Sobre o elogio do Bispo de Ampiano a Portugal, na festa de São Domingos de Gusmão, a 4 de Agosto de 1561:
Disse-me diante de todos que tinha para si que Portugal era o mais feliz dos Reinos do Mundo, desde os tempos de Noé, por quatro grandes proeminências de que nenhum outro reino cristão goza: I - Nunca apostatou da fé que recebeu; II - Nunca se afastou da obediência da Santa Sé Apostólica; III - Nenhum outro reino levou tão longe o nome de Cristo; IV - Nunca fez guerra agressiva senão contra infiéis.
D. Fr. Bartolomeu dos Mártires in «O Patriotismo de D. Frei Bartolomeu» de Fr. Raul de Almeida Rolo.

Relembro que D. Fr. Bartolomeu dos Mártires foi declarado Venerável pelo Papa Gregório XVI a 23 de Março de 1845.
ResponderEliminarD. Fr. Bartolomeu dos Mártires, agora canonizado, poderá vir a integrar o catálogo dos Doutores da Igreja. Uma publicação dedicada a este caso é bem merecida, meu caro Reaccionário. Abraço.
ResponderEliminarJoão Colaço
Caro João Colaço,
ResponderEliminarInfelizmente não há nada para celebrar, uma vez que a Santa Sé já não usa critérios católicos para canonizar ou para integrar no catálogo dos Doutores da Igreja. Por exemplo, a respeito da canonização, o santo que é objecto de averiguação tem de ter feito pelo menos 3 milagres após a morte. Eis o critério resumido:
http://accao-integral.blogspot.com/2014/05/do-processo-de-canonizacao.html
Como bem sabemos, há neo-canonizados que nem 1 milagre lhes foi atribuído após a morte (se não estou em erro, Paulo VI). No entanto, também quero frisar que pelo facto de o critério ter sido adulterado, não significa que eu esteja a desprezar a santa vida de bons católicos. Pelo contrário, acredito que haja entre os neo-canonizados pessoas que foram de facto santas. Mas o novo critério não nos dá garantias, nem que a pessoa é de facto santa, nem que deve ser cânone (modelo, exemplo) para todos os católicos.
Cumprimentos e volte sempre.