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29/07/2018

As bem-aventuranças


Vendo Jesus aquela multidão, subiu a um monte, e, tendo-se sentado, aproximaram-se d'Ele os seus discípulos. E Ele, abrindo a Sua boca, os ensinava, dizendo:
Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem-aventurados os que têm fome e sede da justiça, porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados sois, quando vos injuriarem e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por causa de Mim. Alegrai-vos e exultai, porque é grande a vossa recompensa nos Céus, pois também assim perseguiram os profetas, que existiram antes de vós.

Evangelho segundo São Mateus, V, 1-12.

10/08/2015

Onde não há ódio à heresia, não há santidade


Se odiássemos o pecado como deveríamos odiá-lo; puramente, profundamente, valentemente, deveríamos fazer mais penitência, infligir em nós próprios maiores castigos, deveríamos chorar os nossos pecados mais abundantemente. Pois, então, a suprema deslealdade para com Deus é a heresia. É o pecado dos pecados, a mais repugnante das coisas que Deus desdenha neste mundo enfermo. No entanto, quão pouco entendemos da sua enorme odiosidade! É a poluição da verdade de Deus, o que é a pior de todas as impurezas.
Porém, quão pouca importância damos à heresia! Fitamo-la e permanecemos calmos... Tocamo-la e não trememos. Misturamos-nos com ela e não temos medo. Vemo-la tocar nas coisas sagradas e não temos nenhum sentido do sacrilégio. Inalamos o seu odor e não mostramos qualquer sinal de abominação ou de nojo. De entre nós, alguns simpatizam com ela e alguns até atenuam a sua culpa. Não amamos a Deus o suficiente para nos enraivecermos por causa da Sua glória. Não amamos os homens o suficiente para sermos caridosamente verdadeiros por causa das suas almas.
Tendo perdido o tacto, o paladar, a visão e todos os sentidos das coisas celestiais, somos capazes de morar no meio desta praga odiosa, imperturbavelmente tranquilos, reconciliados com a sua repulsividade, e não sem proferirmos declarações em que nos gabamos de uma admiração liberal, talvez até com uma demonstração solícita de simpatia tolerante [para com os seus promotores].
Porque estamos tão abaixo dos antigos santos, e até dos modernos apóstolos destes últimos tempos, na abundância das nossas conversões? Porque não temos a antiga firmeza! Falta-nos o velho espírito da Igreja, o velho génio eclesiástico. A nossa caridade não é sincera porque não é severa, e não é persuasiva porque não é sincera.
Falta-nos a devoção à verdade enquanto verdade, enquanto verdade de Deus. O nosso zelo pelas almas é fraco, porque não temos zelo pela honra de Deus. Agimos como se Deus ficasse lisonjeado pelas conversões, e não pelas almas trémulas, salvas por uma abundância de misericórdia.
Dizemos aos homens a metade da verdade, a metade que melhor convém à nossa própria pusilanimidade e aos seus próprios preconceitos. E, então, admiramo-nos que tão poucos se convertam e que, desses tão poucos, tantos apostatem.
Somos tão fracos a ponto de nos surpreendermos que a nossa meia-verdade não tenha tanto sucesso como a verdade completa de Deus.
Onde não há ódio à heresia, não há santidade.
Um homem, que poderia ser um apóstolo, torna-se uma úlcera na Igreja por falta de recta indignação.

Pe. Frederick William Faber in «The Precious Blood: The Price of Our Salvation», 1860.

20/11/2013

Livros e Salvação


Entrei numa livraria. Pus-me a contar os livros que há para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria. Deve certamente haver outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estou perdido.

José de Almada Negreiros in «A Invenção do Dia Claro».

16/01/2013

Fora da Igreja não há Salvação


A Santíssima Igreja Romana crê firmemente, professa e prega que nenhum dos que existem fora da Igreja Católica, não só pagãos como também judeus, heréticos e cismáticos, poderá ter parte na vida eterna; mas que irão para o fogo eterno que foi preparado para o demónio e os seus anjos, a não ser que a ela se unam antes de morrer; e que a unidade deste corpo eclesiástico é tão importante que só aqueles que se conservarem dentro desta unidade podem aproveitar-se dos sacramentos da Igreja para a sua salvação, e apenas eles podem receber uma recompensa eterna pelos seus jejuns, pelas suas esmolas, pelas suas outras obras de piedade cristã e pelos deveres de um soldado cristão. Ninguém, por mais esmolas que dê, ninguém, mesmo que derrame o seu sangue pelo Nome de Cristo, pode salvar-se, a não ser que permaneça no seio e na unidade da Igreja Católica.

Papa Eugénio IV in «Bula Cantate Domino».

25/12/2012

Nasceu o Deus-Menino!


Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo. Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade.

João I: 9-14

08/04/2012

Domingo de Páscoa: A Ressurreição

Depois do Sábado, ao amanhecer do primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver a sepultura. De repente houve um grande tremor de terra: o anjo do Senhor desceu do Céu e, aproximando-se, retirou a pedra e sentou-se nela. O seu aspecto era como o de um relâmpago e as suas vestes eram brancas como a neve. Os guardas tremeram de medo diante do anjo e ficaram como mortos. Então o anjo disse às mulheres: «Não tenhais medo. Eu sei que procurais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui. Ressuscitou, como havia dito! Vinde ver o lugar onde Ele estava. Ide depressa contar aos discípulos que Ele ressuscitou dos mortos e que vai à vossa frente para a Galileia. Lá O vereis. É o que tenho a dizer-vos». As mulheres saíram depressa do túmulo; estavam com medo, mas correram com muita alegria para dar a notícia aos discípulos.
De repente, Jesus foi ao encontro delas e disse: «Alegrai-vos!». As mulheres aproximaram-se e ajoelharam-se diante de Jesus, abraçando-Lhe os pés. Então Jesus disse-lhes: «Não tenhais medo. Ide anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá Me verão».
Quando as mulheres partiram, alguns guardas do túmulo foram à cidade, e comunicaram aos sumos-sacerdotes tudo o que havia acontecido. Os sumos-sacerdotes reuniram-se com os anciãos e deram uma grande soma de dinheiro aos soldados, dizendo-lhes: «Dizei que os seus discípulos foram durante a noite e roubaram o corpo, enquanto vós dormíeis. Se o governador vier a saber disto, nós convencê-lo-emos e não precisais de vos preocupar». Os soldados pegaram no dinheiro e agiram de acordo com as instruções recebidas. E assim, esta mentira espalhou-se entre os judeus, até ao dia de hoje.
Os onze discípulos partiram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes tinha indicado. Quando viram Jesus, ajoelharam-se diante d'Ele. Mesmo assim, alguns duvidaram. Então Jesus aproximou-Se e disse: «Toda a autoridade Me foi dada no Céu e sobre a Terra. Portanto, ide e fazei com que todos os povos se tornem meus discípulos, baptizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei. Eis que Eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo».

Mateus 28

06/04/2012

Sexta-Feira Santa: A Paixão

Em seguida, toda a assembleia se levantou e levaram Jesus a Pilatos. Começaram a acusação, dizendo: «Achámos este homem a subverter o nosso povo, proibindo pagar tributo ao imperador e a afirmar ser Ele mesmo o Messias, o Rei». Pilatos interrogou Jesus: «Tu és o rei dos judeus?». Jesus respondeu, declarando: «És tu que o dizes!». Então Pilatos disse aos sumos-sacerdotes e à multidão: «Não encontro neste homem nenhum motivo de condenação». Eles, porém, insistiam: «Ele provoca revolta entre o povo, com o seu ensinamento. Começou na Galileia, passou por toda a Judeia e agora chegou aqui».
Quando ouviu isto, Pilatos perguntou se Jesus era galileu. Ao saber que Jesus estava sob a jurisdição de Herodes, Pilatos mandou-O a Herodes, pois também Herodes estava em Jerusalém nesses dias. Herodes ficou muito contente ao ver Jesus, pois já ouvira falar a respeito d'Ele e há muito tempo desejava vê-l'O. Esperava ver Jesus fazer algum milagre. Herodes interrogou-O com muitas perguntas. Jesus, porém, não respondeu nada.
Entretanto, os sumos-sacerdotes e os doutores da Lei estavam presentes e faziam violentas acusações contra Jesus. Herodes e os seus soldados trataram Jesus com desprezo, escarneceram d'Ele e vestiram-n'O com uma capa brilhante. E enviaram-n'O de novo a Pilatos.
Nesse dia, Herodes e Pilatos ficaram amigos, pois antes eram inimigos. Então Pilatos convocou os sumos-sacerdotes, os chefes e o povo e disse-lhes: «Trouxestes este homem como se fosse um agitador do povo. Pois bem! Eu já O interroguei diante de vós e não encontrei n'Ele nenhum dos crimes de que O acusais. Herodes também não encontrou, visto que no-l'O enviou de novo. Como podeis ver, Ele não fez nada para merecer a morte. Portanto, vou castigá-l'O e depois soltá-l'O-ei».
Ora, em cada festa da Páscoa, Pilatos devia soltar-lhes um prisioneiro. Toda a multidão começou a gritar: «Mata esse homem! Solta-nos Barrabás!». Barrabás tinha sido preso por causa de uma revolta na cidade e por homicídio. Pilatos queria libertar Jesus e falou outra vez à multidão. Mas eles gritavam: «Crucifica-O! Crucifica-O!». E Pilatos disse pela terceira vez: «Mas que mal fez este homem? Não encontrei n'Ele nenhum crime que mereça a morte. Portanto, vou castigá-l'O, e depois soltá-l'O-ei». Mas eles continuaram a gritar com toda a força, pedindo que Jesus fosse crucificado. E a gritaria deles aumentava cada vez mais. Então Pilatos pronunciou a sentença: que fosse feito o que eles pediam. Soltou o homem que eles queriam, aquele que tinha sido preso por revolta e homicídio, e entregou-lhes Jesus para o que eles queriam.
Enquanto levavam Jesus para ser crucificado, pegaram em certo Simão, da cidade de Cirene, que voltava do campo, e forçaram-no a levar a cruz atrás de Jesus. Uma grande multidão do povo seguia Jesus. E mulheres batiam no peito e choravam por Jesus. Jesus, porém, voltou-Se e disse: «Mulheres de Jerusalém, não choreis por Mim! Chorai por vós mesmas e por vossos filhos! Porque dias virão, em que se dirá: "Felizes as mulheres que nunca tiveram filhos, os ventres que nunca deram à luz e os seios que nunca amamentaram". Então começarão a pedir às montanhas: "Caí em cima de nós!" E às colinas: "Escondei-nos!". Porque, se assim fazem com a árvore verde, o que não farão com a árvore seca?».
Com Ele levavam também outros dois criminosos, para serem mortos. Quando chegaram ao chamado «lugar da Caveira», ali crucificaram Jesus e os criminosos, um à sua direita e outro à sua esquerda. E Jesus dizia: «Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem!». Deitaram sortes para repartirem entre si as vestes de Jesus. O povo permanecia ali a observar. Os chefes, porém, zombavam de Jesus, dizendo: «Salvou os outros. Que Se salve a Si mesmo, se é de facto o Messias de Deus, o Escolhido!». Os soldados também escarneciam d'Ele. Aproximavam-se, ofereciam-Lhe vinagre e diziam: «Se Tu és o rei dos judeus, salva-Te a Ti mesmo!». Por cima d'Ele havia um letreiro: «Este é o Rei dos judeus». Um dos criminosos crucificados insultava-O, dizendo: «Não és Tu o Messias? Salva-Te a Ti mesmo e a nós também!». Mas o outro repreendeu-o, dizendo: «Nem tu temes a Deus, sofrendo a mesma condenação? Quanto a nós é justo, porque recebemos o que merecemos; mas Ele não fez nada de mal». E acrescentou: «Jesus, lembra-Te de mim, quando vieres no teu Reino». Jesus respondeu: «Eu te garanto: hoje mesmo estarás comigo no Paraíso».
Já era mais ou menos meio-dia, e uma escuridão cobriu toda a região até às três horas da tarde, pois o sol deixou de brilhar. A cortina do santuário rasgou-se ao meio. Então Jesus deu um forte grito: «Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito». Dizendo isto, expirou. O oficial do exército viu o que tinha acontecido e glorificou a Deus, dizendo: «De facto este homem era justo!». E todas as multidões que ali estavam e que tinham vindo para assistir, viram o que havia acontecido e voltaram para casa, batendo no peito.

Lucas 23:1-48

05/04/2012

Quinta-Feira Santa: Última Ceia

No primeiro dia dos Ázimos, quando matavam os cordeiros para a Páscoa, os discípulos perguntaram a Jesus: «Onde queres que façamos os preparativos para que comas a Páscoa?». Jesus mandou então dois dos seus discípulos, dizendo: «Ide à cidade. Um homem transportando um cântaro de água virá ao vosso encontro. Segui-o e dizei ao dono da casa onde ele entrar: "O Mestre manda dizer: Onde é a sala em que Eu e os meus discípulos vamos comer a Páscoa?". Então ele mostrar-vos-á, no andar de cima, uma sala grande, mobilada e arrumada. Preparai aí tudo para nós». Os discípulos partiram e foram à cidade. Encontraram tudo como Jesus havia dito e prepararam a Páscoa.
Ao cair da tarde, Jesus chegou com os Doze. Enquanto estavam à mesa e comiam, Jesus disse: «Em verdade vos digo: um de vós vai trair-Me. É alguém que come comigo». Os discípulos começaram a ficar tristes e, um após outro, perguntaram a Jesus: «Serei eu?». Jesus disse-lhes: «É um dos Doze. É aquele que mete comigo a mão no prato. O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura acerca d'Ele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!».
Enquanto comiam, Jesus tomou um pão e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o, distribuiu-o aos discípulos e disse: «Tomai, isto é o meu corpo». Em seguida, tomou um cálice, deu graças e entregou-lho. E todos eles beberam. E Jesus disse-lhes: «Isto é o meu sangue, o sangue da Nova Aliança, que é derramado em favor de muitos. Eu vos garanto: nunca mais beberei do fruto da videira, até ao dia em que beberei o vinho novo no Reino de Deus».
Depois de terem cantado os Salmos, foram para o Monte das Oliveiras.

Marcos 14:12-26

01/04/2012

Domingo de Ramos: A entrada triunfal em Jerusalém

Depois de dizer estas coisas, Jesus partiu à frente deles, subindo para Jerusalém. Quando Jesus Se aproximou de Betfagé e de Betânia, perto do chamado Monte das Oliveiras, enviou dois discípulos, dizendo: «Ide à aldeia em frente. Quando entrardes nela, encontrareis preso um jumentinho que nunca foi montado. Soltai-o e trazei-o. Se alguém vos perguntar: "Porque o soltais?", respondereis: "Porque o Senhor precisa dele"». Os discípulos foram e encontraram as coisas como Jesus havia dito. Quando estavam a soltar o jumentinho, os donos perguntaram: «Porque soltais o jumentinho?». Os discípulos responderam: «Porque o Senhor precisa dele». Então levaram o jumentinho a Jesus. Colocaram os próprios mantos sobre o jumentinho e fizeram montar Jesus. Enquanto caminhavam, as pessoas estendiam os próprios mantos pelo caminho. Quando Jesus estava junto à descida do Monte das Oliveiras, toda a multidão de discípulos começou, alegre, a louvar a Deus em voz alta, por todos os milagres que tinha visto. E diziam: «Bendito seja Aquele que vem como Rei, em nome do Senhor! Paz no Céu e glória no mais alto do Céu». No meio da multidão, alguns fariseus disseram a Jesus: «Mestre, manda que os teus discípulos se calem». Jesus respondeu: «Eu digo-vos: se eles se calarem, as pedras clamarão». Jesus aproximou-Se e, quando viu a cidade, começou a chorar. E disse: «Se também tu compreendesses hoje o caminho da paz! Agora, porém, isto está escondido aos teus olhos! Vão chegar dias em que os inimigos farão trincheiras contra ti, te cercarão e apertarão de todos os lados. Eles esmagar-te-ão a ti e aos teus filhos e não deixarão em ti pedra sobre pedra. Porque não reconheceste o tempo em que Deus veio visitar-te».

Lucas 19:28-44

25/12/2011

Nasceu o Deus-Menino!

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. (João I: 1-5)
Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo. Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade. (João I: 9-14)