23/08/2012

Ruínas


É inútil criar ilusões com as quimeras de qualquer optimismo: encontramo-nos hoje no fim de um ciclo. Desde há séculos que, primeiro insensivelmente, depois com a rapidez de uma massa que se desmorona, variados processos têm vindo a destruir no Ocidente todo e qualquer ordenamento normal e legítimo dos homens e a falsear as mais elevadas concepções do viver, do agir, do conhecer e do combater. E ao motor desta queda, à sua vertigem, à sua velocidade, foi chamado «progresso». (...)
O que hoje conta é isto: encontramo-nos no meio dum mundo de ruínas. E o problema a pôr é este: existem ainda homens em pé no meio destas ruínas? E que é que eles podem e devem ainda fazer?

Julius Evola in «Orientamenti».

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