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Estados Unidos de Israel



(...) Em vez disso, gostaria de ir um pouco além dos comentários feitos pelos meus colegas e sugerir não só que Israel não é um aliado, mas também que na verdade não é um amigo, porque causa danos reais aos Estados Unidos ao utilizar o seu considerável acesso ao Congresso e aos meios de comunicação para promover políticas que não são boas, nem para os Estados Unidos, nem para Israel. Tenho a certeza de que todos já ouviram a expressão "um amigo não deixa um amigo conduzir bêbado". Pois bem, os Estados Unidos têm andado a conduzir bêbados há já algum tempo, e esse comportamento perigoso tem sido, em certa medida, incentivado por Israel e pelos seus numerosos apoiantes em Washington.

Israel pode ou não ter sido um facilitador da desastrosa invasão americana do Iraque, mas é inegável que funcionários americanos extremamente próximos do governo israelita estiveram por detrás da corrida para a guerra e da falsificação de informações fraudulentas que alimentaram o processo. Se os Estados Unidos entrarem em guerra com o Irão num futuro próximo, não será porque Teerão represente uma ameaça real para a América. Será porque Israel e o seu poderoso lobby nos EUA conseguiram criar um casus belli essencialmente falso para justificar tal acção.

O Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu, que chegou a comentar que o 11 de Setembro foi bom para Israel, procurou repetidamente comprometer o nosso Governo a traçar linhas vermelhas que limitariam as opções da Casa Branca e que, na prática, a obrigariam a agir militarmente contra o Irão. O Congresso, por seu lado, está a avançar com legislação que comprometeria os Estados Unidos a intervir militarmente em apoio a um ataque unilateral israelita, o que significa que Israel poderia facilmente ter o poder de decidir se os EUA entram ou não em guerra. Nada relacionado com Israel se assemelha à forma como os EUA interagem com outros países.

A Dalinda e a Janet expuseram os custos em dólares e os acordos especiais de financiamento que servem para apoiar Israel, medidas que não existem para qualquer outra nação. O Congresso aprovou também na quarta-feira, como parte do United States-Israel Strategic Partnership Act, por uma votação de 410 contra 1, uma isenção para Israel do princípio de reciprocidade exigido pelo chamado Programa de Isenção de Visto. Os israelitas poderão viajar livremente para os Estados Unidos, enquanto o seu governo poderá recusar a entrada a cidadãos americanos.

Este é um privilégio que não é concedido a nenhum outro país. Um congressista chegou mesmo recentemente a apresentar um projecto de lei para cortar o financiamento federal a qualquer organização académica que participe em boicotes a Israel. Boicotar outros países parece ser aceitável.

Israel interfere nas eleições americanas. Mais recentemente, em benefício de Mitt Romney, corrompeu o nosso Congresso. O seu chefe de governo repreende publicamente o nosso chefe de Estado.

Ministros do governo insultam e ridicularizam John Kerry. E os seus agentes de informações fornecem efectivamente informações alarmistas e imprecisas em sessões privadas a senadores americanos no Capitólio. Não duvido também que Israel, habituado a comportar-se com impunidade em relação ao seu alegado amigo e patrono em Washington, possa fabricar um pretexto para arrastar os EUA para um novo conflito.

Algo que faz lembrar o caso Lavon em Alexandria, Egipto, em 1954, ou o ataque de falsa bandeira ao USS Liberty em 1967. Israel apoia actualmente com veemência o recurso à força para intervir na Síria, uma proposta que é esmagadoramente rejeitada pelo público americano. Em suma, Israel não tem qualquer relutância em utilizar o seu enorme poder político e mediático nos EUA para pressionar sucessivas administrações a conformarem-se com as suas próprias visões de política externa e de segurança.

Outra razão muito válida para que Israel não devesse receber milhares de milhões de dólares em ajuda militar anual é o seu persistente esforço de espionagem contra os Estados Unidos. Grant Smith descreveu como amigos de Israel roubaram urânio enriquecido de uma refinaria na Pensilvânia para criar um arsenal nuclear. Mais recentemente, soubemos como Arnon Milchan, um produtor de Hollywood nascido em Israel, organizou a compra ilegal de 800 detonadores nucleares.

Milchan recebeu um Óscar no último domingo sem qualquer intervenção do FBI. A existência de um grande esforço de espionagem israelita na altura do 11 de Setembro foi amplamente noticiada, envolvendo empresas israelitas em Nova Jérsia e na Florida, bem como centenas de estudantes de arte em todo o país. Cinco israelitas de uma dessas empresas foram observados a celebrar tendo como pano de fundo as Torres Gémeas a ruir.

Embora se diga frequentemente que todos espiam todos, o que é particularmente verdade quando se fala da nossa própria NSA, a espionagem é uma actividade de alto risco e a maioria dos países é extremamente cuidadosa quando espia amigos devido ao receio de retaliações. Israel, que depende de Washington para milhares de milhões em ajuda e também para cobertura política em fóruns internacionais como a ONU, não espia discretamente, em grande parte porque sabe que poucos em Washington procurarão responsabilizá-lo. Não houve, por exemplo, quaisquer consequências para os israelitas quando agentes dos serviços de informações do Mossad israelita, usando passaportes e fazendo-se passar por americanos, recrutaram terroristas para levarem a cabo ataques no interior do Irão, como referiu esta manhã Mark Perry.

Israelitas a usar passaportes dos EUA dessa forma colocam em risco todos os viajantes americanos. Israel, onde governo e empresas trabalham de mãos dadas, obteve vantagens significativas ao roubar sistematicamente tecnologia americana com aplicações tanto militares como civis. A tecnologia desenvolvida nos EUA é depois alvo de engenharia inversa e usada pelos israelitas para apoiar as suas próprias exportações.

Por vezes, quando a tecnologia é de natureza militar e acaba nas mãos de um adversário, as consequências podem ser graves. Israel vendeu sistemas de armas avançadas à China que se acredita incorporarem tecnologia desenvolvida por empresas americanas, incluindo o míssil ar-ar Python-3 e o míssil de cruzeiro Delilah. Há indícios de que Israel também roubou aviões do sistema de mísseis Patriot para os incorporar no seu próprio sistema Arrow, e que utilizou tecnologia americana obtida no seu programa de desenvolvimento do caça Lavi, que foi financiado pelos contribuintes americanos, para ajudar os chineses a desenvolver o seu próprio J-10.

A realidade da espionagem israelita é inegável. Poderia citar os nomes de Jonathan Pollard, Ben-Ami Kaddish, Stuart Nozet e Larry Franklin como espiões de Israel que foram apanhados, mas são apenas a ponta do iceberg. Israel surge sempre em destaque no relatório anual do FBI denominado Foreign Economic and Industrial Collection.

O relatório de 2005 afirma: Israel tem um programa activo para recolher informação proprietária nos Estados Unidos. Estas actividades de recolha visam principalmente obter informações sobre sistemas militares e aplicações avançadas de computação que possam ser utilizadas na considerável indústria de armamento de Israel. Acrescenta que Israel recruta espiões, usa métodos electrónicos e realiza intrusões informáticas para obter a informação.

Um relatório de 1996 do Defense Investigative Service referiu que Israel tem grande sucesso a roubar tecnologia explorando os inúmeros projectos de co-produção que tem com o Pentágono. Afirma: colocar cidadãos israelitas em indústrias-chave é uma técnica utilizada com grande sucesso. Um exame do General Accounting Office à espionagem dirigida contra as indústrias americanas de defesa e segurança descreveu como cidadãos israelitas residentes nos EUA roubaram tecnologia sensível para fabricar tubos de canhões de artilharia, obtiveram planos classificados de sistemas de reconhecimento e passaram projectos aeroespaciais sensíveis a utilizadores não autorizados.

O GAO concluiu que Israel conduz – e passo a citar – a mais agressiva operação de espionagem contra os Estados Unidos de qualquer aliado dos EUA. Em Junho de 2006, um juiz administrativo do Pentágono rejeitou um recurso interposto por um israelita a quem tinha sido negada uma autorização de segurança. Se conseguem imaginar, um israelita com uma autorização de segurança no Pentágono.

Mas, de qualquer forma, rejeitaram o recurso e afirmaram: o governo israelita está activamente envolvido em espionagem militar e industrial nos Estados Unidos. Um cidadão israelita que trabalhe nos EUA e tenha acesso a informações proprietárias é susceptível de ser alvo dessa espionagem. Mais recentemente, o oficial de contra-espionagem do FBI John Cole relatou como muitos casos de espionagem israelita foram arquivados por ordem do Departamento de Justiça.

Ele fornece uma estimativa conservadora de 125 investigações viáveis sobre espionagem israelita envolvendo tanto cidadãos americanos como israelitas que foram interrompidas devido a pressões políticas. Por isso, a resposta à pergunta se Israel é um aliado dos Estados Unidos é, definitivamente, não. Será sequer um amigo? Bem, suponho que há todos os tipos de amigos no mundo. Mas se julgarmos Israel pelo seu historial na forma como interage com o governo e o povo americanos, penso que a resposta terá igualmente de ser não.

Do trono do Anticristo em Jerusalém


Há também isto, como demonstrámos acima, a saber: o Anticristo será Judeu, tanto o Messias dos Judeus como Rei; portanto, sem dúvida, estabelecerá o seu trono em Jerusalém e tentará restaurar o Templo de Salomão. Pois os Judeus não sonham com outra coisa senão com Jerusalém e o Templo; e parece que nunca aceitarão alguém como Messias, se este não tiver a sua sede em Jerusalém e, de alguma forma, restaurar o Templo. Por isso, diz Lactâncio, no livro 7, capítulo 15, que haverá um grande reino na Ásia durante o tempo do Anticristo, que o Ocidente o servirá e que ele governará o Oriente. No capítulo 17, ele designa a parte da Ásia onde esse reino estará e diz que é a Síria, ou seja, a Judeia, que faz parte da Síria e que pelos latinos é sempre chamada de Síria. Do mesmo modo, Jerónimo e Teodoreto, nos seus comentários sobre Daniel 11, concluem que o Anticristo estabelecerá as suas tendas na região de Jerusalém e, por fim, será morto no Monte das Oliveiras. E Irineu, no livro 5, afirma claramente que o Anticristo governará na terra de Jerusalém.

São Roberto Belarmino in «Disputationes de Controversiis Christianae Fidei», Tomo I, 1586.

Da criação do "Lar Hebreu" na Palestina


Carta do Núncio Apostólico nos E.U.A., o Arcebispo Amleto Cicognani, ao enviado do Presidente Franklin Roosevelt, o Embaixador Myron Taylor – 22 de Junho de 1943:

Vossa Excelência,

Em referência à nossa conversa de há alguns dias, desejo apresentar para consideração e atenção de Vossa Excelência os seguintes pontos relativos à situação na Palestina.

A Santa Sé, apesar das graves dificuldades, tem manifestado constantemente um profundo interesse e preocupação pelos "não-arianos". Isto é claramente demonstrado pela recente acção tomada em favor dos jovens e crianças judias internados na Eslováquia, para impedir a sua remoção daquela República.

O auxílio da Santa Sé foi recentemente solicitado para ajudar a superar dificuldades, de modo a permitir que crianças judias sejam transportadas para a Palestina. O seu acolhimento, a partir de países europeus, foi autorizado pelo Governo Britânico.

Embora a Santa Sé esteja profundamente interessada no bem-estar dessas crianças, parece oportuno recordar, nesta altura, a questão geral do "Lar Hebreu" na Palestina. Desde 1917, quando a questão surgiu pela primeira vez, a Santa Sé tem manifestado a sua posição sobre o assunto e tem-na repetido em vários documentos formais.

Em 1919, Sua Santidade, o Papa Bento XV, ao discursar num Consistório de Cardeais, mencionou a grande solicitude que os Papas têm demonstrado pela preservação dos lugares santos e veneráveis da Palestina. Durante anos, sacrificaram-se para os manter longe das mãos dos infiéis. Agora que a sua posse foi assegurada, deve ser protegida e reforçada. Se o poder dos infiéis na Palestina aumentar, os monumentos estarão novamente em perigo. (A.A.S. Vol. XI, página 100).

A 13 de Junho de 1921, o mesmo Soberano Pontífice salientou que, embora não quisesse interferir em qualquer direito do povo Judeu, também não desejava prejudicar de nenhuma forma os direitos dos Cristãos na Palestina (A.A.S. Vol. XIII, página 283). A posição da Igreja foi expressa num aide-mémoire ao Conselho da Sociedade das Nações, a 4 de Junho de 1922. Junta-se a esta carta uma cópia desse documento, bem como uma cópia de uma carta do Cardeal Gasparri, datada de 6 de Março de 1922.

Nesta questão, há dois pontos a considerar. O primeiro diz respeito aos Lugares Santos (por exemplo, a Basílica do Santo Sepulcro, Belém, etc.). Os Católicos regozijam-se por deterem certos direitos sobre esses lugares, e, por justiça, tais direitos devem ser reconhecidos e respeitados. Garantias formais e reiteradas de que esses direitos serão respeitados, são sempre necessárias e voltarão a ser exigidas após a presente guerra.

O segundo ponto diz respeito à própria Palestina. Os Católicos do mundo inteiro nutrem uma profunda devoção por esta terra, santificada pela presença do Redentor e estimada como o berço do Cristianismo. Se a maior parte da Palestina fosse concedida ao povo Judeu, isso representaria um duro golpe para a ligação religiosa que os Católicos mantêm com esta terra. Ter o povo Judeu em maioria, seria uma interferência no exercício pacífico dos direitos que os Católicos já possuem na Terra Santa.

É verdade que, em tempos, a Palestina foi habitada pela raça Hebraica, mas não há nenhum princípio histórico que justifique a necessidade de um povo regressar a uma terra que deixou há dezanove séculos.

Se se deseja um "Lar Hebreu", não seria difícil encontrar um território mais adequado do que a Palestina. Com o aumento da população Judaica na região, surgiriam novos e graves problemas internacionais. Os Católicos do mundo inteiro ficariam indignados. A Santa Sé ficaria triste – e com razão – com tal movimento, pois não estaria de acordo com a assistência caritativa que os não-arianos têm recebido e continuarão a receber das mãos do Vaticano.

Estou confiante de que, a partir destes pontos, Vossa Excelência compreenderá a posição da Santa Sé nesta matéria.

Com sentimentos de estima e votos de felicidades, subscrevo-me,
Atenciosamente,

A. G. Cicognani
Arcebispo de Laodicea
Núncio Apostólico nos E.U.A.

Os destruidores


Nós, judeus, somos acusados de sermos destruidores: tudo o que vocês constroem, nós destruímos. Isso é verdade apenas num sentido relativo. Nós não somos deliberadamente iconoclastas: não somos inimigos das vossas instituições simplesmente por causa da nossa antipatia. Nós somos uma massa apátrida que procura satisfação para os nossos instintos construtivos. E nas vossas instituições não conseguimos encontrar satisfação; elas são as instituições lúdicas dos esplêndidos filhos do homem – e não do próprio homem. Nós procuramos adaptar as vossas instituições às nossas necessidades, porque enquanto existirmos necessitamos de ter expressão; e tentando reconstruí-las para as nossas necessidades, desconstruímo-las para as vossas.
(...)
Um século de tolerância parcial deu-nos, a nós, judeus, acesso ao vosso mundo. Nesse período, foi feita a grande tentativa, pela guarda avançada da reconciliação, de unir os nossos dois mundos. Foi um século de fracasso. Os nossos radicais judeus estão a começar a compreendê-lo vagamente.
Nós, judeus, nós, os destruidores, continuaremos a ser eternamente destruidores. Nada do que vocês façam irá ao encontro das nossas necessidades e exigências. Destruiremos para sempre porque precisamos de um mundo próprio, um mundo divino, que não é da vossa natureza construir. Para além de todas as alianças temporárias com esta ou aquela facção, reside a divisão final entre natureza e destino, a inimizade entre o Jogo e Deus. Mas aqueles de nós que não conseguem compreender esta verdade serão sempre encontrados em aliança com as vossas facções rebeldes, até que chegue a desilusão. O destino miserável que nos espalhou entre vós impôs-nos este papel indesejável.

Maurice Samuel in «You Gentiles», 1924.

A origem da União Europeia


No início de 1924, recebemos uma carta do Barão Louis Rothschild: um dos seus amigos, Max Warburg, de Hamburgo, havia lido o meu livro e queria conhecer-nos. Para minha grande surpresa, Warburg ofereceu-me espontaneamente sessenta mil marcos de ouro para promover o movimento [Pan-Europeu] durante os três primeiros anos.

Richard Coudenhove-Kalergi in «Ein Leben für Europa», 1966.

O estranho caso do número "6 milhões"


Vídeo – Entre 1915 e 1938 (23 anos), dez jornais norte-americanos de grande tiragem, referem o famoso número de 6 milhões de judeus... Fora da Alemanha... Antes de Hitler e do Nazismo... "Holocaustos" antes do "Holocausto"...

Recomendo a quem assistir o vídeo, que também o guarde (descarregue), antes que ele estranhamente desapareça.

Harry Truman


33º presidente americano e maçon grau 33, Harry Truman foi o maior responsável moral e político pelo lançamento das bombas atómicas sobre Hiroxima e Nagasaki, a 6 e a 9 de Agosto de 1945, respectivamente, reduzindo a pó aquelas que, tradicionalmente, são as duas cidades mais católicas do Japão, em grande parte devido à influência portuguesa.
Co-fundador da O.N.U. (1945) e impulsionador da criação dos Estados Unidos da Europa, também se deve a Harry Truman a execução do Plano Marshall (1948) e a fundação da N.A.T.O. (1949), que deixaram a Europa Ocidental em grande dependência económica, militar e política dos E.U.A.
Inimigo público da Igreja Católica e apoiante do Sionismo, Harry Truman também contribuiu activamente para a implementação do moderno Estado de Israel (1948).
Trata-se, pois, de um precursor do Anti-Cristo e uma figura-chave no estabelecimento de uma nova ordem mundial, nascida em 1945.

O "Plano" Kalergi


Palavras do fundador do Movimento Pan-Europeu:

"O resultado é que, nos mestiços, unem-se a falta de carácter, a devassidão, a debilidade da vontade, a instabilidade, a crueldade e a infidelidade com a objectividade, a universalidade, a agilidade mental, a falta de preconceitos e a amplitude de horizontes." [pág. 21]

"O homem do futuro será um mestiço. As raças e as classes de hoje desaparecerão gradualmente devido ao encurtamento do espaço, do tempo e do preconceito. A futura raça afro-euro-asiática, que se parecerá exteriormente à do Antigo Egipto, substituirá a diversidade dos povos pela diversidade das personalidades.
Segundo as leis genéticas, com a diversidade dos antepassados cresce a variedade, enquanto com a homogeneidade dos antepassados cresce a uniformidade dos descendentes. Nas famílias com uniões consanguíneas, um filho parece-se ao outro, já que todos têm os mesmos traços familiares. (...) A consanguinidade cria traços característicos, o cruzamento cria personalidades características." [págs. 22 e 23]

"Este desenvolvimento e, em consequência, o caos da política moderna encontrarão o seu fim quando uma aristocracia intelectual se aproprie dos meios de poder da sociedade: pólvora, ouro e imprensa, e os administre para o bem de todos. Uma etapa decisiva para esta meta constitui o bolchevismo russo, onde um pequeno grupo de nobres espirituais governa o país e rompe conscientemente com a democracia plutocrática, que reina no resto do mundo. A guerra entre capitalismo e comunismo pela herança da nobreza de sangue é uma luta fraterna da vitoriosa aristocracia intelectual, uma guerra entre espírito individual e socialista, egoísta e egocêntrico, pagão e cristão. O estado-maior de ambos os partidos se constituirá da raça líder na Europa: os judeus." [pág. 32 e 33]

"A escola e a imprensa são os dois pontos de partida a partir dos quais o mundo se pode renovar e refinar sem sangue ou violência. A escola alimenta ou envenena a alma da criança, a imprensa alimenta ou envenena a alma do adulto. Ambas se encontram nas mãos de uma inteligência não espiritual, e devolvê-los às mãos do espírito seria a máxima tarefa de qualquer política idealista, de qualquer revolução idealista." [pág. 37]

"As principais cabeças da aristocracia intelectual – tanto a corrupta como a íntegra – do capitalismo, do jornalismo e da literatura, são judias. A superioridade da sua mente os predestina a ser um factor principal da futura nobreza. Um olhar à história do povo judeu explica a sua vantagem na luta pela soberania." [pág. 49]

"O socialismo, que começou com a abolição da aristocracia, com a nivelação da humanidade, culminará na criação da nobreza e da diferenciação da humanidade. E nisto, a eugenia social tem a maior missão histórica." [pág. 56]

"O estado cultural do futuro será um Estado de consumidores: a sua produção será controlada pelos consumidores, e não como agora em que o consumo é determinado pelos produtores." [pág. 143]

"Por isso, o problema fronteiriço europeu só se pode resolver com a sua eliminação. Os dois elementos desta solução são: A) O elemento conservativo do status quo territorial, que estabiliza as fronteiras actuais e impede a guerra iminente; B) O elemento revolucionário, que anula paulatinamente as fronteiras em sentido estratégico, económico e nacional, para destruir as sementes de futuras guerras." [pág. 173]

"A instigação chauvinista contra as nações estrangeiras deve ser combatida sem piedade nas escolas e na imprensa, através de um acordo internacional." [pág. 178]

Richard Coudenhove-Kalergi in «Praktischer Idealismus», 1925.

Bento XV sobre a situação na Palestina


Certamente recordam-se todos que aqui mesmo, em 10 de Março de 1919, Nós nos mostrámos muito preocupados com o desenrolar dos acontecimentos, depois da guerra, na Palestina; numa terra tão cara a Nós e a todo coração cristão, porque tornada sagrada pelo próprio Redentor Divino na sua vida mortal. Além de que, longe de diminuir, aquela Nossa apreensão vai, infelizmente, a cada dia se agravando.

De facto, se Nós naquela época nos lamentávamos pela obra nefasta ali desenvolvida por seitas não-católicas, que querem simplesmente vangloriar-se do nome de cristãs, também agora devemos lamentar-nos ao ver que estas seitas, munidas que são abundantemente de meios, mantêm a sua obra sempre cada vez mais activa, aproveitando-se da imensa miséria em que os seus habitantes estão mergulhados depois desta guerra monstruosa. De Nossa parte, conquanto não tenhamos deixado de socorrer as debilitadas populações palestinas, impulsionando ou dando vida a várias instituições de beneficência (o que continuaremos a fazer enquanto tivermos força), não podemos, todavia, prover um socorro adequado àquelas necessidades, especialmente porque com os recursos colocados à Nossa disposição pela Divina Providência devemos atender aos gritos de dor que chegam de toda parte, pedindo ajuda à Sede Apostólica. Consequentemente, somos obrigados a assistir com grande pena à progressiva ruína espiritual de almas tão caras a Nós e por cuja salvação trabalharam tantos homens de zelo apostólico, antes de mais os filhos do seráfico Patriarca de Assis.

Quando os cristãos, através das tropas aliadas, retomaram a posse dos Lugares Santos, Nós de coração nos unimos à alegria geral dos bons; mas aquela Nossa alegria não era separada do temor expresso na referida Alocução Consistorial, ou seja, que a tão magnífico e feliz acontecimento, os israelitas viessem, em seguida, encontrar-se na Palestina numa posição de preponderância e de privilégio. A realidade actual comprova que aquele temor era justificado. De facto, na Terra Santa a condição dos cristãos não só não melhorou, mas, ao contrário, piorou logo depois das novas leis e dos ordenamentos ali estabelecidos, os quais visam – não digamos que por vontade dos legisladores, mas certamente de facto – a expulsar a Cristandade das posições que tem ocupado até agora, para substituí-la pelos israelitas. Não podemos, também, não deplorar o trabalho intenso que muitos fazem para retirar o carácter sagrado dos Lugares Santos, transformando-os em ponto de encontro com todos os atractivos da mundanidade: o que, se já é de todo reprovável, muito mais o é onde encontram-se a cada passo as mais augustas memórias da Religião.

Tendo em conta que a condição da Palestina não foi ainda definitivamente regulada, Nós, a partir de agora, devemos levantar a nossa voz a fim de que, quando chegar o tempo de dar a ela um ordenamento regular, sejam assegurados à Igreja Católica e a todos os cristãos os seus direitos inalienáveis. Nós não queremos certamente que sejam reduzidos os direitos do mundo hebraico; entendemos, porém, que esses não devam de modo algum se sobrepor aos sacrossantos direitos dos cristãos. E, para tanto, exortamos firmemente todos os governos das Nações cristãs, inclusive as não-católicas, a que insistam e mantenham-se vigilantes junto à Liga das Nações, que, como foi anunciado, deverá submeter a exame o regulamento do mandato inglês na Palestina.

Papa Bento XV in discurso «Sobre a situação do Catolicismo na Palestina», 13 de Junho de 1921.

Bilderberg: coincidências...


Em 2018 cumprem-se 10 anos que António Costa e Rui Rio participaram na sessão anual do Clube Bilderberg. Na época, ambos eram autarcas de Lisboa e Porto, respectivamente. Hoje, um é primeiro-ministro, e o outro é líder do maior partido da oposição...
O Clube Bilderberg foi fundado por Józef Hieronim Retinger, um judeu sionista e maçon nascido em Cracóvia. Retinger foi também fundador do Movimento Europeu, que está na génese da actual União Europeia.

Rei de Jerusalém


Acaba de ser publicado no blogue amigo FIDELISSIMUS o brasão que a Cristandade reconhece como sendo do católico Rei de Jerusalém. É muito apropriado para o momento actual, na esperança de que católicos enganados, abdiquem do erro judaizante e sionista, lugares por onde já infelizmente andam lançados.

As grandes linhas do mundialismo


Em linhas gerais, a Nova Ordem Mundial é um projecto de destruição a grande escala que visa:

– O governo mundial com centralização de poderes.
– A destruição da religião [católica], substituindo por uma falsa religião ecuménica mundial.
– A destruição da unidade familiar.
– A destruição das soberanias nacionais.
– A abolição do sentimento patriótico [patriotismo].
– A redução drástica da população mundial.
– O nivelamento social baixo das populações, através do dumping social.
– A destruição das tradições e das culturas.
– A dissolução das identidades.
– A miscigenação generalizada das populações, excepto do povo judeu.
– O controlo [ilegítimo] da informação.
– A abolição da propriedade privada.
– A restrição das liberdades individuais [legítimas].
– O empobrecimento da língua, que nos leva à famosa novilíngua descrita por George Orwell; linguagem SMS e erradicação progressiva da ortografia.
– A uniformização do indivíduo para conseguir um trabalhador dócil, flexível, mestiço, nómada e estúpido, porque embrutecido pela sociedade de consumo.

Estes são os pontos essenciais da mística mundialista, decidida em voltar-se contra a lei natural, a qual veremos ainda que ela junta fielmente certos escritos maiores e outras falsas religiões e espiritualidades.

Johan Livernette in «Le complot contre Dieu: Le mondialisme démasqué», 2014.

Não importa em quem votem, nada vai mudar


Curiosamente, Marxismo, Comunismo, e o seu derivado, o Socialismo, quando analisados anos mais tarde, na prática, não são nada mais do que capitalismo de estado e governo por uma minoria privilegiada, exercendo controlo total e despótico sobre uma maioria que fica virtualmente sem nenhum direito legal ou de propriedade. Isto explica porque os Rothschild estavam tão interessados em subsidiar estas ideologias, as quais poderiam evoluir para "democracia", um sistema de dois partidos no qual ambos são controlados pela mesma força, e embora eles possam lutar sobre matérias insignificantes, de modo a dar a impressão de se oporem um ao outro, na realidade eles seguem a mesma ideologia básica. É por isto que os habitantes das democracias cedo descobrem que não importa em quem votem, nada vai mudar.

Andrew Carrington Hitchcock in «The Synagogue of Satan», 2007.

A URSS perseguia os judeus?

Região Autónoma Judaica fundada por Estaline

Dado o mito amplamente difundido por sionistas de Direita, segundo o qual a URSS sob Estaline tinha uma política anti-semita, importa repor a verdade com factos históricos que refutem essa fantasia:
Os comunistas, como internacionalistas consistentes, não podem deixar de ser irreconciliáveis inimigos declarados do anti-semitismo. Na URSS o anti-semitismo é punível com a máxima severidade da lei, como um fenómeno profundamente hostil ao regime soviético. Sob a lei soviética, anti-semitas activos são passíveis de pena-de-morte.
José Estaline, 12 de Janeiro de 1931
Não só o anti-semitismo foi declarado incompatível com o Comunismo e punido com a morte, como o próprio Estaline fundou um Estado Nacional Judaico dentro da URSS, em Birobidjan, vinte anos antes da criação do Estado de Israel.

Socialismo, sionismo e satanismo


Ligação misteriosa foi a que se estabeleceu entre Marx e o seu mestre, o escritor judeu Moses Hess, considerado o Pai do Sionismo Socialista. Na cosmovisão e na mentalidade de Moses Hess, há uma curiosa superposição e permeação de camadas ideológicas – a tríade socialismo, sionismo e satanismo. Ao mesmo tempo, Moses foi um dos fundadores do socialismo e mentor de Marx e Engels; arvorou o ideal do sionismo sendo o seu precursor, antes mesmo de Theodor Herzl; além disso, iniciou no satanismo os seus dois discípulos. Moses publicou em 1862 o livro Roma e Jerusalém (Rome and Jerusalem: The Last National Question). Nele Moses Hess preconizou a criação e o estabelecimento da nação judaica na Palestina, onde os judeus teriam um estilo de vida agrário socialista e passariam por um processo de "redenção pela terra".

Non possumus


Não nos é possível favorecer esse movimento [o Sionismo]. Não podemos impedir os Judeus de ir a Jerusalém, mas nunca poderíamos aprová-lo. O solo de Jerusalém, que nem sempre foi sagrado, foi santificado pela vida de Jesus Cristo. Eu, como Chefe da Igreja, não posso responder de outra forma. Os Judeus não reconheceram Nosso Senhor, portanto, nós não podemos reconhecer o povo Judeu. Non possumus.

Papa São Pio X respondendo a Theodor Herzl, 26 de Janeiro de 1904.