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29/09/2019

29 de Setembro: São Miguel Arcanjo

Por tradição, S. Miguel Arcanjo é o Anjo Custódio de Portugal

A festa de 29 de Setembro é a mais antiga das festas consagradas a S. Miguel; lembra a dedicação do velho e venerável santuário dedicado ao santo Arcanjo, nos arredores de Roma, a sete milhas da via Salária. A missa composta para a circunstância é actualmente a do 18º Domingo depois de Pentecostes. A que nós temos hoje tem muitas partes semelhantes à da festa dos Santos Anjos da guarda, pois estas duas festas confundiram-se durante muitos anos.
O nome de Miguel (em hebraico «quem como Deus») lembra o combate que se travou no Céu entre o Arcanjo, «príncipe da milícia celeste», e o Demónio. No combate que continua entre o bem e o mal, Cristo tem por aliados S. Miguel e os seus anjos, a Igreja e os santos; do lado oposto estão Satanás e os demónios, com todos os seus auxiliares. Também nós estamos pessoalmente alistados neste combate; peçamos a S. Miguel e aos seus anjos que nos ajudem, para não perecermos no dia do juízo. Quando um cristão deixa este mundo, a Igreja pede que S. Miguel, o porta-estandarte, o introduza na luz celeste; daí o hábito de o representar segurando a balança divina, onde são pesadas as almas. S. Miguel é também quem preside ao culto de adoração que se presta a Deus; foi a ele que S. João, no Apocalipse, viu junto ao altar, com um turíbulo de ouro na mão; ele faz subir até Deus, como o fumo do incenso, a oração dos santos.

Fonte: «Missal Romano Quotidiano», 1963.

29/09/2016

29 de Setembro: Dia de São Miguel Arcanjo


Oração composta pelo Papa Leão XIII após uma visão segundo a qual Deus deu permissão ao Demónio para submeter a Igreja a um grande período de provações:

São Miguel Arcanjo, defendei-nos neste combate, sede nossa guarda contra a maldade e ciladas do demónio. Instante e humildemente pedimos que Deus sobre ele impere; e vós, príncipe da milícia celeste, com o poder divino, precipitai no inferno a Satanás e aos outros espíritos malignos, que vagueiam pelo mundo para perdição das almas. Ámen.

10/06/2015

São Miguel Arcanjo, Custódio de Portugal


De entre as nações, que se sabe terem festejado liturgicamente o seu Anjo Tutelar, Portugal é a que mantém tal devoção, com culto oficializado, há mais tempo, sendo também a única a ter tido o privilégio da sua assistência epifânica (em Fátima, no ano de 1916).
Alguns autores estribados numa tradição, segundo a qual Afonso Henriques, após ter desbaratado Albaraque nos campos de Santarém, teria designado São Miguel como tutelar do Reino, crêem poder identificar esse Arcanjo com o Anjo Custódio de Portugal. Essa identificação, já anteriormente ensaiada por distintos memorialistas, havia de tornar-se quase consensual durante o consulado miguelista (1828-1834).
As aparições de Fátima têm, igualmente, servido para fundamentar a assunção, porquanto, alegam os proponentes dela, o Anjo da Paz é, na liturgia eclesial, o próprio São Miguel (Angelus pacis Michael).

Manuel J. Gandra in «O Anjo da Saudade», 2013.

§

Atenção: Este autor e esta obra não são inteiramente recomendáveis. A passagem aqui citada é divulgada apenas pela informação verídica que contém.

29/09/2014

Dedicação de São Miguel Arcanjo


Oração:
São Miguel Arcanjo, defendei-nos neste combate, sede nossa guarda contra a maldade e ciladas do demónio. Instante e humildemente pedimos que Deus sobre ele impere; e vós, príncipe da milícia celeste, com o poder divino, precipitai no inferno a Satanás e aos outros espíritos malignos, que vagueiam pelo mundo para perdição das almas. Ámen.

29/09/2012

São Miguel Arcanjo


No dia 29 do corrente, a Santa Igreja celebrará a festa de São Miguel Arcanjo. Outrora, esta data era muito vivamente assinalada na piedade dos fiéis. Hoje em dia, infelizmente, poucos são os que a tomam como ocasião especial para tributar culto ao Príncipe da Milícia Celeste. Entretanto, como veremos, o culto de São Miguel, actual para todos os povos em todos os tempos, tem títulos muito especiais para ser praticado com particular fervor em nossos dias...
São Miguel é o modelo do guerreiro cristão, pela fortaleza de que deu prova atirando ao inferno as legiões de espíritos malditos. É ele o guerreiro de Deus, que não tolera que em sua presença a Majestade divina seja contestada ou ofendida, e que está pronto a empunhar a qualquer momento o gládio, a fim de esmagar os inimigos do Altíssimo. Ensina-nos ele que não basta ao católico proceder bem: é seu dever combater também o mal. E não apenas um mal abstracto, mas o mal enquanto existente nos ímpios e pecadores. Pois São Miguel não atirou ao inferno o mal enquanto um princípio, uma mera concepção da inteligência, e nem princípios e concepções são susceptíveis de serem queimadas pelo fogo eterno. Foi a Lúcifer e a seus sequazes que ele atirou no inferno, pois odiou o mal enquanto existente neles e amado por eles.
Vivemos em um tempo de profundo liberalismo religioso. Poucos são os cristãos que têm ideia de que pertencem a uma Igreja militante, tão militante na Terra quanto militantes foram no Céu São Miguel e os Anjos fiéis. Também nós devemos saber esmagar a insolência da impiedade. Também nós devemos opor uma resistência tenaz ao adversário, atacá-lo e reduzi-lo à impotência.
São Miguel, nesta luta, não deve ser apenas nosso modelo, mas nosso auxílio. A luta entre São Miguel e Lúcifer não cessou, mas se estende ao longo dos séculos. Ele auxilia todos os cristãos nos combates que empreendem contra o poder das trevas.