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25/06/2017

Televisão: veículo de abominação


A título de exemplo, eis a descrição de uma telenovela transmitida na televisão:
Homem comete adultério e tem filho ilegítimo da secretária. O filho cresce e vira transsexual. Transsexual começa namoro com o sobrinho. O sobrinho descobre que a "namorada" o enganou e é afinal um homem e também tio. Sobrinho agride transsexual. Médico preto apaixona-se por transsexual e agride o sobrinho homofóbico. O sobrinho, que também é racista, é julgado e condenado em tribunal. Transsexual namora agora com o médico preto. Homem adúltero casa com a amante secretária. O casamento é celebrado por um sacerdote preto e "dos tempos modernos". Etc.
Com já dizia Mons. Lefebvre: "A televisão é o tabernáculo de Satanás". Quem quiser manter algum equilíbrio moral e mental, deve abolir esse engenho de sua casa, dedicando mais tempo à família, à oração, às boas leituras, à boa música, ao são convívio, aos divertimentos honestos.

05/06/2017

CNN apanhada a fabricar notícias

Uma equipa de reportagem da CNN foi apanhada a forjar a notícia de uma manifestação espontânea de muçulmanos moderados, que supostamente protestavam contra os atentados em Inglaterra.


Na parte final do vídeo é possível ouvir a jornalista relatar em directo para a televisão a "cena maravilhosa" e "comovedora", de bons muçulmanos que "celebram a paz" e os "heróis de Londres" com "flores", etc.
Depois de uma prova destas, quem é que pode continuar a dar crédito aos órgãos de comunicação social?

27/04/2017

A Páscoa na União Soviética

Propaganda ateia na URSS.

Na noite de Sábado para Domingo de Páscoa, antes do início da missa, os templos cristãos em Moscovo eram cercados por polícias e drujiniki (uma espécie de milícias populares) que identificavam as pessoas antes de as deixarem entrar. No caso de estudantes da Universidade de Moscovo (Lomonossov), onde eu estudei, a ida a uma dessas cerimónias poderia significar a expulsão da escola superior... Além disso, a fim de afastar os cidadãos soviéticos das igrejas, principalmente jovens, a televisão transmitia programas musicais em que participavam cantores nacionais e estrangeiros que só muito raramente podiam ser vistos nos ecrãs.

José Milhazes in «A Mensagem de Fátima na Rússia», 2016.


03/07/2016

Comunismo e pornografia

TV: instrumento de guerra psicológica.

A juventude polaca rejeita o socialismo, tal como manifestou um artigo do jornal diário do Partido Comunista Polaco, reproduzido por Newsweek (13/01/1986).
Tal artigo revela que a maior parte dos jovens encontram na Idade Média (quando reinava a dinastia Piast) a época mais positiva da história nacional. Um dirigente do Partido Comunista alertou então sobre a inexistência de um "compromisso socialista" na juventude, que "se deixaria influenciar pela Igreja".
Perante o fracasso da ostentosa propaganda marxista, houve então um novo recurso: passar filmes pornográficos pela televisão, a fim de afastar os jovens da Fé Católica.
É interessante constatar através deste testemunho insuspeitável do próprio Partido Comunista Polaco o nexo íntimo entre a imoralidade e o marxismo. A corrupção dos costumes, para as autoridades polacas, predispõe a mente para a aceitação passiva das teses comunistas. No Ocidente, a guerra psicológica revolucionária (de inspiração comunista), vem empregando esta táctica com grande êxito nas últimas décadas, destruindo assim os ideais de combate e heroísmo.

18/04/2016

Propaganda subversiva e ideologia oficial


O canal de televisão de Francisco Pinto Balsemão estreia hoje um programa que visa à alienação das inteligências e das almas. Trata-se de um caso claro de terrorismo ideológico.
Fora do arco ideológico autorizado, definido pelo território do velho humanismo igualitário e pelos dogmas da filosofia dos direitos humanos, nenhuma teoria política ou económica [ou religiosa] atrai a atenção dos meios de comunicação. Os mais brilhantes espíritos vêem-se obrigados a mutilar o seu pensamento para agradar, não à "opinião pública" que não existe, mas sim aos censores da ideologia ocidental oficial.
Guillaume Faye in «El Vacío Intelectual».

08/02/2016

A tirania do politicamente correcto


3ª Tese: A ideologia politicamente correcta não é apenas dominante, tornou-se também a única ideologia.
Diz-se que "o maior truque do Diabo é fazer crer que não existe". A força da ideologia politicamente correcta consiste em ter imposto a ideia que os debates ideológicos estavam ultrapassados. Mas como observou oportunamente Dominique Venner em "O Século de 1914", não vivemos numa sociedade a-ideológica, mas numa sociedade saturada de ideologia, de uma ideologia única [e falsa].
É por isso que não há mais debate ideológico nos grandes meios de comunicação social, já que os únicos que podem exprimir-se – incluindo nas páginas de "opinião" dos jornais – são aqueles que respeitam os cânones da [falsa] ideologia única.

Jean-Yves Le Gallou in «Douze thèses pour un gramscisme technologique», 2008.

18/01/2016

A tirania ideológica das elites dominantes


2ª Tese: Os meios de influência são utilizados pelas elites dominantes para impor uma ideologia de ruptura com as tradições do passado.
No início do século XX, foram vários os autores que se inquietaram com a Rebelião das Massas (Ortega y Gasset). No entanto, é à Rebelião das Elites que assistimos nos últimos quarenta anos. Para Christopher Lasch, são as elites económicas, mediáticas e políticas, que impõem aos povos uma ideologia de ruptura com o passado.
Para nós, a "tirania mediática" impõe um cárcere de ideologia dominante assente em quatro dogmas:
– Os benefícios da mundialização;
– A ruptura com a tradição;
– A Esquerda apresentada como ontologicamente superior à Direita;
– O anti-racismo e a culpabilização dos povos.

Jean-Yves Le Gallou in «Douze thèses pour un gramscisme technologique», 2008.

§

Aos "dogmas" enunciados por Le Gallou, estão subjacentes alguns falsos princípios, que são:
– A igualdade universal;
– O relativismo ético-moral;
– O progresso indefinido;
– A religião (sobretudo a católica) como sinónimo de superstição anacrónica.

04/01/2016

Da tirania mediática


1ª Tese: Os instrumentos utilizados para influenciar a opinião nunca foram tão potentes.
Primeiro, porque o tempo passado em frente à televisão representa hoje em França quase 20% da vida dos nossos compatriotas (40% do tempo total em transportes e trabalho), e os produtores televisivos servem-se da informação para fazer passar as suas opiniões, e do entretenimento para promover os seus valores (ou anti-valores).
Em seguida, porque o capital consagrado à comunicação e à publicidade nunca foi tão importante, representando actualmente uma percentagem importante do produto interno bruto (PIB). Ora, tanto a publicidade como a comunicação social não se limitam a promover os seus produtos comerciais ou políticos, eles veiculam também as imagens e os valores. Televisão, publicidade e comunicação são de resto mais eficazes para influenciar opinião porque agem através da emoção em vez da razão.
Por último, para completar o dispositivo do suave totalitarismo, a escola e a empresa são também mobilizadas ao serviço do conformismo dominante.

Jean-Yves Le Gallou in «Douze thèses pour un gramscisme technologique», 2008.

28/12/2015

TV: arma de estupidificação em massa


Ver televisão é a actividade de lazer (ou melhor, não-actividade) preferida de milhões de pessoas em todo o mundo. O americano médio, aos sessenta anos, passou quinze anos em frente a um ecrã de televisão. Passa-se o mesmo em muitos outros países.
Muitas pessoas acham que ver televisão é "relaxante". Observe de perto e perceberá que quanto mais tempo o ecrã for o centro da sua atenção, mais a sua actividade mental se torna suspensa, e nos longos períodos em que está a ver um talk-show, um concurso, uma comédia, ou até publicidade, não há qualquer pensamento gerado na sua mente. Não apenas não se lembra mais dos seus problemas, como se torna temporariamente livre de si mesmo – o que poderá ser mais relaxante que isso?
Ver televisão cria um espaço interior? Torna-o presente? Infelizmente, não. Apesar de, por longos períodos a sua mente possa não gerar qualquer pensamento, está ligada ao show televisivo. A sua mente está inactiva apenas no sentido em que não produz pensamentos. Continua, no entanto, a absorver continuamente pensamentos e imagens que atravessam o ecrã de televisão. Isto induz a uma espécie de transe, um estado passivo de alta susceptibilidade, não muito diferente da hipnose. Por isso, a televisão está ligada à manipulação da "opinião pública". Políticos e grupos de interesse, assim como publicitários, sabem-no e, por isso, pagam milhões de dólares para apanhar o espectador nesse estado de receptividade descuidada. Eles querem que os seus pensamentos se tornem os pensamentos do espectador, e normalmente conseguem.

Eckhart Tolle in «A New Earth».