vos perguntar: "Porque o soltais?", respondereis: "Porque o Senhor precisa dele"». Os discípulos foram e encontraram as coisas como Jesus havia dito. Quando estavam a soltar o jumentinho, os donos perguntaram: «Porque soltais o jumentinho?». Os discípulos responderam: «Porque o Senhor precisa dele». Então levaram o jumentinho a Jesus. Colocaram os próprios mantos sobre o jumentinho e fizeram montar Jesus. Enquanto caminhavam, as pessoas estendiam os próprios mantos pelo caminho. Quando Jesus estava junto à descida do Monte das Oliveiras, toda a multidão de discípulos começou, alegre, a louvar a Deus em voz alta, por todos os milagres que tinha visto. E diziam: «Bendito seja Aquele que vem como Rei, em nome do Senhor! Paz no Céu e glória no mais alto do Céu». No meio da multidão, alguns fariseus disseram a Jesus: «Mestre, manda que os teus discípulos se calem». Jesus respondeu: «Eu digo-vos: se eles se calarem, as pedras clamarão». Jesus aproximou-Se e, quando viu a cidade, começou a chorar. E disse: «Se também tu compreendesses hoje o caminho da paz! Agora, porém, isto está escondido aos teus olhos! Vão chegar dias em que os inimigos farão trincheiras contra ti, te cercarão e apertarão de todos os lados. Eles esmagar-te-ão a ti e aos teus filhos e não deixarão em ti pedra sobre pedra. Porque não reconheceste o tempo em que Deus veio visitar-te».

Lucas 19:28-44