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A "grande substituição" é um mito?


Desde a antiguidade, facto já assinalado por Aristóteles, Tucídides e Xenofonte, toda a nação que admite no seu seio a entrada desenfreada de alógenos [estrangeiros] está condenada a desaparecer, sendo que estes últimos substituem gradualmente os autóctones e tendem a persegui-los e a destruí-los culturalmente e/ou fisicamente.

Guillaume Faye in «Pourquoi nous combattons», 2001.


Se o Ocidente continuar por esta estrada fatal, existe um grande risco – devido à baixa taxa de natalidade – de que o Ocidente desapareça, invadido por estrangeiros, como Roma foi invadida pelos bárbaros. E eu falo enquanto africano. O meu país é maioritariamente muçulmano. Acho que sei do que estou a falar.

Cardeal Robert Sarah in revista «Valeurs Actuelles», 27 de Março de 2019.

O vazio intelectual



Fora do arco ideológico autorizado, definido pelo território do velho humanismo igualitário e pelos dogmas da filosofia dos direitos humanos, nenhuma teoria política ou económica atrai a atenção dos meios de comunicação. Os mais brilhantes espíritos vêem-se obrigados a mutilar o seu pensamento para agradar, não à "opinião pública" que não existe, mas sim aos censores da ideologia ocidental oficial.

Guillaume Faye in «El Vacío Intelectual».


Propaganda subversiva e ideologia oficial


A estação de televisão de Francisco Pinto Balsemão estreia hoje um programa que visa à alienação das inteligências e das almas. Trata-se de um caso claro de terrorismo ideológico.
Fora do arco ideológico autorizado, definido pelo território do velho humanismo igualitário e pelos dogmas da filosofia dos direitos humanos, nenhuma teoria política ou económica [ou religiosa] atrai a atenção dos meios de comunicação. Os mais brilhantes espíritos vêem-se obrigados a mutilar o seu pensamento para agradar, não à "opinião pública" que não existe, mas sim aos censores da ideologia ocidental oficial.
Guillaume Faye in «El Vacío Intelectual».

Vivemos uma guerra silenciosa


As piores guerras são as que ninguém declarou. Elas estoiram em surdina, como um vento mau, e são as mais duras, as mais mortais. A Europa de hoje, em níveis distintos, enfrenta a maior ameaça da sua história, correndo o risco – não necessariamente pelo sangue – de desaparecer para sempre enquanto civilização. A Europa está em guerra, e não o sabe. Ela suspeita, mas esconde-se, através da clássica política da avestruz que enterra a sua cabeça na areia para não encarar a ameaça. Nós estamos a ser ocupados e colonizados pelos povos do Sul e pelo Islão, de maneira rápida e maciça. Somos submissos à nova ordem mundial americana, económica, estratégica e cultural. E os dois fenómenos andam de mão dada. Somos esmagados pelas ideologias do declínio e do optimismo factício, em vias de uma regressão da cultura e da educação em direcção ao primitivismo, e ao simulacro de uma prosperidade frágil. A Europa – todos os seus povos aparentados e as suas nações irmãs – é o homem doente do mundo. O declínio demográfico demonstra-o, tal como a desvirilização fisiológica, e o etnomasoquismo da ideologia hegemónica, protegidos pelos censores do politicamente correcto e os seus vigias mediáticos ou judiciais. Estamos a ser roídos desde o interior, mas também somos atacados e minados a partir do exterior. Temos de enfrentar ao mesmo tempo os invasores, os ocupantes, mas também os colaboradores, ou seja, a maioria da classe politico-mediática e os intelectuais, classificados à esquerda ou à direita. (...) Todos se apercebem, em segredo, que a guerra já começou, mas a maioria nega-o porque ninguém tem, de momento, a coragem para se bater. De momento...

Guillaume Faye in «Pourquoi nous combattons», 2001.

A desvirilização do Ocidente e o avanço do Islão


A ideologia ocidental hegemónica executa esta desvirilização dos povos ocidentais, à qual não sucumbem os colonos alógenos chamados "imigrantes". A homofilia actual, como a vaga feminista da falsa emancipação da mulher, a rejeição ideológica da família numerosa em proveito do casal nuclear instável, a queda da natalidade, a valorização espectacular do Negro ou do Árabe, a apologia constante da mestiçagem, a recusa do valor guerreiro, o ódio a toda a estética de força e de poder, assim como a cobardia generalizada, são traços dessa desvirilização.
Confrontados com o Islão que preconiza todos os valores de virilidade conquistadora, os ocidentais encontram-se moralmente desarmados e complexados. Toda a concepção do mundo contemporâneo, quer venha do legislador, do ensino público, do episcopado ou da imprensa, dedica-se a culpabilizar a noção de virilidade, associada a uma "brutalidade fascista". A desvirilização seria um sinal de civilidade, de hábitos refinados, que é um discurso paradoxal por parte de uma sociedade que naufraga além disso no primitivismo e na violência.
A desvirilização, que é igualmente ligada ao individualismo narcisista e à perda do sentido comunitário, paralisa toda a reacção contra os meios dos colonizadores procedentes da imigração e do partido colaboracionista. Explica a fraqueza da repressão contra a delinquência imigrante, a ausência de solidariedade étnica dos povos face aos alógenos e o "medo" patológico que sentem perante eles.

Adaptado de Guillaume Faye in «Pourquoi nous combattons».

A invasão da Europa


A imigração dos povos extra-europeus na Europa, deu lugar hoje em dia a uma verdadeira colonização de povoamento. O vocábulo "imigração" deve assim ser criticado e sistematicamente substituído pelo de colonização, que é o fenómeno histórico mais maciço e mais grave que a Europa deve enfrentar desde o fim do Império Romano. No combate político e ideológico, não se deve utilizar as palavras do adversário, mas impor os seus próprios conceitos. Nós não acolhemos "imigrantes", nós somos colonizados "por baixo" pelas populações estrangeiras.

Guillaume Faye in «Pourquoi nous combattons».

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Atenção: O vídeo foi retirado ou censurado, mas ainda pode ser visto aqui.

Multiculturalismo e criminalidade


Não me cansarei de assinalar que a maioria dos colaboradores da imigração e os seus testas-de-ferro provêm da burguesia ou pertencem a classes sociais perfeitamente preservadas do contacto com populações estrangeiras, totalmente protegidas da criminalidade em geral. O seu desprezo, a sua ignorância das condições de vida e de coabitação da população europeia real, dos "pequenos brancos", é enorme!

Guillaume Faye in «La Colonisation de l'Europe».

Invasão silenciosa


As igrejas, a maior parte dos partidos, uma variedade de instituições e associações, o mundo do espectáculo, durante anos têm lutado pela entrada de imigrantes, pela abertura de fronteiras, pela impossibilidade de expulsão dos clandestinos. Motivados por um certo etnomasoquismo? Por xenofilia? Por ingénuas interpretações da religião dos direitos humanos? Por snobismo anti-racista ou politicamente correcto? Por vontade deliberada de miscigenar a França e a Europa, por ódio à integridade étnica europeia? Sem dúvida um pouco de tudo. Em todo o caso constata-se uma mistura de fatalismo, caro à imigração descontrolada, considerada já incontrolável. Um fatalismo auto-destrutivo em relação ao próprio povo: «Sim, invadam-nos, fazem-nos um favor!»

Guillaume Faye in «La Colonisation de l'Europe».

Dos "migrantes"


Desde a antiguidade, facto já assinalado por Aristóteles, Tucídides e Xenofonte, toda a nação que admite no seu seio a entrada desenfreada de alógenos [estrangeiros] está condenada à decadência, sendo que estes últimos substituem progressivamente os autóctones e tendem a persegui-los e a destruí-los culturalmente e/ou fisicamente. Esse processo está em marcha em inúmeras zonas da França.

Guillaume Faye in «Pourquoi nous combattons», 2001.

A colonização da Europa


Esta nova esquerda, convertida ao capitalismo, defende com garra um socialismo virtual e uma imigração real. Neste cocktail é difícil adivinhar que parte é imbecilidade, altruísmo alucinado, snobismo anti-racista, etnomasoquismo e (o pior todavia) estratégia política. O sentimento que domina entre os colaboradores imigracionistas é o mesmo que dominou as elites decadentes de Roma no séc. III: a mediocridade e a cobardia, (...) e um egoísmo indiferente ao seu próprio povo e às suas gerações futuras. A história dirá que os europeus e concretamente as suas burguesias decadentes foram os primeiros responsáveis da colonização da Europa e da sua submersão demográfica. Para resolver o problema, problema do qual resultará o caos, não há outra solução, por um meio ou outro, que reduzir ao silêncio os colaboradores, os lobbies imigracionistas, que são a primeira causa desde há 30 anos da nossa colonização. O inimigo colonizador é um inimigo estimável, que joga o seu jogo, mas os colaboradores que atentam contra o seu próprio lado, não merecem, como dizia De Gaulle e o imperador Diocleciano, condescendência alguma.

Guillaume Faye in «La Colonisation de l'Europe», 2000.