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Sobre a invasão americana do Iraque


Em Novembro de 2000, Saddam Hussein do Iraque decretou que todos os pagamentos de petróleo seriam de futuro feitos em euros, pois ele não queria negociar "na moeda do inimigo" [o dólar americano]. Tal como já foi provado, a posse de armas de destruição em massa foi um pretexto deliberadamente inventado, e foi esta decisão monetária que custou a vida a Saddam Hussein e a destruição do seu país.

Stephen Mitford Goodson in «A History of Central Banking and the Enslavement of Mankind», 2014.

Há males maiores que a guerra


Cremos que a guerra é um mal, mesmo quando é uma necessidade, mas sabemos que há para os povos outros males maiores, porque os há que excedem a morte e a miséria – são a sua desonra e aniquilamento.

António de Oliveira Salazar in discurso «Dever Militar», 28 de Maio de 1940.

Males piores do que a guerra


Pior do que a guerra, é as sociedades humanas viverem subjugadas pela violência unilateral de um só grupo, pelo poder dos fortes sem escrúpulos, pelo vício, pela corrupção que não conhece limites, pela negação da verdade, da justiça e da liberdade. Ou seja, pelo domínio do mal e pelo desespero de saber que a paz e a ordem jamais serão restabelecidos. O bem que a paz fomenta nunca poderá ser garantido pelo comodismo pacifista, nem poderá provir da iniquidade de entregar as populações aos caprichos de ideologias ou de ideais perversos. Nem tão-pouco da traição dos compromissos assumidos. Isto devia ser lembrado aos cidadãos.

João José Brandão Ferreira in «Em Nome da Pátria: Portugal, o Ultramar e a Guerra Justa», 2009.

Terceira Guerra Mundial?


Quando ouvirdes falar de guerras e de rumores de guerras, não temais; porque importa que estas coisas aconteçam; mas não será ainda o fim. Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; haverá terramotos em diversas partes, e fomes. Estas coisas serão o princípio das dores.

Evangelho segundo São Marcos XIII, 7-8

Pior do que a guerra


Pior do que a guerra, é as sociedades humanas viverem subjugadas pela violência unilateral de um só grupo, pelo poder dos fortes sem escrúpulos, pelo vício, pela corrupção que não conhece limites, pela negação da verdade, da justiça e da liberdade. Ou seja, pelo domínio do mal e pelo desespero de saber que a paz e a ordem jamais serão restabelecidos. O bem que a paz fomenta nunca poderá ser garantido pelo comodismo pacifista, nem poderá provir da iniquidade de entregar as populações aos caprichos de ideologias ou de ideais perversos. Nem tão-pouco da traição dos compromissos assumidos. Isto devia ser lembrado aos cidadãos.

João José Brandão Ferreira in «Em Nome da Pátria: Portugal, o Ultramar e a Guerra Justa», 2009.

Guerra Justa


Durante séculos, o pensamento católico procurou um meio-termo possível entre a imoralidade de deixar sem defesa o bem-comum e a imoralidade da violência desproporcionada. A Igreja sempre procurou humanizar os conflitos armados tidos como um mal. Foi no seguimento desse princípio que surgiram as leis da cavalaria, as tréguas de Deus, os usos da guerra, o tratamento de prisioneiros, etc., que estão na origem das modernas leis da guerra. O dever de defender uma cidade era evidente para a maior parte dos ministros religiosos, já Santo Agostinho afirmava que «ninguém negará ao sábio o direito de fazer a guerra justa ao inimigo», enquanto que Santo Ambrósio, por seu lado, considerava justa a guerra por ofensas à honra. Estavam assim lançados os fundamentos da guerra justa, cuja primeira definição foi avançada pelo bispo de Hipona: «Costumam definir-se guerras justas as que vingam injustiças».

Brandão Ferreira in «Em Nome da Pátria», 2009.