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22/02/2017

A desigualdade natural é um bem


A desigualdade é raiz de mal social? Pelo contrário, a Igreja sempre ensinou que a desigualdade natural é um bem e fonte de justiça. O Magistério da Igreja condena as doutrinas igualitárias e socializantes. Eis o exemplo da encíclica de Pio XI sobre o comunismo ateu:
Deve-se advertir que erram de modo vergonhoso aqueles que opinam levianamente serem iguais, na sociedade civil, os direitos de todos os cidadãos, e não existir uma hierarquia social legítima. 
Papa Pio XI in encíclica «Divini Redemptoris», 1937.

12/11/2016

Os comunistas não pensam como os cristãos


Porque, ainda que os socialistas, abusando do próprio Evangelho, a fim de enganarem mais facilmente os espíritos incautos, tenham adoptado o costume de o torcerem em proveito da sua opinião, a divergência entre as suas doutrinas depravadas e a puríssima doutrina de Cristo é tamanha, que maior não podia ser. Pois "que pode haver de comum entre a justiça e a iniquidade. Ou que união entre a luz e as trevas?" (II Cor. 6, 14). Os socialistas não cessam, como todos sabemos, de proclamar a igualdade de todos os homens segundo a natureza; afirmam, como consequência, que não se devem honras nem veneração à majestade dos soberanos, nem obediência às leis, a não serem estabelecidos por eles próprios e segundo o seu gosto.
Mas, ao contrário, segundo as doutrinas do Evangelho, a igualdade dos homens consiste em que todos, dotados da mesma natureza, são chamados à mesma e eminente dignidade de filhos de Deus, e que, tendo todos o mesmo fim, cada um será julgado pela mesma lei e receberá o castigo ou a recompensa que merecer. Entretanto a desigualdade de direitos e de poder provém do próprio Autor da natureza, "de quem toda a paternidade tira o nome, no Céu e na Terra" (Ef. 3, 15).

Papa Leão XIII in «Quod Apostolici Muneris», 1878.

02/11/2016

A armadilha da tolerância


Daqui se vê claramente a índole dos Pedreiros na França, que é propriamente o centro da Maçonaria Europeia, e bem sei que a tudo isto se chama terrorismo ou exageração de princípios, mas nisso mesmo se descobre o espírito da seita, cujo fim é adormentar e iludir, para que ninguém pressinta a bulha que fazem os seus trabalhos subterrâneos, e o mais é que os mesmos da confraria lá de tempos-a-tempos deixam escorregar da pena algum dos seus melhores segredos... Reparem os meus leitores neste que lhes vou meter pelos olhos dentro, e vejam que tais são os amigos de trolha:
"Todos os homens grandes foram intolerantes, e é necessário que o sejam. Quando se encontre no caminho um Príncipe benigno, é necessário pregar-lhe a tolerância para ele cair no laço, e para que o partido esmagado tenha tempo de se levantar pela tolerância que se lhe concede, e de esmagar o adversário pelo seu turno." (Correspondance de Grimm 1. Juin 1772 1. Part. Tom. 2. Pag. 242 et 243)

Frei Fortunato de São Boaventura in «O Mastigóforo», 1829.

30/05/2015

São Pio X sobre os padres modernistas

O "porreiro" Papa Francisco.

Procuram lisonjear os ouvintes "que são movidos pelo prurido da novidade", contanto que mantenham as igrejas cheias, embora as almas não sejam curadas por permanecerem vazias. Por isso não falam nunca do pecado, nunca dos novíssimos, nunca de outras verdades gravíssimas que poderiam abalar a salvação, mas falam somente "com palavras de bajulação"; e isso o fazem também com eloquência mais de tribunal do que de apóstolos, mais profana do que sagrada, atraindo para eles os aplausos; esses já haviam sido condenados por São Jerónimo, quando escreveu: "Quando tu ensinas em assembleia, seja suscitado não o aplauso do povo, mas o arrependimento; o teu louvor sejam as lágrimas dos ouvintes".

Papa São Pio X in «Sacrorum Antistitum», 1910.

01/03/2015

Que fazer perante um Papa liberal?


A psicologia de um Papa liberal é facilmente compreensível, mas difícil de suportar! Com efeito, põe-nos numa situação muito delicada em relação a tal chefe, seja Paulo VI, seja João Paulo II... Na prática, a nossa atitude deve-se fundar num discernimento prévio, necessário para a circunstância extraordinária que significa um Papa conquistado pelo liberalismo. Eis aqui este discernimento: quando o Papa diz alguma coisa de acordo com a Tradição, seguimo-lo; quando diz alguma coisa contrária à nossa Fé, ou quando sustenta ou deixa fazer algo que põe em perigo a nossa Fé, então não podemos segui-lo! Isto pela razão fundamental de que a Igreja, o Papa e a hierarquia, estão ao serviço da nossa Fé. Não são eles que fazem a Fé, devem servi-la. A Fé não se faz, é imutável, a Fé se transmite.
Por este motivo, não podemos seguir os actos destes Papas, feitos com a finalidade de confirmar uma acção que vai contra a Tradição. Seria colaborar com a auto-demolição da Igreja, com a destruição da nossa Fé!

Mons. Marcel Lefebvre in «Do Liberalismo à Apostasia: A Tragédia Conciliar».

16/01/2015

Pode um católico pertencer ao Rotary Club?


Segundo os próprios rotários, o Papa Francisco é membro honorário do Rotary Club de Buenos Aires desde 1999. Mas impõe-se a questão: Pode um católico pertencer ao Rotary Club? Vejamos o que diz o Santo Ofício:

Foi perguntado a esta Suprema Sagrada Congregação se é lícito aos católicos darem o seu nome à associação vulgarmente chamada Rotary Club.
Os Eminentíssimos e Reverendíssimos Senhores Cardeais que estão à frente das coisas relativas à Fé e velam pela conservação dos costumes, tendo ouvido o voto dos Reverendíssimos Senhores Consultores, na sessão plenária havida na terça-feira, 20 de Dezembro de 1950, determinaram responder:
Não é lícito aos clérigos darem o seu nome à associação Rotary Club ou assistirem às suas reuniões; os seculares são exortados a cumprirem o que se ordena no cânone 684 do Código de Direito Canónico.
No dia 26 do mesmo mês e ano, o Sumo Pontífice Pio, pela Divina Providência Papa XII, na audiência concedida ao Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Assessor do Santo Ofício, aprovou a resolução dos Eminentíssimos Padres e mandou publicá-la.

Dado em Roma, no Palácio do Santo Ofício, a 11 de Fevereiro de 1951.
Mário Mariani, notário da Suprema Sagrada Congregação do Santo Ofício.

O referido cânone 684 diz: São dignos de louvor os fiéis que dão o seu nome às associações que a Igreja promove ou que, pelo menos, têm a sua aprovação; porém, acautelem-se das sociedades secretas, condenadas, sediciosas, suspeitas ou que procurem subtrair-se à legítima vigilância da Igreja.