A ideologia liberal-maçónica tem como princípios base o indiferentismo, o sincretismo, o pluralismo e a liberdade política e religiosa, princípios esses que estão condenados pela Igreja, mas que sempre foram os do Opus Dei desde a sua fundação, em 1928. Para comprovar, vejamos o que diz uma autoridade do próprio Opus Dei (sublinhados meus):
As pessoas que participam das suas actividades sabem que o Opus Dei não faz política. A sua actuação tem outra dimensão: lembrar que todos, também os políticos, são chamados por Deus a serem santos; e que essa santidade pode e deve ser procurada nas actividades da vida diária, realizando-as por amor a Deus e ao próximo.
Ora, se a Obra tivesse posição política, trairia a sua finalidade, já que de alguma forma estaria privando dessa mensagem quem possuísse uma visão política diversa.
Em Roma, convivi com São Josemaria, fundador do Opus Dei, de 1969 a 1975. Nesse período, nunca o ouvi falar de política. Falava, sim, de conviver e dialogar com todos. Dizia que caridade, mais do que em dar, consiste em compreender.
São Josemaria era o oposto do que se poderia esperar de um "conservador". Estava aberto às novidades, queria aprender, inovar.
Quando passou uma temporada no Brasil, entre Maio e Junho de 1974, dizia que tinha aprendido muito do povo brasileiro: da nossa cordialidade, da nossa alegria, dessa convivência aberta a todos. (...)
São Josemaria foi pioneiro no ecumenismo, rompendo, ainda nos anos 40, resistências na Santa Sé ao solicitar que, no Opus Dei, houvesse cooperadores de todas as religiões, também ateus. Hoje, é uma realidade em todos os países nos quais a Obra trabalha: cooperadores protestantes, evangélicos, judeus, muçulmanos...
Mas e a relação do Opus Dei com o governo de Franco na Espanha? Faz anos que se esclarece esse tema, e talvez aqui tenhamos falhado ao comunicar. Em primeiro lugar, o Opus Dei não apoiou Franco. Segundo: houve muitos membros do Opus Dei que fizeram oposição a Franco; por isso, alguns tiveram que se exilar.
Por outro lado, alguns poucos membros do Opus Dei colaboraram com o governo de Franco. E por que o Opus Dei não fez nada? Simplesmente porque o Opus Dei não interfere nas actividades políticas dos seus membros, e cada um actua como lhe parece mais conveniente.
A liberdade sempre implica riscos, e o Opus Dei prefere correr esses riscos.
Mons. Vicente Ancona Lopez, vigário regional da prelazia do Opus Dei no Brasil.
Depois da II Guerra, metade do gabinete de Franco era do Opus Dei. Mas compreendo que os tempos agora são outros e há coisas que é melhor esquecer... Dá dó.
ResponderEliminarQue ninguém se deixe enganar: o Opus Dei sempre foi um antro de liberalismo dito católico.
ResponderEliminarEsse link deveria ser divulgado em todas as páginas nas quais as olavetes vomitam a idolatria aos EUA,Israel e o demo-liberalismo:
ResponderEliminarhttp://catolicidadetradit.blogspot.com.br/2013/11/o-radical-conflito-entre-eua-e-igreja.html
Não passais de gente medíocre, despeitada que cultiva o ódio.
ResponderEliminarSois autenticos fariseus, que como ouvimos no Evangelho de Quarta-feira de Cinzas,a quem Jesus disse:- já tiveram a sua recompensa. De certeza a dos homens, não a de Deus.
Sois idólatras do cerimonial excessivo, da ortodoxia que julgais pura, mas só a vossa ignorância a leva a supor.
Tendes o coração duro, pela ausência da Caridade. Cultivai a oração e vereis os frutos da transformação.
Joaquim Costa
Sr. Joaquim Costa,
ResponderEliminarTenho pena que o seu comentário tinha sido um ataque 100% ad hominem e 0% de crítica ao texto. Em vez de me fazer tantas acusações infundadas, seria mais proveitoso que contrapusesse com a Doutrina Católica e me mostrasse onde errei. Como deve ter reparado, limitei-me a especificar alguns princípios maçónicos, como o indiferentismo e o sincretismo religioso, e a transcrever as palavras de uma autoridade do Opus Dei que defende esses mesmos princípios como fundacionais dessa organização.
Às graves acusações que me faz, por dever de caridade, repondo-lhe assim: Há um só Deus verdadeiro, uma só Religião verdadeira, uma só Doutrina verdadeira e uma só forma de honrar a Deus devidamente. E é falso o relativismo, é falso o indiferentismo, é falso sincretismo e é falso o liberalismo. Só quem reconhece isto é verdadeiramente humilde e caridoso. Esta é a Doutrina intemporal da Santa Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. E assim se resume o Mandamento de "amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos".