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31/05/2017

Das três raças do Homem


Porquê esta tentativa de esmagar ou fazer desaparecer este pequeno livro? Porque, hoje em dia, não existe maior tabu do que falar sobre raça. Em muitos casos, basta ser acusado de racismo para se ser despedido. Apesar disso, os professores na América sabem que as raças diferem quanto aos seus desempenhos escolares; a polícia tem conhecimento de que as raças se diferenciam no que respeita aos índices de criminalidade; os assistentes sociais sabem que as raças diferem quanto ao grau de dependência da segurança social e quanto ao número de infectados pelo VIH/SIDA. Os adeptos de desporto sabem que os negros são excelentes no boxe, basquetebol e corridas de pista e todos se admiram porquê. Alguns responsabilizam a pobreza, o racismo dos brancos e, finalmente, o legado da escravatura. Embora muitos duvidem de que o "racismo dos brancos" seja o verdadeiro responsável de toda esta realidade, somente alguns ousam partilhar as suas dúvidas. Quando o assunto é a raça, alguém se atreve a dizer o que realmente pensa?
Os grupos raciais diferem muito mais do que a maioria das pessoas pensa. No entanto, certos grupos de opinião muito activos nos meios académicos e nos meios de comunicação social proíbem, pura e simplesmente, o público de participar numa discussão franca sobre o assunto. Para muitos, é inquietante que o facto de se mencionar que as raças diferem, possa levar à criação de estereótipos e limitar oportunidades. Mas o facto de olharmos a raça como um todo, não significa que ignoremos os indivíduos como tal. Isso pode até ajudar a que melhor nos inteiremos dos seus anseios pessoais.
Este livro apresenta a prova científica de que a raça é uma realidade biológica com implicações na ciência e na vida quotidiana. Outros livros recentes sobre o assunto são: "The Bell Curve", o êxito editorial de 1994 escrito por Richard Herrnestein e Charles Murray; "Why Race Matters", livro publicado em 1997 pelo filósofo Michael Levin; "The G Factor", um livro do psicólogo Arthur Jensen de 1998; e "Taboo: Why Black Athletes Dominate Sports and Why We are Afraid to Talk About It", um livro recente do jornalista premiado Jon Entine.

(...)

A informação contida neste livro mostra-nos que existem diferenças raciais importantes. Diferem, em média, no tamanho do cérebro, inteligência, comportamento sexual, fertilidade, personalidade, maturidade, tempo de vida, crime e estabilidade familiar. Os Orientais situam-se num extremo do padrão de três vias das diferenças raciais, os Negros no outro extremo e os Brancos geralmente a meio. Somente uma teoria que leve em conta os genes e o ambiente pode explicar a razão por que as raças se diferenciam de uma forma tão consistente em todo o mundo e ao longo do tempo.
Tanto a ciência como a justiça, exigem-nos que procuremos e digamos a verdade, e não que digamos mentiras nem induzamos em erro. Embora a pesquisa que serve de base a este livro tenha aparecido primeiro em jornais académicos da especialidade, muitas pessoas nos meios de comunicação social, no governo e infelizmente até mesmo em escolas e universidades, deliberadamente tentam evitar estas evidências. Esperamos que esta edição abreviada ajude a repor a verdade e a permitir que as últimas descobertas sobre a raça e comportamento fiquem à disposição de todos.
Se queremos compreender o comportamento humano, as ciências sociais e as ciências da biologia devem caminhar juntas de novo. Este livro é um passo nessa direcção. Quando consideramos os genes e o ambiente em conjunto, então estaremos aptos a compreender os problemas humanos. Com esse conhecimento a sociedade poderá então tentar resolvê-los. Para todos nós, o primeiro passo é ser honesto tanto quanto possível acerca das raças, das suas características e do seu comportamento.

J. Philippe Rushton in «Raça, Evolução e Comportamento», 2000.

§

Nota: Apesar de residual, não reconhecemos certo conteúdo teórico-ideológico deste livro (darwinismo), mas apenas aquilo que é factual na natureza humana.

04/03/2017

O esquerdismo e a paranóia


Tal como existe um complexo de culpa na Nova Esquerda, também existe uma frequência de delírios paranóicos. Este tipo de comportamento, muito comum entre os chamados "activistas sociais", tende à criação de males imaginários e agressões imaginárias.

PARANÓIA – substantivo feminino (do grego paranóia, loucura). 1. Psicose crónica caracterizada pela organização lógica de temas delirantes. 2. Comportamento de pessoa, ou grupo, com tendência a crer-se perseguida ou agredida. Enciclopédia. A personalidade paranóide é uma anomalia psíquica que se traduz por comportamentos delirantes e compreende a supervalorização de si próprio, a desconfiança sistemática, a rigidez mental, o raciocínio correcto mas baseado num ponto de partida falso. O delírio paranóide (ou psicose paranóide, ou paranóia) surge num doente que tinha anteriormente personalidade paranóide. O delírio é uma ideia falsa, anormal e obsessiva que arrasta consigo a convicção do paciente e que este não é capaz de criticar (visão acrítica). O indivíduo interpreta erradamente as informações ou tem intuições falsas, o que leva a acreditar-se perseguido. Pode também experimentar uma paixão devoradora ou reivindicar de modo exagerado (fanatismo, processos judiciais).
Adaptado de «Nova Enciclopédia Larousse».

Recentemente, o fadista João Braga foi alvo do delírio paranóide de activistas "anti-racistas" e "anti-homofóbicos". Porém, olhando objectivamente, o que o fadista disse não constitui insulto a ninguém. João Braga apenas fez um comentário banal acerca da hegemonia do marxismo cultural em Hollywood, que premeia os filmes, não pela sua qualidade, mas pelo seu carácter propagandístico. Ora, esta crítica só incomoda, ou quem está comprometido, ou quem está intelectualmente formatado e fanatizado pelo sistema educativo e mediático.
Por outro lado, os ataques de que o fadista foi vítima, e que eu testemunhei pessoalmente, são espelho daquela opinião de Louis Veuillot: Não há ninguém mais sectário do que um liberal. De facto, o paradoxo dos "tolerantes" é que eles só toleram as suas próprias opiniões e ideias. Quem pensa diferente é ameaçado, ofendido e socialmente ostracizado. Ou em linguagem "tolerante": é vítima de bullying. Ser "tolerante" torna-se assim também sinónimo de ser hipócrita.

05/12/2013

Mandela: A queda de um Mito


Em 1964 o governo do Apartheid sentenciou Nelson Mandela a 30 anos de prisão. O julgamento de Mandela foi conduzido por um judiciário independente e testemunhado por muitos observadores internacionais. As acusações contra Mandela incluíam: "A preparação, manufactura e uso de explosivos, incluindo 210 mil granadas de mão, 48 mil minas antipessoais, 1.500 bombas-relógio, 144 toneladas de nitrato de amónio, 21,6 toneladas de pó de alumínio e uma tonelada de pólvora negra. São 193 acusações relativas a actos de terrorismo cometidos entre 1961 e 1963".
"O julgamento (de Mandela) foi conduzido de maneira legal", escreveu Anthony Sampson, correspondente do London Observer (jornalista que depois escreveu a biografia autorizada de Mandela). "O juiz, o Sr. Quartus de Wet, foi escrupulosamente justo."