Nota: Este debate foi crucial na conversão de C. S. Lewis ao Cristianismo.
21/08/2013
14/08/2013
Aljubarrota
Festa popular e festa de mocidade. Nuno Álvares tinha vinte
e três anos quando da revolução em Lisboa, e 25 em Aljubarrota; D. João I, 25
ao ser proclamado defensor do reino e 27 na segunda daquelas datas. O estado
maior do Condestável eram rapazes de pouca idade, com o espírito aventuroso e
irrequieto dos jovens, insofridos nas pelejas, mas obedecendo cegamente ao
chefe. Com estes se fez a campanha e se assegurou a independência de Portugal.
Hoje como então se exige espírito novo para fazer a
revolução nacional. O espírito novo é mais fácil encontrá-lo em novos que em
velhos, ainda que haja velhos com mocidade de espírito e moços gastos por
interesses e preocupações que não costumam ser da sua idade. É, porém,
essencial que o espírito da mocidade seja por nós formado no sentido da vocação
histórica de Portugal, com os exemplos de que é fecunda a História, exemplos de
sacrifício, patriotismo, desinteresse, abnegação, valentia, sentimento da
dignidade própria, respeito absoluto pela alheia.
Facto cheio de ensinamentos é o comemorado hoje: homens que
sirvam de exemplo para a nossa formação esses que, à volta de D. João I e do
Condestável, batalharam e serviram e foram de tamanha estatura que futuros
séculos de maravilha não lhes tocaram nem os puderam diminuir. Sobretudo esse
Condestável D. Nuno, depois Frei Nuno de Santa Maria, guerreiro e monge, chefe
de exércitos e edificador de conventos, vencedor de castelhanos e distribuindo
em maus anos seus bens pelos mesmos que derrotara em batalhas para que não
mandassem na sua terra, erguendo sua valentia no altar da Pátria como a Igreja
o havia de erguer pelas suas virtudes nos altares da fé, cheio de honras e
riquezas e enterrado em vida no Convento do Carmo, na dura estamenha de frade,
quando depois de Ceuta lhe pareceu já não ser necessária a espada para defesa
da Pátria, mas disposto de novo a vestir as armas se el-Rei de Castela mais
alguma vez se tentasse a invadir Portugal.
António de Oliveira Salazar in «A Voz», n.º 3048, 15 de Agosto de 1935.
10/08/2013
A Olivença, a perdida
Fiel ao sangue, nossa irmã germana,
chora Olivença as suas horas más
junto do rio que tornou atrás,
quando soou a trompa castelhana.
Ó Casa de Antre Tejo-e-Guadiana,
lembra-te dela que entre ferros jaz!
Não a dobrou a guerra nem a paz,
– fiel ao sangue, o sangue a ti a irmana!
E todo aquele em quem ainda viva
o ardor da Raça e a voz que nele anseia,
se for p'ra além da raia alguma vez,
é Olivença, nossa irmã cativa
lá onde com surpresa a gente alheia
oiça dizer adeus em português!
António Sardinha in «Epopeia da Planície».
06/08/2013
Memorial para governo do Reino
Num memorial de sua letra, que fez antes de tomar o governo do Reino, El-Rei D. Sebastião escreveu as máximas que devia observar, e são as seguintes:
– Terei a Deus por fim de todas as minhas obras, e em todas elas me lembrarei d'Ele.
– Em me deitando, e levantando, conto com Ele muito particular. – Cuidar à noite, em que falei naquele dia.
– Trabalharei muito por dilatar a Fé. – Favorecerei muito as coisas da Igreja. – Armar todo o Reino. – Defender alfaias e delícias. – Fazer mercê a bons, castigar a maus. – Não crer levemente, e ouvir sempre ambas as partes. – Fazer justiça ao grande, e ao pequeno, sem excepção de pessoa. – Tirar as onzenas. – Conquistar e povoar a Índia, Brasil, Angola e Mina. – Todo o que me falar desonestidades, castigá-lo rijamente.
– Quando houver de fazer alguma coisa, comunicá-la primeiro com Deus. – Reformar os costumes, começando por mim no vestir e comer. – Em negócios, ter primeiro conta com o bem comum, e depois com os particulares. – Tirar alguns tributos e buscar modo com que Lisboa seja abastada. – As leis que fizer, mostrá-las primeiro a homens de virtude e letras, para que me apontem os inconvenientes que tiverem.
– Levar os súbditos por amor, enquanto puder. – Ser inteiro aos grandes, humano aos pequenos.
– As comendas sirvam em África.
– Não ter junto de mim senão homens tementes a Deus.
– Devassar dos ofícios de justiça, e fazenda, cada ano.
– Escrever a todos os Prelados que façam dizer Missas e Orações por mim, e pedir jubileu ao Papa.
– Terei nos postos do mar homens de confiança, e os que entram, que não sejam suspeitos na Fé.
– As coisas que não entender bem, comunicá-las primeiro com quem me possa dar parecer desenganado.
– Não dar, nem prometer nada, sem saber se é injustiça ou mal feita. – Mostrar bom rosto e agasalhado a todos. – Prover os cargos e ofícios em quem faz para isso, e não por outros respeitos. – Não desmaiar nas dificuldades, antes ter maior fé e confiança em Deus. – Tirar a cobiça. – Mostrar sempre ânimo liberal e não acanhado. – Gabar os homens, e cavaleiros, que tiverem bons procedimentos, diante de gente, e os que tiverem préstimo para a República, e mostrar aborrecimento às coisas a ela prejudiciais. – Não dizer palavras que escandalizem, mormente quando estiver agastado. – Os meus Embaixadores andarão sempre vestidos à portuguesa.
– Em todas as coisas que fizer, terei primeiro conta com a honra de Deus. – Serei pai dos pobres e de quem não tem quem faça por eles.
04/08/2013
D. Sebastião, o rei casto
Sua alma cada vez mais se esmaltava de intenções formosas, e seu corpo vestia-se de castidade. Não deixava que nenhuma dama lhe tocasse, e quando passeava a cavalo pela Rua Nova, ou pelas betesgas da velha e mourisca Lisboa, jamais levantava os olhos para as donzelas que chegavam às ventanas ou curiosamente espreitavam por detrás das verdes adufas árabes.
Era que seu espírito, vivendo exclusivamente para o catolicismo e para a guerra, queria servir estas ideias com alma pura e corpo casto.
Uma manhã, na igreja de São Roque, confessado e comungado, recolheu-se todo em si, cabeça inclinada para o peito, em profunda absorção. Esteve assim muito tempo. Depois, ergueu a fronte, pôs firme os olhos num crucifixo alto e, entre grossas lágrimas, rogou com a alma inteira:
– Senhor, Vós que a tantos príncipes haveis concedido impérios e monarquias, concedei-me ser vosso capitão!
Eram três as suas orações diárias: – Que Deus o inflamasse no zelo da fé, que ele queria propagar pelo mundo; – que Deus o tornasse um ardido guerreiro; – que Deus o conservasse casto.
Ser casto! Para ele a castidade era uma graça física que o tornava forte, uma fortaleza que o fazia ledo. A castidade dilatava-lhe a alma, amando a todos – ao reino, à grei. Era uma pureza que, vivendo em si, marcava conceito nobre em todos os seus propósitos, lhe punha frescor no olhar e lhe brunia as faces com sorrisos brancos. Ser casto era vestir um arnês de candura.
Antero de Figueiredo in «D. Sebastião: Rei de Portugal», 1924.
30/07/2013
Amor não é Tolerância
Existe também outra falsificação da imagem deste amor sobrenatural. Acredita-se que um homem que actua na vida segundo a lei do amor, deve ser necessariamente um homem bondoso, pleno de compaixão, disposto a todos os compromissos, incapaz de fazer uso da violência, pronto a perdoar todas as injustiças e sobretudo amante da paz. Isto não é verdade.
Existem circunstâncias nas quais o amor de tipo espiritual pode chegar a ser terrível e impiedoso. Quando o Arcanjo São Miguel expulsou Lúcifer e as suas hostes do Céu, não procedeu com suavidade com os rebeldes; Jesus Cristo tomou um chicote e escorraçou os vendilhões do templo. No dia do Juízo Final, não podemos dizer que Jesus Cristo não tem amor porque vai a julgar-nos e muitos terminarão no Inferno. Quando um líder de um país manda cortar a cabeça de um malfeitor, não significa que não tem amor; pelo contrário, poderia ser acusado de falta de amor para com o povo se não tivesse procedido tão severamente. Corneliu Codreanu, acusado no parlamento do seu país de não ser cristão, por exigir a aplicação da pena capital, respondeu: «Entre a morte da minha nação e a morte de um malfeitor, prefiro a morte deste último».
Horia Sima in «El Hombre Cristiano y La Acción Política».
27/07/2013
23/07/2013
18/07/2013
Os católicos-liberais
Embora os filhos do século sejam mais hábeis que os filhos da luz, seus ardis e suas violências teriam, sem dúvida, menor êxito se um grande número, entre aqueles que se intitulam católicos, não lhes entendesse mão amiga. Sim, infelizmente, há os que parecem querer caminhar de acordo com os nossos inimigos, e se esforçam por estabelecer uma aliança entre a luz e as trevas, um acordo entre a justiça e a iniquidade por meio dessas doutrinas que se chamam católico-liberais, as quais, apoiando-se sobre os mais perniciosos princípios, adulam o poder civil quando ele invade as coisas espirituais, e impulsionam as almas ao respeito, ou ao menos à tolerância das leis mais iníquas. Como se absolutamente não estivesse escrito que ninguém pode servir a dois senhores. São eles muito mais perigosos certamente e mais funestos do que os inimigos declarados, não só porque lhes secundam os esforços, talvez sem o perceberem, como também porque, mantendo-se no extremo limite das opiniões condenadas, tomam uma aparência de integridade e de doutrina irrepreensível, aliciando os imprudentes amigos de conciliações e enganando as pessoas honestas, que se revoltariam contra um erro declarado. Por isso, eles dividem os espíritos, rasgam a unidade e enfraquecem as forças que seria necessário reunir contra o inimigo.
Papa Pio IX in «Carta ao Círculo Santo Ambrósio de Milão», 6 de Março de 1873.
14/07/2013
As três revoluções
Este inimigo terrível tem um nome: chama-se Revolução. A sua causa profunda é uma explosão de orgulho e de sensualidade que inspirou, não diríamos um sistema, mas toda uma cadeia de sistemas ideológicos. Da larga aceitação dada a estes no mundo inteiro, decorreram as três grandes revoluções da História do Ocidente: a Pseudo-Reforma, a Revolução Francesa e o Comunismo. (...)
A Pseudo-Reforma foi uma primeira Revolução. Ela implantou o espírito de dúvida, o liberalismo religioso e o igualitarismo eclesiástico, em medida variável aliás nas várias seitas a que deu origem.
Seguiu-se-lhe a Revolução Francesa, que foi o triunfo do igualitarismo em dois campos. No campo religioso, sob a forma do ateísmo, especiosamente rotulado de laicismo. E na esfera política, pela falsa máxima de que toda a desigualdade é uma injustiça, toda a autoridade é um perigo, e a liberdade é o bem supremo.
O Comunismo é a transposição destas máximas para o campo social e económico.
Plinio Corrêa de Oliveira in «Revolução e Contra-Revolução».
10/07/2013
A vulgaridade como direito
Não se trata de o homem-massa ser estúpido. Pelo contrário,
o actual é mais esperto, tem mais capacidade intelectiva que o de qualquer
outra época. Mas essa capacidade não lhe serve de nada; com rigor, a vaga
sensação de possuí-la serve-lhe só para encerrar-se mais em si mesmo e não
usá-la. Consagra de uma vez para sempre o sortido de tópicos, preconceitos,
ideias-feitas ou, simplesmente, vocábulos ocos que o acaso amontoou no seu
interior e, com uma audácia que só se explica pela ingenuidade, imporá onde quer
que seja. É isto que no primeiro capítulo eu enunciava como característico da
nossa época: não que o vulgar julgue que é excelente e não vulgar, mas que o
vulgar proclame e imponha o direito da vulgaridade, ou a vulgaridade como
direito.
José Ortega y Gasset in «A Rebelião das Massas».
02/07/2013
País governado ao acaso
Ordinariamente todos os ministros são inteligentes, escrevem
bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são
excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade,
nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o
estadista. É assim que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos
políticos. Política de acaso, política de compadrio, política de
expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses,
por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será
possível conservar a sua independência?
Eça de Queiroz in «O Distrito de Évora».
28/06/2013
24/06/2013
Livro: O cônsul Aristides Sousa Mendes: a Verdade e a Mentira
O embaixador Carlos Fernandes, diplomata de carreira e professor universitário, com vasta obra publicada, foi sempre um moderado, na sua vida privada e na pública. E é-o neste livro. Nunca quis entrar na política, mais ou menos partidária, para que foi convidado desde muito novo. Só quis servir o Estado, isto é, toda a comunidade portuguesa organizada como tal, e não apenas uma fracção dela. E serviu-o durante muitos anos e intensamente, como se verifica pelo seu extraordinariamente vasto curriculum vitae, tendo tido actividade notável na negociação dos acordos no seio da EFTA, na Conferência da Haia de Direito Internacional Privado, e sido até pioneiro na elaboração e negociação dos acordos sobre protecção no trabalho e segurança social dos emigrantes, e na transferência de presos condenados e a cumprir prisão no estrangeiro.
Cansado de ler e ouvir tão abundantes como mirabolantes
fantasias a respeito de A. de Sousa Mendes, enquanto cônsul de Portugal em
Bordéus, em Junho de 1940, fantasias que este nunca invocou nem sugeriu, além
de pressionado por vários amigos, dado que ele é, actualmente, a única pessoa
viva que, ainda no MNE, conviveu com Sousa Mendes, e, crê-se, a única dos que
sobre ele escreveram que o conheceu pessoalmente, decidiu escrever este livro,
repondo a verdade sempre que o julgou necessário, sem deixar de evidenciar
simpatia pessoal, não profissional, por este cônsul de Portugal, dadas as
circunstâncias de tempo, lugar, e psicológicas em que actuou.
É, como verificarão, um livro muito bem documentado, e, sem
dúvida, a queda de um mito, não de um anjo, já que esta descreveu-a o grande
Camilo Castelo Branco de forma inexcedível.
O leitor vai encontrar aqui vasta informação relevante que
certamente desconhecia, porque, propositadamente, se tem omitido ou deturpado,
por razões políticas e económicas, que aborrecem a verdade.
Aristides, ao contrário do que se tem propalado, não deu
30.000 vistos dos quais 10.000 a judeus nos dias da ira, mas apenas entre 600 e
650, nunca tendo sido exonerado de cônsul de Portugal nem aposentado por Salazar,
recebendo até morrer o seu vencimento como tal.
Desde alguns descendentes de Aristides até ao influente
político americano de origem açoriana Tony Coelho, passando por grupos judaicos
amestrados para isso, e por Jaime Gama e outros políticos portugueses, tem-se
elevado uma monstruosa montanha mitificadora à base de falácias que não
engrandecem quer Aristides quer a Assembleia da República, quer o Governo e o
Presidente da República que para isso contribuíram.
23/06/2013
O ateísmo é o ópio do povo
Lenine disse que a religião é o ópio do povo... Mas é apenas crendo em Deus que nós podemos criticar o Estado. Uma vez abolido Deus, e o Estado torna-se Deus. Este facto está escrito em toda a história humana; mas está escrito mais claramente na história recente da Rússia; que foi criada por Lenine... Lenine apenas caiu num pequeno erro: ele percebeu tudo ao contrário. A verdade é que o ateísmo é o ópio do povo. Onde quer que as pessoas não acreditem em algo para além do mundo, elas irão adorar o mundo.
Gilbert Keith Chesterton in «Christendom in Dublin».
20/06/2013
Cicuta
O Constitucionalismo nunca se casou com a Nacionalidade Portuguesa, porque foi sempre estrangeiro. Toda a obra que um povo realizar, fora do seu espírito, não vinga, é estéril e condenada a uma morte próxima.
Teixeira de Pascoais in «Saudade e o Saudosismo».
13/06/2013
Santo António
Martelo de hereges, volta à vida!
que a tua língua resplandeça ardente,
p'ra bem de tanta alma empedernida.
Lá donde estás, António, não nos deixes!
Se os homens te esqueceram negramente,
lembra-te, Santo, que ainda tens os peixes!
António Sardinha in «Pequena Casa Lusitana».
10/06/2013
Portugal Crucificado
Crucificado sobre um alto cerro,
com moiros a jogar-lhe a roupa aos dados,
eis Portugal pagando o antigo erro,
eis Portugal penando os seus pecados.
Insultam-no de baixo com aferro
esses a quem o insulto fez medrados.
Hora de expiação. Um ar de enterro
tingiu de treva os longes carregados.
E exclama Portugal: – «Senhor! Senhor!
A mim, alcaide-mor da Cristandade,
assim me abandonaste na agonia!»
António Sardinha in «Pequena Casa Lusitana».
09/06/2013
A liberdade e a independência perdida
Independência, liberdade, quer dizer vida; e vida quer dizer – concordância entre o meio e o fim, obediência do condicional ao absoluto, sacrifício do inferior ao superior, do criador individual e animal à criatura espiritual.
O antigo português foi livre no sentido verdadeiro da palavra. As descobertas nasceram da sua própria força criadora. Nas cortes, falava, rosto a rosto ao Príncipe, e a sua lança, cravada na fronteira, assegurou a Portugal a nobre independência garantida pelo espírito de sacrifício.
Portugal foi livre, enquanto foi português nas suas obras; enquanto soube realizá-las, obedecendo apenas à sua Vontade vitoriosa.
Sem actividade criadora não há liberdade nem independência. Cada instante de liberdade é preciso construí-lo e defendê-lo como um reduto. Representa um estado de esforço alegre e doloroso; alegre, porque dá ao homem a consciência do seu valor; e doloroso porque lhe exige trabalho nos dias de paz e vida nas horas de guerra.
A escravidão é feita de descanso e de tristeza.
Teixeira de Pascoaes in «Arte de Ser Português».
04/06/2013
Ecumenismo e Maçonaria
Podemos dizer que o ecumenismo é o filho legítimo da Maçonaria... No nosso tempo, o nosso irmão Franklin Roosevelt reclamou para todos a possibilidade de "adorar a Deus segundo os seus princípios e convicções". Isto é tolerância, e é também ecumenismo. Nós, os maçons tradicionais, permitimo-nos parafrasear e transpor estas palavras de um estadista célebre, adaptando-as às circunstâncias: católicos, ortodoxos, protestantes, israelitas, muçulmanos, hindus, budistas, livres-pensadores, livres-crentes, estes são apenas os nossos primeiros nomes; a Maçonaria é o nome da nossa família.
Yves Marsaudon in «L'oecuménisme vu par un franc-maçon de tradition».
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