03/07/2016

Comunismo e pornografia

TV: instrumento de guerra psicológica.

A juventude polaca rejeita o socialismo, tal como manifestou um artigo do jornal diário do Partido Comunista Polaco, reproduzido por Newsweek (13/01/1986).
Tal artigo revela que a maior parte dos jovens encontram na Idade Média (quando reinava a dinastia Piast) a época mais positiva da história nacional. Um dirigente do Partido Comunista alertou então sobre a inexistência de um "compromisso socialista" na juventude, que "se deixaria influenciar pela Igreja".
Perante o fracasso da ostentosa propaganda marxista, houve então um novo recurso: passar filmes pornográficos pela televisão, a fim de afastar os jovens da Fé Católica.
É interessante constatar através deste testemunho insuspeitável do próprio Partido Comunista Polaco o nexo íntimo entre a imoralidade e o marxismo. A corrupção dos costumes, para as autoridades polacas, predispõe a mente para a aceitação passiva das teses comunistas. No Ocidente, a guerra psicológica revolucionária (de inspiração comunista), vem empregando esta táctica com grande êxito nas últimas décadas, destruindo assim os ideais de combate e heroísmo.

4 comentários:

Anónimo disse...

Então vocês deveriam ver esta série "NWO: Communism By The Backdoor" em 19 partes:
https://www.youtube.com/watch?v=XSYOyNvCFPQ

Ela toda num só vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=qxdnkfRNR4Q

Cobalto

Josephvs disse...

Deus Salve a Polonia, pois o Canada "ja era"

The Canadian Catholic Collapse

http://voxcantor.blogspot.ca/2016/07/the-canadian-catholic-collapse.html

FireHead disse...

Engraçado como em países comunistas, como a China, essa coisa da pornografia é censurada por não ser boa para os mais jovens...

Reaccionário disse...

Se censuram a pornografia, fazem bem. Mas os comunistas sempre foram proeminentes defensores da imoralidade. Não é por acaso que foram pioneiros na defesa do aborto, do divórcio, das vidas conjugais sem matrimónio, etc.

A propósito, o livro "Sexo/Espionagem" de David Lewis conta como os soviéticos usavam redes de prostituição (tanto masculina como feminina) espiar e corromper o Ocidente. Conta, por exemplo, o caso de um agente do KGB que era dono de um bordel em Berlim.