14/09/2012

Que fazer?


Arrancar o poder das mãos das clientelas dos partidos, pôr acima de todos os interesses o interesse de todos, o interesse nacional, tornar o Estado inacessível à conquista pelas minorias ousadas e mantê-lo em contacto permanente com as necessidades e as aspirações do país, organizar a nação de cima para baixo, com as várias manifestações da vida colectiva, desde a família até aos corpos administrativos e às corporações morais e económicas, e integrar esse todo no Estado, que se tornará assim a sua viva expressão, isto é, tornar real a soberania nacional.

António de Oliveira Salazar in «Salazar e a Revolução em Portugal» de Mircea Eliade.

1 comentário:

António Silva disse...

Nós os que estamos de fora da marcha do "progresso", fora do rumo catastrófico seguido há décadas pela escória de peito inchado, é verdade que nada nos resta a não ser observar. Temos o orgulho de assistir à hecatombe do lado de fora, longe das massas embrutecidas e enlouquecidas, podemos rir, rir dos idiotas que um dia quiseram ser monarcas. Tudo se desmorona, mas a honra é nossa, pereceremos tal como os vis, mas ressuscitaremos um dia e a glória pertencerá à verdade, verdade essa que a escumalha subversiva não vislumbra, nem vislumbrará nem que passem mil anos. De cabeça erguida até ao fim.