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Desnatalidade


A desnatalidade é uma doença de degenerescência, que tem afectado todas as civilizações. Causou a decadência da Grécia Antiga e do Império Romano, e devasta presentemente, as nações modernas.

Alexis Carrel in «O Homem perante a Vida», 1959 (póstumo).

Capitalistas e comunistas pela abolição de fronteiras


A este respeito, não podemos deixar de ficar impressionados pela forma como as redes de "ilegais" da extrema-esquerda, que acreditam encontrar nos imigrantes um proletariado de substituição, servem os interesses do patronato. Redes mafiosas, traficantes de pessoas e de mercadorias, grandes empresários, activistas "humanitários", empregadores de mão-de-obra barata: todos são adeptos da abolição de fronteiras pelo comércio-livre mundial. Olivier Besançenot [comunista] e Laurence Parisot [capitalista], o mesmo combate!
(...)
Quem critica o capitalismo e aprova a imigração, da qual a classe trabalhadora é a primeira vítima, faria melhor que se calasse. Quem critica a imigração e permanece mudo sobre o capitalismo, deveria fazer o mesmo.

Alain de Benoist in revista «Éléments», nº 139, Abril-Junho de 2011.

É obrigação moral defender a integridade nacional


Todos os Estados, todas as Famílias, todos os Grupos ou Organismos são mais ou menos racistas, segundo a força da sua constituição, e a consciência que têm da sua missão. Isto é, defendem-se, repelindo do seu meio, tudo quanto seja portador de gérmenes de decomposição ou dissolução. É a luta pela vida. É a aplicação do preceito evangélico relativo aos ramos estéreis das vides (Segundo S. João, XV, 6); é a aplicação da doutrina de S. Tomás (II da II, quest. XI, artigo 3).
Se os nativos de Angola, ou da Guiné, se infiltrassem em doses maciças na Sociedade portuguesa, e, por seus cruzamentos, a ameaçassem de se abastar, tingindo-a, deformando-a, e anulando-lhe a sua consciência histórica, não tinha o governo responsável por obrigação indeclinável barrar tal infiltração, e defender a pureza do nosso sangue e da nossa consciência nacional? Que são senão medidas racistas, as limitações à imigração que certos Estados decretam?
Não. Não se confunda o que é inconfundível. Não se caricature, para não se desvirtuar, o que se pretende julgar. (...) Ninguém me poderá condenar por eu tentar impedir que a minha Pátria se dissolva, pela mestiçagem biológica, ou pela invasão de não-portugueses que ocupem todas as posições-chave das actividades nacionais – nas Universidades, nos Bancos, nas Empresas, na Administração, nos Tribunais, na Indústria, nas Oficinas.

Alfredo Pimenta in «Contra o Comunismo: Análise comparativa das Encíclicas Mit brennender Sorge e Divini Redemptoris», 1944.

Quando a "Portugalidade" degenera em "Lusofonia"


Fernando Pessoa, num dos seus heterónimos, descreveu bem este tipo de degeneração:

Não tenho sentimento nenhum político ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico. Minha pátria é a língua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incomodassem pessoalmente.

Bernardo Soares in «Livro do Desassossego», 1982 (póstumo).

A "grande substituição" é um mito?


Desde a antiguidade, facto já assinalado por Aristóteles, Tucídides e Xenofonte, toda a nação que admite no seu seio a entrada desenfreada de alógenos [estrangeiros] está condenada a desaparecer, sendo que estes últimos substituem gradualmente os autóctones e tendem a persegui-los e a destruí-los culturalmente e/ou fisicamente.

Guillaume Faye in «Pourquoi nous combattons», 2001.


Se o Ocidente continuar por esta estrada fatal, existe um grande risco – devido à baixa taxa de natalidade – de que o Ocidente desapareça, invadido por estrangeiros, como Roma foi invadida pelos bárbaros. E eu falo enquanto africano. O meu país é maioritariamente muçulmano. Acho que sei do que estou a falar.

Cardeal Robert Sarah in revista «Valeurs Actuelles», 27 de Março de 2019.

Palavras de um Cardeal africano


Se o Ocidente continuar por esta estrada fatal, existe um grande risco – devido à baixa taxa de natalidade – de que o Ocidente desapareça, invadido por estrangeiros, como Roma foi invadida pelos bárbaros. E eu falo enquanto africano. O meu país é maioritariamente muçulmano. Acho que sei do que estou a falar.

Cardeal Robert Sarah in revista «Valeurs Actuelles», 27 de Março de 2019.

Infiltração esquerdista nos bairros problemáticos


Notícia de 16 de Janeiro de 2009, entretanto desaparecida, mas agora recuperada:

Novopress.info – A PJ, o SIS e a PSP estão atentos à aproximação que grupos de extrema-esquerda (anarquistas e anti-globalização) estão a efectuar a populações de bairros "problemáticos" da periferia de Lisboa.
De acordo com as forças policiais os extremistas de esquerda estarão a fomentar a revolta contra a polícia, que acusam de "assassinar" negros em "execuções sumárias", com a conivência do Governo e da comunicação social "racistas".
As polícias sabem, por exemplo, que a morte de um rapaz de 14 anos na Amadora está a ser aproveitada para algumas acusações destes movimentos. Um deles, a Plataforma Gueto, está a promover uma manifestação de solidariedade com a família do jovem Kuku, marcada para o próximo Sábado, no Casal da Boba (Amadora), em frente à esquadra da PSP, como já anunciou a Novopress.
Para a PJ, que está a acompanhar intensamente estas movimentações, é notória a facilidade com que elementos das organizações anarquistas têm entrado nos bairros e encontrado adeptos. "Estes bairros vivem em permanente tensão, agudizada pela crise económica. A pobreza e as dificuldades são grandes e, por isso, são 'presa' fácil para abordagens anti-Governo e anti-Polícia. Foram registadas aproximações em bairros da Amadora e Loures, precisamente onde os problemas sociais são maiores". As polícias admitem que a concentração de Sábado possa atrair militantes extremistas de outros países.

O falso Natal e a invasão da Europa


Texto lido na rede social Facebook:

"Saibam quantos este texto virem, que no ano da graça de dois mil e dezasseis é impossível comprar cartões de Natal alusivos ao verdadeiro significado da data: o nascimento de Cristo. Já ninguém os vende. Hoje só há cartões do Pai Natal, do barrete do Pai Natal, de árvores de Natal, de ursinhos, de sininhos, de prendinhas de Natal, de bonecos de neve, de bolas de Natal, etc. Do Natal mesmo é que não há nada. Duvido que subsista tipógrafo que mande imprimir uma Sagrada Família ou um Presépio. Criou-se uma geração ou duas de europeus na ideia de que a representação do Natal são bolas de neve com lacinhos. Ao mesmo tempo os terroristas islâmicos massacram-nos dentro das nossas fronteiras, sem que ninguém tope a relação entre os dois fenómenos." – Bruno Santos.

A invasão cosmopolita em França

Selecção "Francesa" de Futebol

A grande invasão cosmopolita em França começou, porém, após a [primeira] guerra mundial.
A deficiente natalidade, agravada pelo morticínio da guerra e as destruições sistemáticas dos Alemães, produziram em França uma falta extraordinária de braços e a necessidade de chamar imigrantes. A França tornou-se assim um país de imigração, como as nações americanas, pertencendo ao número dos curiosos países que são colonizados pelas colónias. Ali vão dar fundo numerosas colónias de pretos, mulatos, chineses, índios, marroquinos, argelinos, judeus, árabes, etc., o que começa já a preocupar os franceses conscientes. A criminalidade tem aumentado consideravelmente com esta miscelânea cosmopolita, e se a França continua com este regime de porta aberta, daqui a um século não se reconhecerá a si própria; pois terá mudado por completo tanto o seu fácies físico como o psíquico. Poderá ainda conservar o seu nome e a sua língua, mas o seu sangue e a sua alma serão muito diferentes.

J. Andrade Saraiva in «Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca», 1932.

Rios de Sangue


Enoch Powell, no seu discurso de 1968 Rivers of Blood, avisou para os perigos de uma política de portas abertas à imigração. E por isso foi apelidado de louco, extremista, racista, nazi. Mas eis agora os frutos da cegueira dos seus detractores:

Vivemos uma guerra silenciosa


As piores guerras são as que ninguém declarou. Elas estoiram em surdina, como um vento mau, e são as mais duras, as mais mortais. A Europa de hoje, em níveis distintos, enfrenta a maior ameaça da sua história, correndo o risco – não necessariamente pelo sangue – de desaparecer para sempre enquanto civilização. A Europa está em guerra, e não o sabe. Ela suspeita, mas esconde-se, através da clássica política da avestruz que enterra a sua cabeça na areia para não encarar a ameaça. Nós estamos a ser ocupados e colonizados pelos povos do Sul e pelo Islão, de maneira rápida e maciça. Somos submissos à nova ordem mundial americana, económica, estratégica e cultural. E os dois fenómenos andam de mão dada. Somos esmagados pelas ideologias do declínio e do optimismo factício, em vias de uma regressão da cultura e da educação em direcção ao primitivismo, e ao simulacro de uma prosperidade frágil. A Europa – todos os seus povos aparentados e as suas nações irmãs – é o homem doente do mundo. O declínio demográfico demonstra-o, tal como a desvirilização fisiológica, e o etnomasoquismo da ideologia hegemónica, protegidos pelos censores do politicamente correcto e os seus vigias mediáticos ou judiciais. Estamos a ser roídos desde o interior, mas também somos atacados e minados a partir do exterior. Temos de enfrentar ao mesmo tempo os invasores, os ocupantes, mas também os colaboradores, ou seja, a maioria da classe politico-mediática e os intelectuais, classificados à esquerda ou à direita. (...) Todos se apercebem, em segredo, que a guerra já começou, mas a maioria nega-o porque ninguém tem, de momento, a coragem para se bater. De momento...

Guillaume Faye in «Pourquoi nous combattons», 2001.

A imigração massiva é efeito e não causa

Decadentes

É bem evidente que não resolveremos os problemas do Terceiro Mundo convidando as suas populações a vir em massa instalar-se nos países ocidentais! Ao mesmo tempo, temos que ter uma visão mais global dos problemas. Crer que é a imigração que atenta principalmente contra a identidade colectiva dos países de acolhimento é um erro. O que atenta contra as identidades colectivas é, em primeiro lugar, a forma de existência que prevalece hoje em dia nos países ocidentais e que ameaça estender-se progressivamente ao mundo inteiro. Os imigrantes não têm culpa que a maioria dos europeus já não seja capaz de dar ao mundo o exemplo de um modo de vida que lhes seja próprio! A imigração, deste ponto de vista, é uma consequência antes de ser uma causa: ela constitui um problema porque, face aos imigrantes que normalmente conservam as suas tradições, os ocidentais já decidiram renunciar às suas.

Alain de Benoist in «C'est-à-dire», 2006.

Suécia: a nova utopia marxista


Sublinho a informação de que, segundo um relatório da ONU, a Suécia será um país de terceiro mundo dentro de 15 anos, caso mantenha o mesmo modelo político-social.

A desvirilização do Ocidente e o avanço do Islão


A ideologia ocidental hegemónica executa esta desvirilização dos povos ocidentais, à qual não sucumbem os colonos alógenos chamados "imigrantes". A homofilia actual, como a vaga feminista da falsa emancipação da mulher, a rejeição ideológica da família numerosa em proveito do casal nuclear instável, a queda da natalidade, a valorização espectacular do Negro ou do Árabe, a apologia constante da mestiçagem, a recusa do valor guerreiro, o ódio a toda a estética de força e de poder, assim como a cobardia generalizada, são traços dessa desvirilização.
Confrontados com o Islão que preconiza todos os valores de virilidade conquistadora, os ocidentais encontram-se moralmente desarmados e complexados. Toda a concepção do mundo contemporâneo, quer venha do legislador, do ensino público, do episcopado ou da imprensa, dedica-se a culpabilizar a noção de virilidade, associada a uma "brutalidade fascista". A desvirilização seria um sinal de civilidade, de hábitos refinados, que é um discurso paradoxal por parte de uma sociedade que naufraga além disso no primitivismo e na violência.
A desvirilização, que é igualmente ligada ao individualismo narcisista e à perda do sentido comunitário, paralisa toda a reacção contra os meios dos colonizadores procedentes da imigração e do partido colaboracionista. Explica a fraqueza da repressão contra a delinquência imigrante, a ausência de solidariedade étnica dos povos face aos alógenos e o "medo" patológico que sentem perante eles.

Adaptado de Guillaume Faye in «Pourquoi nous combattons».

A invasão da Europa


A imigração dos povos extra-europeus na Europa, deu lugar hoje em dia a uma verdadeira colonização de povoamento. O vocábulo "imigração" deve assim ser criticado e sistematicamente substituído pelo de colonização, que é o fenómeno histórico mais maciço e mais grave que a Europa deve enfrentar desde o fim do Império Romano. No combate político e ideológico, não se deve utilizar as palavras do adversário, mas impor os seus próprios conceitos. Nós não acolhemos "imigrantes", nós somos colonizados "por baixo" pelas populações estrangeiras.

Guillaume Faye in «Pourquoi nous combattons».

§

Atenção: O vídeo foi retirado ou censurado, mas ainda pode ser visto aqui.

Um romance premonitório


Um dia, num futuro que não vem longe, uma estranha frota de velhos navios corroídos pelo tempo e pelo uso, parte do golfo de Bengala e ruma em direcção à Europa. Traz a bordo um milhão de estropiados: os esfomeados dos "países subdesenvolvidos", que, cansados da miséria, resolvem bater às portas do paraíso do homem branco.
Como irá ele reagir à invasão pacífica dos que vêm buscar abrigo nas suas terras? Com a respiração suspensa, o mundo espera. Entretanto, ao longo de todas as fronteiras do hemisfério rico, outros milhões de homens – muitos – aguardam para se aventurarem também à conquista do paraíso...
Ficção científica? E talvez não, se tivermos presentes as previsões demográficas para o ano 2000...
É este o grave problema que Jean Raspail nos propõe neste romance grave. Um romance em que, através do trágico ou do burlesco das situações imaginadas, o autor assume uma posição que o leitor pode aceitar ou rejeitar. O problema, esse, talvez não possa ignorá-lo...

Fonte: Sinopse do romance «Le Camp des Saints» de 1973.

Socorro!


A Junta de Freguesia do Socorro, na Mouraria, tem cerca de 15 mil habitantes, 11 mil dos quais já são estrangeiros, revelou à Lusa o presidente da junta, Marcelino Figueiredo (PSD).
A população envelhecida da freguesia do Socorro, bairro histórico da capital, tem sido renovada com imigrantes estrangeiros «que diariamente solicitam os serviços da junta com o objectivo de regularizarem a sua situação em Portugal», afirmou o presidente.
Questionado sobre a evolução do número de estrangeiros que têm chegado à freguesia, o presidente da junta respondeu: «Não sei. O que sei é que todos os dias tenho mais processos de legalização para tratar».
«Ultimamente, a maior comunidade que tem chegado à freguesia é a do Bangladesh e as nacionalidades com maior expressão continuam a ser a chinesa, a indiana, a paquistanesa, e mais recentemente também, a ucraniana, macedónia, e de países africanos muçulmanos», revelou Marcelino Figueiredo.
O presidente da Junta salientou que «uns chamam os outros e são quase todos familiares e estabelecem-se como vendedores de brinquedos, produtos electrónicos e na restauração».
Nesta área existem dois centros comerciais ocupados na sua maioria por comerciantes asiáticos, com as tradicionais lojas chinesas até às lojas de electrónica.
Marcelino Figueiredo salientou ainda que «nesta altura, os católicos até já estão em minoria» e que «a comunidade muçulmana já abriu uma pequena mesquita na freguesia».

Eurábia


A civilização europeia, à semelhança da Igreja Católica, está a morrer porque sofre do vírus da culpabilização, esse vírus potente de que Sun Tzu (estratego militar chinês) já falava. A Europa sente ódio por si mesma. A Europa tem medo, está velha e decide unilateralmente que não quer ter inimigos. É um continente hedonista e relativista. Em sentido contrário, o islão é vigoroso e não oferece dúvidas – o segredo do crescimento de uma religião é mesmo esse: oferecer certezas e não dúvidas. Esta fragilidade psicológica europeia, aliada à dependência económica e energética de antigos países colonizados, ajudam à formulação da Eurábia. A Eurábia é esse futuro que resulta do convite constante à islamização. Que ninguém tenha dúvidas: não há nada que tente mais a agressividade islâmica, que a nossa debilidade.