16/08/2016

A República "Francesa" contra os bons costumes

Francesas na praia – início do século XX.

A República Francesa – como revolucionária e maçónica – rejeita a moral e os bons costumes dos seus antepassados católicos.
A República Francesa – como revolucionária e maçónica – tanto promove aquilo que o Islão tem de mau, como ataca aquilo que o Islão tem de bom, ou de potencialmente bom.
Perante isto, ninguém se pode admirar que grandes e graves castigos recaiam sobre a França.

Ao longo de milénios, na nossa civilização católica e europeia, o pudor sempre foi visto como uma virtude a desejar e a manter. Porém, hoje querem nos fazer crer que o pudor é um vício de extremistas radicais, e que nada tem a ver com a nossa civilização e cultura.

3 comentários:

Pedro Oliveira disse...

Palavras muito oportunas.

Ainda agora, num certo grupo ("Em Defesa da Europa" - no Facebook), houve a necessidade de mandar parar com aquelas publicações que, criticando o Islão, contenham exemplos de princípios bons que coincidem com o Cristianismo. Esta tem sido uma forma de tentar indispor a população contra os valores cristãos, mas dando-lhe o palco do Islamismo.

Transcrevo o que foi publicado no dito grupo, para acabar com as tais manhas:

"AVISO:

Tem havido pedidos para publicação de artigos, os quais acabam por ser recusados. Todos os recusados têm sido relativos ao Islão; e convém distinguir algumas coisas, tanto par evitar trabalhos desnecessários de quem envia tal material, como para não voltarmos a ser chamados de "apoiantes do Islão", tal como uma tal Isabel certo dia aqui veio clamar.

1 - Os artigos que ofendam o Cristianismo, ou seja, que promovam ideologias opostas à sua doutrina milenar e moral, não podem ser aprovados! Não é verdadeiramente EUROPEIA todo o tipo de ideologia recente nascida nas lojas maçónicas e contida nas revoluções e liberalismo. O padrão verdadeiramente EUROPEU é o MILENAR, segundo o qual sempre acreditámos o "bem" e o "mal", e não o que esta ou aquela moda ideológica dite. Em suma: "bem" e "mal" é tomado segundo o que foi INVARIAVELMENTE ensinado como tal ao longo dos séculos na civilização europeia, e que coincide completamente com o Cristianismo, e que mais perto de nós se pôde sempre aprender por meio da Igreja Católica (não tenhamos medo de dizer as coisas pelos nomes).

2 - Recusamos aquela falsa orientação, seguida por muitos tolos, os quais se movem como canas ao vento contra, ou em favor, por impulsos de mera reacção visceral, e não por efeito do cumprimento e seguimento do que é bem, verdade, dever, etc... O que nos faz AGIR contra o Islão, é a OBRIGAÇÃO DE NOS DEFENDERMOS e guardar os princípios e critérios segundo o mencionado no ponto 1. Então, recusamos todos os artigos que, embora se apresentem contra o Islão, lhe atribuam aqueles "CRIMES" e "ERROS" que na verdade sempre foram BENS integrantes do CRISTIANISMO. Exemplos: a submissão e a obediência, os quais são males para a maçonaria, o liberalismo, o satanismo, etc... são valores cultivados pelo Cristianismo (para o mau uso da submissão, para obediência inversa, há também a doutrina cristã com a devida reprovação a tal); o pudor, valor que os muçulmanos reconhecem e praticam, sempre o tiveram os cristãos com maior beleza, razão, e conforto, faz ele parte da moral cristã invariavelmente ao longo dos tempos (é ridículo que uma muçulmana vá correr às olimpíadas toda "enfaixada"; não é mais digna a vestimenta das outras concorrentes, a qual tem facilitado a imoralidade e o escândalo [por "escândalo" entenda-se, e neste caso: o pecado segundo o qual alguém apresenta a amoralidade, ou imoralidade, com se não o fossem, ou não fossem tanto - não se trata aqui de usar o sentido impróprio e alargado de "escândalo" vulgarmente usado com o sentido de "espanto doloroso".]); as burkas, e outras indumentárias, que inegavelmente ultrapassam o que entre nós sempre foi conhecido como MODÉSTIA no vestir, RECATO, DIGNIDADE, SOBRIEDADE SOCIAL, não são piores que a forma despudorada com que as jovens (e até velhas) se vestem hoje: é verdade ou não que pela quantidade de roupa, e pela distribuição dela, a intenção de obter certa admiração, uma prostituta dos séculos passados parecerá hoje muito vestida às mentalidades banais?! Muitos repetirão o que têm ouvido aos outros dizendo que não é bem assim, que esta observação é irreal: mas é certo, ninguém o pode negar, que em certas empresas a "liberdade de vestimenta" começou a reduzir a qualidade e a quantidade de produção, e não houve outro remédio que mandar "vestir as nuas"! Certo?! ... sejamos realistas, e quem cego e de ferro diga!

(tem continuação)

Pedro Oliveira disse...

(continuação)

3 - Temos o conhecimento de estar em prática uma ignóbil e maliciosa técnica de destruição gradual da moralidade, por meio do excitamento contra o Islamismo. Eis como: a) no Islamismo atacar aqueles pontos que são comuns ao cristianismo, mas que diferem da amoralidade maçónica e ateia; b) no conjunto de erros e más práticas do Islamismo, misturar coisas comuns ao cristianismo (apresentadas da forma mais desagradável possível), coisas essas que sejam opostas às ideologias maçónicas, liberais, ateias etc..., para que os cristãos se desloquem do que é cristão confundam e percam o que lhes resta de moralidade; c) Dizer que esses bens coincidentes no cristianismo e no islamismo são EXTREMISMO, e que não são nem cristianismo nem islamismo verdadeiros. Portanto, que só aquilo que for coincidente com a amoralidade maçónica, liberal, ateia, comuna etc... é verdadeiramente dessas religiões!

4 - É estranho que algumas pessoas só venham aqui distribuir artigos nestas condições, e nunca em outras. Por isso, pela segunda vez: POR FAVOR, QUEM ESTIVER CONTRA AS REGRAS DO GRUPO, E OUTRA ESTES PONTOS AGORA ESCRITOS, RETIRE-SE DO GRUPO.... POR FAVOR!"

Estas palavras e o seu artigo, falam da mesma realidade... porque é REAL E URGENTE!

Cumprimentos!

Genário Silva disse...

É válido observar que todo esse pudor islâmico é hipócrita. Quem pensa ser normal deitar-se com uma criança de oito, nove anos, não tem moral para nada.