Feliz Natal!
25/12/2013
23/12/2013
A origem do Presépio
Foi São Francisco de Assis quem montou o primeiro presépio da história, na noite de Natal de 1223, na localidade de Greccio, na Itália. São Francisco de Assis quis celebrar o Natal da forma mais realista possível e, com a permissão do Papa, armou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de São José, juntamente com um boi e um burro. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal. O costume espalhou-se pela Europa e de lá para o Mundo. A Igreja Católica considera um bom costume cristão montar presépios no período do Natal em igrejas, casas e até em praças e locais públicos.
Adaptado de «Guia de Curiosidades Católicas» de Evaristo Eduardo de Miranda.
22/12/2013
A origem da Árvore de Natal
Em 723 São Bonifácio derrubou um enorme carvalho dedicado ao deus pagão Thor, perto da actual cidade de Fritzlar, na Alemanha. Para mostrar ao povo e aos druidas que a árvore não era sagrada, ele abateu-a. Esse acontecimento é considerado o início formal da cristianização da Alemanha. Na queda, o carvalho destruiu tudo que ali se encontrava, menos um pequeno pinheiro. Segundo a tradição, São Bonifácio interpretou esse facto como um milagre. Era o período do Advento e, como ele pregava sobre o Natal, declarou: "Doravante, nós chamaremos esta árvore de Árvore do Menino Jesus". Assim começou o costume de plantar pequenos pinheiros para celebrar o nascimento de Jesus, estendendo-se pela Alemanha e de lá para o Mundo.
Adaptado de «Guia de Curiosidades Católicas» de Evaristo Eduardo de Miranda.
19/12/2013
Sabedoria afonsina
Queimai velhos madeiros
Bebei velhos vinhos
Lede velhos livros
Tende velhos amigos.
Afonso X, o Sábio.
14/12/2013
A perseguição dos cristãos na Coreia do Norte
Nota: A associação Portas Abertas é protestante. Portanto, peço que tenham em conta os eventuais erros doutrinários presentes no vídeo.
13/12/2013
Nova Ordem Social
Os lobos, descontentes da vida que levavam, resolveram
reconstruir a sua ordem social.
– Imitemos as abelhas! – Propôs um.
– Melhor, as térmitas! – Propôs outro.
Depois de muitos debates, a maioria convenceu-se que a ordem
estabelecida pelas abelhas seria a que melhor se coadunaria aos lobos.
Antes de pôr em votação, um velho lobo, pedindo a palavra,
disse:
– As razões da proposta são inegavelmente interessantes e
ponderadas. Que tenha servido para abelhas e térmitas, compreendo. Que venha a
servir para lobos é o que duvido, pela simples razão de lobos serem lobos, e
não abelhas nem térmitas. E por outro lado, deixai-me ao menos pôr uma pequena
dose de pessimismo lupino: depois de milénios e milénios, os lobos volvem para
os insectos em busca de construções sociais. Será que a isso chamam progresso?
Mário Ferreira dos Santos in «Assim Deus Falou aos Homens».
08/12/2013
05/12/2013
Mandela: A queda de um Mito
Em 1964 o governo do Apartheid sentenciou Nelson Mandela a 30 anos de prisão. O julgamento de Mandela foi conduzido por um judiciário independente e testemunhado por muitos observadores internacionais. As acusações contra Mandela incluíam: "A preparação, manufactura e uso de explosivos, incluindo 210 mil granadas de mão, 48 mil minas antipessoais, 1.500 bombas-relógio, 144 toneladas de nitrato de amónio, 21,6 toneladas de pó de alumínio e uma tonelada de pólvora negra. São 193 acusações relativas a actos de terrorismo cometidos entre 1961 e 1963".
"O julgamento (de Mandela) foi conduzido de maneira legal", escreveu Anthony Sampson, correspondente do London Observer (jornalista que depois escreveu a biografia autorizada de Mandela). "O juiz, o Sr. Quartus de Wet, foi escrupulosamente justo."
04/12/2013
A Grande Mentira
A micro-elite tem, acima de tudo, uma ideologia pragmática e
de vocação prioritariamente económica e financeira. Tudo aquilo que for contra
esta prioridade deve ser desguarnecido para ser apagado a breve prazo. E assim
devem morrer as religiões de vocação missionária mais intervencionista e
inquieta (...) devem desaparecer os nacionalismos e os regionalismos mais
teimosos e emancipalistas (...) O sistema deve criar serventuários eficientes e
acéfalos. É preciso investir em tecnologia e em técnicos e fugir da formação de
críticos ou inconformistas. Nos jovens, é preciso criar subliminarmente a
impressão da fatalidade gerada pelos novos dias: ou se integram no sistema e o
servem, podendo, se conformados, vir a beneficiar razoavelmente daquilo que
este pode conceder em termos materiais, ou se é considerado disfuncional, e
portanto um marginal, descartável como aliás os objectos de consumo que o
próprio candidato vê e compra sistematicamente.
António de Sousa Lara in «A Grande Mentira».
01/12/2013
Restauração
Portugueses, celebremos
O dia da Redenção.
Em que valentes Guerreiros
Nos deram, livre, a Nação.
A Fé dos Campos d'Ourique,
Coragem deu, e Valor,
aos Famosos de Quarenta,
que lutaram com Ardor.
P'rá frente! P'rá frente!
Repetir saberemos
As proezas portuguesas.
Avante! Avante!
É a voz que soará triunfal.
Vá avante, Mocidade de Portugal!
Hino da Restauração (Versão Resumida)
30/11/2013
28/11/2013
25/11/2013
2 anos de Acção
A Acção Integral celebrou ontem 2 anos de
existência. Como não podia deixar de ser, é altura de fazer a revisão da matéria do último ano:
24/11/2013
Os moderados
Os que advogam a moderação em matéria política são quase sempre moderadamente inteligentes, moderadamente sensatos, moderadamente corajosos, moderadamente honestos, moderadamente virtuosos. Às vezes, até moderadamente moderados.
Bruno Oliveira Santos in blogue «Nova Frente», Julho de 2006.
20/11/2013
Livros e Salvação
Entrei numa livraria. Pus-me a contar os livros que há para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria. Deve certamente haver outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estou perdido.
José de Almada Negreiros in «A Invenção do Dia Claro».
17/11/2013
16/11/2013
(Lar)eira
Enquanto houver sobre a terra homens, matéria combustível e maneira de a inflamar – nunca deixará o elemento fogo de exercer, pelo mágico bailado da labareda, eterna fascinação nas almas inquietas e sonhadoras. A lareira, enraizada no conceito ancestral da casa-mãe; o fogo caseiro, origem da palavra átrio – início e centro da habitação; – elementos venerandos que perdurarão no seu significado simbólico e no encantamento dos seus aspectos decorativos.
Raul Lino in «Casas Portuguesas».
11/11/2013
Santo do dia
Filho de pais pagãos, Martinho nasceu na Panónia (actual Hungria) no ano de 316. Por imposição legal, tornou-se soldado imperial romano aos 15 anos de idade. Já como soldado, foi baptizado e tornou-se discípulo de Santo Hilário de Poitiers. Como Bispo de Tours (França), a sua actividade pastoral foi incansável e fecunda, sendo por isso considerado como apóstolo das Gálias. Morreu em Candes, perto de Tours, em 397.
08/11/2013
Monsenhor Jozef Tiso
Sob o espírito do sacrifício que está para consumar-se, ofereço à Nação Eslovaca o meu desejo de a ver viver na concórdia e na unidade, sob o lema por Deus e pela Nação. Isto não é somente um imperativo patente da História Eslovaca, mas também um imperativo explícito de Deus, imposto como lei natural aos membros de uma Nação. Durante toda a minha vida tenho seguido esta lei e, por consequência, considero-me, em primeiro lugar, vítima da minha fidelidade a Deus. Em segundo lugar, caio como mártir da defesa do Cristianismo contra o Bolchevismo, que a Nação deve evitar, não somente porque ela é cristã, mas também no interesse do seu porvir. Peço-vos que penseis em mim nas vossas orações e prometo-vos orar para que o Todo-Poderoso salve a Nação Eslovaca e lhe assista na sua luta por Deus e pela Nação. Que a Nação Eslovaca seja sempre crente e sujeita à Igreja de Cristo.
Mons. Jozef Tiso in jornal «Política», 15 de Agosto de 1970.
06/11/2013
Tudo não passa de um pouco de vento
Não tenhais medo por serem muitos, nem pelas ameaças que fazem com os seus gestos e alaridos, pois tudo não passa de um pouco de vento, que dentro em breves momentos terminará. Deveis ser fortes e esforçados, recebendo a grande ajuda de Deus, por cujo serviço ali estavam, defendendo a justa causa do Reino de Portugal.
D. Nuno Álvares Pereira in «Crónicas» de Fernão Lopes.
São Nuno de Santa Maria, rogai por nós!
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