Mostrar mensagens com a etiqueta Verdade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Verdade. Mostrar todas as mensagens

08/06/2019

O mundo contra a Verdade


As opiniões do mundo prontamente concordam com outras opiniões que sejam da sua espécie. Se essas opiniões se contradizem ou não, elas estão bem juntas; porque algo as une: um ódio profundo e indiferente contra o inimigo comum, isto é, a Verdade.
As opiniões do mundo, mesmo quando duas delas lutam entre si, estão coligadas contra a Verdade. Essa coligação é a paródia da união.
Todos os deuses foram aceites no Panteão romano, excepto Jesus Cristo. Todas as opiniões são aceites no Panteão do mundo; somente a Verdade é deixada à porta.

Ernest Hello in «L'Homme», 1872.

04/06/2019

Em defesa da verdade


Actualmente gostam de dizer que a verdade faz o seu caminho somente com a sua força intrínseca, e que para ela triunfar não necessita da protecção intempestiva e molesta do Estado e das suas leis. Se o Estado favorece a verdade, grita-se logo à injustiça, como se a justiça consistisse em manter equilibrada a balança entre o verdadeiro e o falso, entre a virtude e o vício... Errado! A justiça primeira consiste em favorecer o acesso das inteligências à verdade e preservá-las do erro. É também a caridade primeira: veritatem facientes in caritate. Na caridade façamos a verdade. O equilíbrio entre todas as opiniões, a tolerância de todos os comportamentos, o pluralismo moral ou religioso, são as características de uma sociedade em decomposição, que é a sociedade liberal pretendida pela maçonaria. Ora, foi contra o estabelecimento de uma tal sociedade que os Papas que citamos reagiram sem cessar, afirmando o contrário, que o Estado, o Estado católico em primeiro lugar, não tem o direito de dar tais liberdades, como a liberdade religiosa, a liberdade de imprensa ou a liberdade de ensino.

Mons. Marcel Lefebvre in «Do Liberalismo à Apostasia: A Tragédia Conciliar», 1987.

29/03/2019

Ideologias contra a Verdade


No tempo de Estaline, os grandes biólogos russos, que descobriram o gene como núcleo invariável da herança humana, foram condenados por Lisenko e enviados a morrer na Sibéria. De facto, o gene, invariável, estabilizado, passando a mesma herança cromossómica de pais para filhos, não se acomodava à dialéctica marxista, e era, segundo a óptica dos funcionários do partido, uma heresia idealista. Mas mais recentemente, nos Estados Unidos, vários professores universitários foram banidos e caluniados por terem descoberto uma sensível diferença entre a inteligência de negros, brancos e mestiços. Além disso, puseram a claro uma correlação entre a herança genética e o grau de inteligência. Tais descobertas iam contra a ideologia reinante que afirmava ser a inteligência um factor igual para todos e só dependente da educação e do meio familiar. Toda a investigação foi paralisada e os cientistas foram condenados como racistas e nazis.
Estes dois exemplos demonstram que embora a ciência contrarie as teses fundamentais das ideologias mais divulgadas, estas conservam a sua dinâmica e poder de proselitismo, porque o seu impacto nas massas não se baseia na verdade, ou falsidade, dos seus dogmas e explicações. Antes repousa nos mitos, nas emoções que desencadeiam e nos interesses que cobrem.

António Marques Bessa e Jaime Nogueira Pinto in «Introdução à Política», 1977.

04/03/2019

Pecados contra o Espírito Santo

Santíssima Trindade

Quantos são os pecados contra o Espírito Santo?
Os pecados contra o Espírito Santo são seis:
1. Desesperação de Salvação;
2. Presunção de se salvar sem merecimentos;
3. Contradizer a Verdade conhecida como tal;
4. Ter inveja das mercês que Deus fez a outrem;
5. Obstinação no pecado;
6. Impenitência final.

Porque é que estes pecados se chamam particularmente: pecados contra o Espírito Santo?
Estes pecados chamam-se particularmente contra o Espírito Santo, porque se cometem por pura malícia, a qual é contrária à Bondade que se atribui ao Espírito Santo.

Fonte: «Catecismo Maior de São Pio X», 1908.

28/02/2019

Do amor à verdade


Quem ama a verdade detesta o erro. Isto está tão próximo da ingenuidade como do paradoxo. Mas essa detestação do erro é a pedra de toque à qual se reconhece o amor à verdade. Se você não ama a verdade, pode até certo ponto dizer que a ama e até mesmo fazer crer que sim: mas tenha a certeza de que nesse caso não terá horror pelo que é falso, e por esse sinal se reconhecerá que não ama a verdade.
Quando um homem, que amava a verdade, cessa de amá-la, não começa por declarar a sua defecção, começa por detestar menos o erro. É aqui que ele se trai.
As secretas complacências formam uma das partes mais ignoradas da história do mundo.
Quando um homem perde o amor pela doutrina, boa ou má, que professou, ele geralmente mantém o símbolo dessa doutrina: somente sente morrer em si toda a aversão pelas doutrinas contrárias.

Ernest Hello in «L'Homme», 1872.

27/12/2018

Cristo é Deus da Verdade


Uma vez que tenhamos uma razão moral para acreditar em Cristo, então esta certeza torna-se mais forte do que todas as razões. Assim como uma criança acredita na sua mãe e um aluno no seu professor, assim a mais alta forma de crença se torna possível, especialmente porque acreditamos o que Deus revelou por intermédio do Seu Divino Filho; pois Deus não se engana, não pode ser enganado, nem pode enganar. Sobre este assunto não há que escolher. Rejeitar uma verdade é rejeitar a autoridade de Quem oferece estas verdades.

Mons. Fulton Sheen in «Aprendei a Amar», 1957.

20/10/2018

A Verdade e a "verdade" do Partido


Perguntaram a um missionário na China: «O que é a verdade?». Depois de a explicar, o juiz comunista respondeu: «Não! A verdade é o que diz o Partido!». Daqui, o que hoje dizemos, ser "verdadeiro" para hoje. O que dissermos amanhã, embora seja ao contrário do que se disse ontem, será o "verdadeiro" da altura. A táctica segue a situação histórica de dado período. Como disse Lenine: «Para conseguirmos a revolução no mundo devemos empregar todos os estratagemas, manobras, métodos ilegais, mentiras e subterfúgios».

Mons. Fulton Sheen in «Aprendei a Amar», 1957.

25/06/2018

Verdade e Realismo


A verdade consiste no acordo do pensamento com a realidade. E por isso, na sua obra A Metafísica, Aristóteles identifica a verdade com o ser e a falsidade com o não-ser. Com efeito, escreve: «Uma coisa tem tanto de ser como de verdade». E acrescenta: «Ser e não-ser são, no sentido mais estrito, verdade e falsidade». Significa isto que é o ser e o não-ser que determinam a verdade e a falsidade dos juízos de existência e não-existência. E exemplifica: «Não é pelo facto de pensarmos com verdade que és branco, que tu és branco, mas é porque tu és branco que, ao afirmá-lo, dizemos a verdade».

Em oposição a isto, temos o Subjectivismo.

11/05/2018

Da Verdade


1. Noção. – Comumente atribuímos o predicado de "verdadeiro" às coisas, aos conhecimentos e às palavras; e dizemos que uma coisa é verdadeira, quando possui a sua própria natureza: ouro verdadeiro é aquele que tem realmente a essência do ouro; um conhecimento é verdadeiro, quando representa o objecto como realmente é, quando diz do objecto o que ele é, e não o que ele não é; as palavras são verdadeiras, quando manifestam o que realmente pensamos.

2. A verdade das coisas, chamada verdade ontológica, depende da conformidade das coisas com a Inteligência divina que as concebeu e criou.
A verdade do conhecimento, chamada verdade lógica ou formal, depende da conformidade da nossa inteligência com as coisas. De facto, todo o nosso esforço ao procurar conhecer uma coisa consiste em nos "adequar " à coisa, à realidade. Quando, por ex., olhando pela janela, não distinguimos se chove ou não, abstemo-nos de julgar. Quando porém nos certificamos de ter atingido a realidade, afirmamos ou negamos; e se vemos que está a chover, a impossibilidade de negá-lo não é uma impossibilidade puramente subjectiva de pensar o contrário, mas uma impossibilidade imposta pela realidade e independente de nós, pois não é a nossa inteligência que faz com que as coisas (naturais, não-artificiais) sejam, e sejam o que são. Donde para conhecer uma coisa e falar dela com verdade é necessário que a nossa inteligência se conforme com aquilo que a coisa é. – E isso vale também para as afirmações de ordem universal, como: o homem é animal racional, o todo é maior do que uma de suas partes.
Mesmo quando erramos, o esforço feito foi de nos adequar à realidade, e a nossa afirmação provém ainda da persuasão (precipitada no caso, como veremos) de nos estar conformando com o que é.
Reconhecer que o nosso esforço no conhecer é para saber e dizer o que é, e não o que não é, é reconhecer que as nossas faculdades cognoscitivas são feitas para conhecer o que é, a realidade; que a natureza delas é de tender para a realidade: a verdade; que são aptas para atingir a realidade, a verdade. Senão, não se poderia dizer de quem afirma, por ex., 2 + 2 = 5, que usa mal das suas faculdades.
A verdade das palavras consiste na conformidade das palavras com o que a inteligência pensa e julga.

3. Estas três espécies de verdades supõem sempre como elemento comum uma conformidade, uma adequação entre estes dois termos: inteligência e realidade. Donde a definição da verdade: "adaequatio intellectus et rei".
Quem se conforma dá o nome à verdade:
Conformidade da realidade da coisa com a Inteligência divina = verdade da coisa. É verdade essencial (provém da sua essência) transcendental (compete a todas as coisas, porque todas têm entidade e precisamente aquela que Deus pensou e quis, pois nunca Deus se engana no realizar das suas ideias). – Todas as coisas, enquanto – pelo facto de terem alguma entidade – são aptas para serem conhecidas pela inteligência humana cujo objecto é o ser, possuem também uma verdade transcendental acidental: é a inteligibilidade da realidade;
Conformidade da inteligência humana com a realidade, com as coisas = verdade da inteligência, isto é, verdade do conhecimento, verdade lógica e formal;
Conformidade das palavras com o conhecimento da inteligência = verdade das palavras, chamada veracidade, que se opõe à mentira e de que trata a Ética.

Pe. Pedro Cerruti in «A Caminho da Verdade Suprema», 1956.

28/03/2018

A fuga à Verdade


A bondade, o patriotismo, a honestidade e a lealdade estão a perder as suas batalhas, não por conflito, mas por desistência. Muitos daqueles que são chamados a ser os defensores do que é certo, não são feridos em batalha, eles fogem.

Mons. Fulton Sheen in jornal «The Lewiston Daily Sun», 14 de Julho de 1973.

18/11/2017

A verdade é a regra e o fim último de todas as coisas


Não se vê com clareza que, assim como é um crime perturbar a paz quando reina a verdade, também o é permanecer em paz quando se destrói a verdade? Há, pois, um tempo no qual a paz é justa e outro no qual é injusta. Está escrito que "há tempo de paz e tempo de guerra": é o interesse da verdade que os diferencia. Mas não há tempo de verdade e tempo de erro; está escrito, ao contrário, que "a verdade de Deus permanece eternamente". Por isso Jesus Cristo, que disse ter vindo trazer a paz, também disse que veio trazer a guerra; mas não disse que veio trazer a verdade e a mentira. A verdade é, portanto, a primeira regra e o fim último de todas as coisas.

Blaise Pascal in «Pensées», 1670.

29/09/2017

Subjectivismo

Inteligência

Subjectivismo é introduzir a liberdade na inteligência, quando pelo contrário, a nobreza desta consiste em submeter-se ao objecto, consiste na acomodação ou conformidade do pensamento com o objecto conhecido. A inteligência funciona como uma câmara fotográfica, deve reproduzir exactamente as características perceptíveis do real. A sua perfeição consiste na fidelidade ao real. Por este motivo a verdade define-se como a adequação da inteligência com a coisa. A verdade é esta qualidade do pensamento, de estar de acordo com a coisa, com o que é. Não é a inteligência que cria as coisas, mas as coisas que se impõem à inteligência tal como são. Consequentemente, a verdade de uma afirmação depende do que ela é, é algo de objectivo; e aquele que procura a verdade deve renunciar-se a si, renunciar a uma construção do seu espírito, renunciar a inventar a verdade.

Pelo contrário, no subjectivismo, é a razão que constrói a verdade: deparamo-nos com a submissão do objecto ao sujeito. Este passa a ser o centro de todas as coisas. As coisas não são mais o que são, mas o que se pensa delas. O homem passa a dispor da verdade conforme a sua vontade: a este erro chama-se idealismo no plano filosófico, e liberalismo no plano moral, político e religioso. Como consequência, a verdade será diferente conforme os indivíduos e os grupos sociais. A verdade torna-se necessariamente compartilhada. Ninguém pode pretender tê-la exclusivamente na sua integridade; ela faz-se e procura-se sem descanso. Pode ver-se o quanto isto é contrário a Nosso Senhor Jesus Cristo e à sua Igreja.

Mons. Marcel Lefebvre in «Do Liberalismo à Apostasia: A Tragédia Conciliar», 1987.

24/04/2017

Defensor de "causas perdidas"


Já citei aquele pensamento salutar: não se é obrigado a vencer; mas toda a gente é obrigada a lutar.
Neste, como noutros campos, lutarei, sozinho, sem esperanças de ser ouvido; já estou habituado ao silêncio – ou a minha doença me não tivesse ensinado a conformar-me com o silêncio...
Lutarei, pois, sozinho, sem esperanças de ver os meus esforços serem secundados.
Já um dia me chamaram, com envenenada má-fé, «defensor de causas perdidas».
Admirável coisa esta de defender causas vencidas, homens vencidos, sobre que as vagas alterosas da Vitória passam, altaneiras e invencíveis! Com essa defesa, não se colhem bens, nem louros; colhem-se antes desgostos e lágrimas. Mas fica-nos a consciência tão límpida como a água que brota de rocha virgem...

Alfredo Pimenta in «Três Verdades Vencidas: Deus, Pátria, Rei», 1949.

19/04/2017

O Erro não tem direitos


O nada não tem direito nenhum, visto que não existe. É impossível, aquilo que não existe, ter direitos. Atribuir direitos ao nada é portanto uma injustiça. Ora, o que se faz quando se atribui direito ao erro? Atribui-se direito ao nada. Basta tomar consciência do que são a verdade e o erro para entender. A verdade encontra-se na inteligência, na medida em que a inteligência reproduz exactamente uma realidade existente. Quando a inteligência produz intelectualmente uma coisa que não é, então há erro. Ora, o que acontece em caso similar? Tenho na minha mente a ideia de uma coisa como se fosse. Atribuo-lhe o direito de ser na minha mente como se existisse. Na realidade não é. Visto que não é, ela é uma criação do meu próprio espírito, sem fundamento nenhum. Como posso dar como base à minha vida, à minha actividade, uma realidade que não existe? O que deve resultar de uma tal aberração? O que resulta necessariamente em todo o prédio que se constrói sem fundamento. Dou como base à minha vida e à minha actividade uma ideia a que não corresponde nada de objectivo e de real, necessariamente todo o edifício intelectual e social, que se ergue assente nesta ideia, está destinado a ruir. Para uma vida e uma acção não pode haver outro fundamento senão uma realidade verdadeira. E por isso, só a verdade tem, na ordem individual e social, o direito à existência. Sob nenhum ponto de vista, o erro pode reivindicar este direito. Quando o erro se instala numa inteligência, ou nas multidões, usurpa os direitos que não lhe pertencem; é injusto.

Pe. Philippe C.SS.R. in «Catecismo dos Direitos Divinos na Ordem Social».

14/05/2016

Verdade inconveniente ou mentira reconfortante?


Só a verdade liberta...

Tenham paciência, mas acho que é muito mais útil uma verdade, ainda que amarga e agressiva, do que um engano saboroso e consolador e, se as pessoas estão verdadeiramente interessadas neste processo de libertação, um dia verão que só a verdade o pode servir.

António Alçada Baptista in «Peregrinação Interior: Reflexões sobre Deus».

13/03/2016

Todos têm opinião sobre tudo


Hoje, pelo contrário, o homem médio tem as "ideias" mais taxativas sobre quanto acontece e deve acontecer no universo. Por isso perdeu o uso da audição. Para quê ouvir, se já tem dentro de si o que necessita? Já não é época de ouvir, mas, pelo contrário, de julgar, de sentenciar, de decidir. Não há questão da vida pública em que não intervenha, cego e surdo como é, impondo a sua "opinião".
Mas não é isto uma vantagem? Não representa um progresso enorme que as massas tenham "ideias", quer dizer, que sejam cultas? De maneira nenhuma. As "ideias" deste homem médio não são autenticamente ideias, nem a sua posse é cultura. A ideia é um xeque-mate à verdade. Quem queira ter ideias necessita antes de dispor-se a querer a verdade, e aceitar as regras do jogo que ela imponha. Não vale falar de ideias ou opiniões onde não se admite uma instância que as regula, uma série de normas às quais na discussão cabe apelar. Estas normas são os princípios da cultura.

José Ortega y Gasset in «A Rebelião das Massas», 1930.

21/01/2016

Pecado contra a verdade

Destruição de Sodoma.

A comunidade ou a nação que peca contra a verdade, que perde a reverência pela verdade e o ódio pela mentira, está perdida. Abandonada pela mão de Deus. E que maior castigo que este... A Verdade não pode impor-se por si mesma pela força. Se não a aceitam, retira-se. Temei a Verdade que se retira!

Pe. Leonardo Castellani in «San Agustín y Nosotros».

12/01/2016

Um só Deus, uma só Fé, uma só Igreja


Assim como há um só Deus, um só Cristo e um só Espírito Santo, assim também há uma só verdade divinamente revelada; uma só fé divina que é o princípio da salvação do Homem e o fundamento de toda a justificação, a fé pela qual o justo vive e sem a qual é impossível agradar a Deus e chegar à comunhão de Seus filhos. Há uma só Igreja, una, verdadeira, santa e católica, que é a Igreja Apostólica Romana. Há uma só cátedra fundada sobre Pedro pela palavra do Senhor, fora da qual não podemos encontrar nem a verdadeira fé, nem a salvação eterna. Todo aquele que não tiver a Igreja como mãe não pode ter a Deus como pai, e quem quer que abandone a cátedra de Pedro sobre a qual a Igreja foi fundada, confia falsamente que está na Igreja de Cristo. Na verdade, não pode haver crime maior e mancha mais repugnante do que se opor a Cristo, do que dividir a Igreja gerada e comprada pelo Seu Sangue, do que esquecer o amor evangélico e combater com o furor da discórdia hostil, a harmonia do povo de Deus.

Papa Pio IX in «Singulari Quidem», 1856.