13/12/2017

700 anos da Marinha Portuguesa


Mais um centenário importante para Portugal:

A 1 de Fevereiro de 1317, a Real Armada Portuguesa (Marinha Portuguesa) foi formalmente constituída por carta régia de el-Rei Dom Dinis. Esse documento, conhecido como "Contrato de Vassalagem de Manuel Pessanha", estabelece pela primeira vez a organização permanente da Armada, e nomeia Manuel Pessanha como Almirante-Mor do Reino de Portugal.
A Marinha Portuguesa é o ramo das Forças Armadas mais antigo do mundo, conforme bula papal.

2 comentários:

Anónimo disse...

Salve Maria!
Salve a Marinha Portuguesa!

Bom dia, escrevo do Brasil e faço visitas constantes ao Blog. São informações valiosas que aqui colho para meu intelecto e espírito também. Tenho me confrontado com algumas dúvidas e desde já peço desculpas por ocupá-lo com uma delas.

Recentemente o Papa canonizou clérigos e populares chamados Mártires de Cunhaú e Uruaçu ou Protomártires do Brasil (fato acontecido no Estado do Rio Grande do Norte no século XVII onde houve massacre de fiéis católicos por invasores protestantes). Como são vários os mártires, gostaria de saber(perdoe a minha ignorância) como posso invocá-los em minhas recitações nas orações do Rosário? Teria de ser nome por nome ou simplesmente Mártires de Cunhaú e Uruaçu? Há alguma semelhança com os Mártires Cristeros? Como recitar os nomes dos Mártires Cristeros nas Orações do Rosário? Seria recitando o nome de um por um ou simplesmente Mártires Cristeros?

Caso o senhor não possa responde-las, poderia me indicar um Blog ou Sítio para que eu possa ter respondidas as minhas dúvidas?

Atenciosamente,

Eduardo

Reaccionário disse...

Salve!

Eduardo,

As canonizações actuais não são verdadeiras canonizações, porque o critério usado para discernir a santidade de alguém já não é mais o católico. Por isso não podemos aceitar as actuais canonizações como sendo válidas.

No caso desses mártires brasileiros, caso tenham sido realmente mártires da Fé, então pode rezar da seguinte forma: "Mártires de Cunhaú e Uruaçu, rogai por nós". Mas apenas enquanto forma de devoção particular (nunca pública), pois não estão verdadeiramente canonizados, nem beatificados.

Volte sempre!