Mostrar mensagens com a etiqueta Apostasia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Apostasia. Mostrar todas as mensagens

Da Grande Apostasia e a Segunda Vinda de Cristo


Hoje em dia há quem, certamente, viva mal; mas surgiu um problema mais grave, porque estamos nos últimos tempos... E a Fé é novamente questionada... Estamos tentados na Fé..., duvida-se, luta-se, perde-se a Fé... O qual também está profetizado que ocorreria...
O destino do povo judeu, profetizado na parábola [do banquete nupcial] com terrível precisão por Cristo, é uma coisa actual e de suma importância.
Este destino do povo judeu é a maior tragédia da história; o próprio Cristo o disse, comparando-o com o Dilúvio e também com a situação dos últimos tempos, ou seja, com a Grande Apostasia.
A causa da prevaricação judaica foi a corrupção da religião, o farisaísmo.
Esta situação deve mover-nos a uma grande compaixão; mas também a um grande temor respeitoso, pois a judaização do Cristianismo, que vemos hoje em dia, é simplesmente uma corrupção, que não é outra coisa do que a apostasia anunciada por São Paulo.
O grave e actual do assunto é que, assim como os judeus erraram em relação à Primeira Vinda de Cristo, os cristãos errarão em relação à Segunda Vinda de Cristo.
Está previsto que errarão... A Grande Apostasia, profetiza São Paulo, antes da Parusia.
E o mais grave é que a Nova Teologia:
1º Nunca se lembra da Grande Apostasia.
2º Não tem em conta a Segunda Vinda de Cristo.
3º Tem como um dogma incontestado que a Igreja e o mundo têm sempre que progredir.
Tudo isto não é apenas um erro de Fé, mas um disparate ante a razão. Não vale a pena substituir a esperança na Parusia, que é um dogma de Fé, por semelhante dislate.
E por isso, o perigo actual não é tanto a vida imoral que leva a maioria dos católicos (o qual é bem certo e lamentável), mas sim o perigo de vacilar na Fé.
Ora bem, se está prevista a Grande Apostasia, então o que podemos fazer?
Está profetizado que muitos vacilarão na Fé; mas não está predito que cada um tenha que vacilar na Fé... Isso depende de cada um...

Pe. Juan Carlos Ceriani in «Sermão do 19º Domingo depois de Pentecostes», 16 de Outubro de 2022.

O regresso de um transviado


O «Boletim Eclesiástico» da diocese de Barcelona publicou agora a retractação do Padre Gabarro, dos Padres Escolápios, que foi absolvido das penas e censuras em que incorrera por haver renegado à religião católica e ter-se dado à propaganda do livre-pensamento. O seu regresso ao grémio da Igreja foi de grande edificação para aqueles a quem escandalizara com sua conduta desregrada.
Os termos em que faz a retractação são bem claros. Pede perdão ao episcopado espanhol, ao clero e aos fiéis; e àqueles a quem seduzira, roga instantemente a imitá-lo na penitência como o imitaram no seguimento do mal.

Fonte: «Voz de S. António: Revista Mensal Ilustrada», 3º Ano, Nº 10, Outubro de 1897.

As Amazonas


Segundo a mitologia grega, as Amazonas eram uma tribo de mulheres guerreiras que viviam nas margens do Mar Negro, governadas por uma rainha. Montavam a cavalo e combatiam com arco e flecha. Só permitiam que os homens se aproximassem delas uma vez por ano, para fins reprodutivos. Matavam os seus filhos varões à nascença e queimavam o seio direito das filhas, para que estas tivessem mais agilidade e força no tiro ao arco.
No Brasil, a existência de Amazonas foi registada pelos primeiros cronistas. Frei Gaspar de Carvajal declara tê-las encontrado, a 24 de Junho de 1541, na foz do rio Jamundá. Francisco de Orellana terá abatido sete ou oito dessas mulheres, que viviam sem maridos, na selva amazónica, e que se dedicavam à guerra, atacando as tribos vizinhas, matando os homens e as crianças do sexo masculino.

A perda do sentido sobrenatural


Relato na biografia do meu marido, "The Soul of a Lion", que poucos anos após a sua conversão ao Catolicismo, nos Anos 20, ele começou a ensinar na Universidade de Munique.
Munique era uma cidade católica. A maioria dos católicos da época ia à Missa, mas ele sempre dizia que foi ali que começou a preocupar-se com a perda do sentido do sobrenatural entre os católicos. Um incidente, em especial, ofereceu-lhe a prova suficiente, e isso entristecia-o imensamente.
Quando passava por uma porta, o meu marido deixava sempre entrar primeiro os seus alunos, que eram sacerdotes. Um dia, um professor, colega dele, expressou a sua admiração e desagrado: Por que deixa os seus alunos entrar antes de si? Porque são sacerdotes, respondeu o meu marido. Mas eles não possuem Doutoramento. O meu marido ficou arrasado. Valorizar um Doutoramento é uma reacção natural; mas estar ciente da sublimidade do sacerdócio é uma reacção sobrenatural. A atitude daquele professor provava que a sua reacção para o sobrenatural havia erodido.
Isso foi muito antes do Vaticano II. Mas até ao Concílio, a beleza e a sacralidade da Liturgia Tridentina mascarava esse fenómeno.