Monte Pio contra a usura judaica


A exemplo dos grandes e dos Santos Franciscanos e dos séculos idos, esmaguemos a injustiça, designadamente os empréstimos usurários que os bancos judeus têm liberalizado em todos os tempos para abater as nações cristãs.
O Beato Barnabé de Terni fundou, em Perugia, o primeiro Monte Pio para furtar o povo às iníquas usuras dos judeus; depois dele, S. Bernardino de Siena, S. Tiago da Marca, os Beatos Marco de Montegallo, Marco de Bolonha, Ângelo de Chivasso, Querubim de Spoleto, e mil outros multiplicaram pelas cidades estas caridosas instituições. Enfim, o Beato Bernardino de Feltre defronta-se cara-a-cara, sem medo de morrer, com os déspotas da pecúnia e derrama por quase toda a Itália montes de piedade.

Fonte: «Voz de S. António: Revista Mensal Ilustrada», 3º Ano, Nº 11, Novembro de 1897.

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A usura sempre foi proibida aos cristãos, por ser imoral. Mas durante a Idade Média, tal como hoje, os judeus mantinham casas de empréstimo bancário, pelos quais cobravam juros elevados, levando à ruína muitas famílias cristãs. Foi nestas circunstâncias que, no século XV, o Beato Frei Barnabé fez um peditório geral pela cidade de Perugia, cuja receita seria destinada ao socorro de pobres e necessitados. A ele afluíram prontamente bons cristãos com abundância de ouro, prata, jóias, e cereais, permitindo assim criar o primeiro Monte de Piedade, que, abraçado por frades franciscanos, rapidamente se espalhou por toda a Itália, libertando os pobres cristãos da usura judaica.
A piedosa instituição recebeu aprovação papal de Pio II, Sisto IV, Inocêncio VIII, Alexandre VI e Leão X.

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