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Israel: distinções necessárias


Para se poder compreender bem o que foi feito, convém antes de mais estabelecer uma distinção relativamente ao povo Judeu. «Israel» pode entender-se em dois sentidos:

1. O «Israel espiritual», povo de Deus do Antigo Testamento até ao tempo de Nosso Senhor Jesus Cristo. A sua missão era preparar a vinda do Messias, em quem encontraria o seu aperfeiçoamento.
Deste «Israel» é continuação a Igreja de Jesus Cristo, única herdeira legítima e exclusiva do seu património e missão sagrados.

2. O «Israel carnal», que materializou, carnalizou, a promessa de Deus e a própria noção do Messias, e que, por conseguinte, prevaricou, rejeitando-O na Sua primeira Vinda.
Neste «Israel carnal» podemos distinguir, por sua vez, duas outras realidades:

a) O povo Judeu depois de Cristo, povo chamado à conversão e ao baptismo, como todos os demais povos, mas com maior urgência e com uma dilecção particular por causa do seu património único, e com maior cuidado por causa da sua rebelião e do seu património actual.

b) O Judaísmo talmúdico: a religião actual dos Judeus, aquela que não só rejeitou o Messias e cometeu o Deicídio, mas que também persegue o Seu Corpo Místico, a Igreja, como usurpadora do seu património sagrado.

Os Judeus talmúdicos seguem o Talmude: interpretação rabínica da Lei Mosaica e código civil judaico.

A Igreja honra o «Israel espiritual», pois dá-lhe continuidade e é a sua herdeira.

A Igreja ama o «Israel carnal» chamado à conversão; procura os filhos desse povo como aos seus filhos mais velhos, rebeldes mas ainda amados.

A Igreja defende a sua própria razão de ser e os seus direitos contra as pretensões do Judaísmo talmúdico, contra o seu ódio e as suas perseguições.

Pe. Juan Carlos Ceriani in «El Deicidio», 5 de Março de 2011.

A questão judaico-cristã


No primeiro capítulo expusemos a lei teológica que rege os povos desde o advento de Cristo Nosso Senhor. Existe – dizíamos – por disposição inescrutável de Deus, uma oposição irreconciliável entre a Igreja e a Sinagoga, entre Judeus e Cristãos, oposição essa que há-de perpetuar-se irremediavelmente até que chegue o tempo da Reconciliação. Judeus e Cristãos hão-de encontrar-se em toda a parte sem se reconciliarem e sem se confundirem. Representam na História a eterna luta de Lúcifer contra Deus, da Serpente contra a Mulher, das Trevas contra a Luz, da Carne contra o Espírito. A eterna luta de Caim contra Abel, de Ismael contra Isaque, de Esaú contra Jacob, do Faraó contra Moisés, dos Judeus contra Cristo.
É tão fundamental esta oposição que, depois de Cristo, não são possíveis para o Homem senão dois caminhos: a cristianização ou a judaização, como também não são possíveis, em todas as manifestações da vida, mais do que dois modos verdadeiramente fundamentais: o cristão e o judeu; duas religiões: a cristã e a judaica; duas políticas: a cristã e a judaica; duas economias: a cristã e a judaica; apenas dois internacionalismos: o cristão e o judaico.

Pe. Julio Meinvielle in «El Judío en el misterio de la Historia», 1936.

Estados Unidos de Israel



(...) Em vez disso, gostaria de ir um pouco além dos comentários feitos pelos meus colegas e sugerir não só que Israel não é um aliado, mas também que na verdade não é um amigo, porque causa danos reais aos Estados Unidos ao utilizar o seu considerável acesso ao Congresso e aos meios de comunicação para promover políticas que não são boas, nem para os Estados Unidos, nem para Israel. Tenho a certeza de que todos já ouviram a expressão "um amigo não deixa um amigo conduzir bêbado". Pois bem, os Estados Unidos têm andado a conduzir bêbados há já algum tempo, e esse comportamento perigoso tem sido, em certa medida, incentivado por Israel e pelos seus numerosos apoiantes em Washington.

Israel pode ou não ter sido um facilitador da desastrosa invasão americana do Iraque, mas é inegável que funcionários americanos extremamente próximos do governo israelita estiveram por detrás da corrida para a guerra e da falsificação de informações fraudulentas que alimentaram o processo. Se os Estados Unidos entrarem em guerra com o Irão num futuro próximo, não será porque Teerão represente uma ameaça real para a América. Será porque Israel e o seu poderoso lobby nos EUA conseguiram criar um casus belli essencialmente falso para justificar tal acção.

O Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu, que chegou a comentar que o 11 de Setembro foi bom para Israel, procurou repetidamente comprometer o nosso Governo a traçar linhas vermelhas que limitariam as opções da Casa Branca e que, na prática, a obrigariam a agir militarmente contra o Irão. O Congresso, por seu lado, está a avançar com legislação que comprometeria os Estados Unidos a intervir militarmente em apoio a um ataque unilateral israelita, o que significa que Israel poderia facilmente ter o poder de decidir se os EUA entram ou não em guerra. Nada relacionado com Israel se assemelha à forma como os EUA interagem com outros países.

A Dalinda e a Janet expuseram os custos em dólares e os acordos especiais de financiamento que servem para apoiar Israel, medidas que não existem para qualquer outra nação. O Congresso aprovou também na quarta-feira, como parte do United States-Israel Strategic Partnership Act, por uma votação de 410 contra 1, uma isenção para Israel do princípio de reciprocidade exigido pelo chamado Programa de Isenção de Visto. Os israelitas poderão viajar livremente para os Estados Unidos, enquanto o seu governo poderá recusar a entrada a cidadãos americanos.

Este é um privilégio que não é concedido a nenhum outro país. Um congressista chegou mesmo recentemente a apresentar um projecto de lei para cortar o financiamento federal a qualquer organização académica que participe em boicotes a Israel. Boicotar outros países parece ser aceitável.

Israel interfere nas eleições americanas. Mais recentemente, em benefício de Mitt Romney, corrompeu o nosso Congresso. O seu chefe de governo repreende publicamente o nosso chefe de Estado.

Ministros do governo insultam e ridicularizam John Kerry. E os seus agentes de informações fornecem efectivamente informações alarmistas e imprecisas em sessões privadas a senadores americanos no Capitólio. Não duvido também que Israel, habituado a comportar-se com impunidade em relação ao seu alegado amigo e patrono em Washington, possa fabricar um pretexto para arrastar os EUA para um novo conflito.

Algo que faz lembrar o caso Lavon em Alexandria, Egipto, em 1954, ou o ataque de falsa bandeira ao USS Liberty em 1967. Israel apoia actualmente com veemência o recurso à força para intervir na Síria, uma proposta que é esmagadoramente rejeitada pelo público americano. Em suma, Israel não tem qualquer relutância em utilizar o seu enorme poder político e mediático nos EUA para pressionar sucessivas administrações a conformarem-se com as suas próprias visões de política externa e de segurança.

Outra razão muito válida para que Israel não devesse receber milhares de milhões de dólares em ajuda militar anual é o seu persistente esforço de espionagem contra os Estados Unidos. Grant Smith descreveu como amigos de Israel roubaram urânio enriquecido de uma refinaria na Pensilvânia para criar um arsenal nuclear. Mais recentemente, soubemos como Arnon Milchan, um produtor de Hollywood nascido em Israel, organizou a compra ilegal de 800 detonadores nucleares.

Milchan recebeu um Óscar no último domingo sem qualquer intervenção do FBI. A existência de um grande esforço de espionagem israelita na altura do 11 de Setembro foi amplamente noticiada, envolvendo empresas israelitas em Nova Jérsia e na Florida, bem como centenas de estudantes de arte em todo o país. Cinco israelitas de uma dessas empresas foram observados a celebrar tendo como pano de fundo as Torres Gémeas a ruir.

Embora se diga frequentemente que todos espiam todos, o que é particularmente verdade quando se fala da nossa própria NSA, a espionagem é uma actividade de alto risco e a maioria dos países é extremamente cuidadosa quando espia amigos devido ao receio de retaliações. Israel, que depende de Washington para milhares de milhões em ajuda e também para cobertura política em fóruns internacionais como a ONU, não espia discretamente, em grande parte porque sabe que poucos em Washington procurarão responsabilizá-lo. Não houve, por exemplo, quaisquer consequências para os israelitas quando agentes dos serviços de informações do Mossad israelita, usando passaportes e fazendo-se passar por americanos, recrutaram terroristas para levarem a cabo ataques no interior do Irão, como referiu esta manhã Mark Perry.

Israelitas a usar passaportes dos EUA dessa forma colocam em risco todos os viajantes americanos. Israel, onde governo e empresas trabalham de mãos dadas, obteve vantagens significativas ao roubar sistematicamente tecnologia americana com aplicações tanto militares como civis. A tecnologia desenvolvida nos EUA é depois alvo de engenharia inversa e usada pelos israelitas para apoiar as suas próprias exportações.

Por vezes, quando a tecnologia é de natureza militar e acaba nas mãos de um adversário, as consequências podem ser graves. Israel vendeu sistemas de armas avançadas à China que se acredita incorporarem tecnologia desenvolvida por empresas americanas, incluindo o míssil ar-ar Python-3 e o míssil de cruzeiro Delilah. Há indícios de que Israel também roubou aviões do sistema de mísseis Patriot para os incorporar no seu próprio sistema Arrow, e que utilizou tecnologia americana obtida no seu programa de desenvolvimento do caça Lavi, que foi financiado pelos contribuintes americanos, para ajudar os chineses a desenvolver o seu próprio J-10.

A realidade da espionagem israelita é inegável. Poderia citar os nomes de Jonathan Pollard, Ben-Ami Kaddish, Stuart Nozet e Larry Franklin como espiões de Israel que foram apanhados, mas são apenas a ponta do iceberg. Israel surge sempre em destaque no relatório anual do FBI denominado Foreign Economic and Industrial Collection.

O relatório de 2005 afirma: Israel tem um programa activo para recolher informação proprietária nos Estados Unidos. Estas actividades de recolha visam principalmente obter informações sobre sistemas militares e aplicações avançadas de computação que possam ser utilizadas na considerável indústria de armamento de Israel. Acrescenta que Israel recruta espiões, usa métodos electrónicos e realiza intrusões informáticas para obter a informação.

Um relatório de 1996 do Defense Investigative Service referiu que Israel tem grande sucesso a roubar tecnologia explorando os inúmeros projectos de co-produção que tem com o Pentágono. Afirma: colocar cidadãos israelitas em indústrias-chave é uma técnica utilizada com grande sucesso. Um exame do General Accounting Office à espionagem dirigida contra as indústrias americanas de defesa e segurança descreveu como cidadãos israelitas residentes nos EUA roubaram tecnologia sensível para fabricar tubos de canhões de artilharia, obtiveram planos classificados de sistemas de reconhecimento e passaram projectos aeroespaciais sensíveis a utilizadores não autorizados.

O GAO concluiu que Israel conduz – e passo a citar – a mais agressiva operação de espionagem contra os Estados Unidos de qualquer aliado dos EUA. Em Junho de 2006, um juiz administrativo do Pentágono rejeitou um recurso interposto por um israelita a quem tinha sido negada uma autorização de segurança. Se conseguem imaginar, um israelita com uma autorização de segurança no Pentágono.

Mas, de qualquer forma, rejeitaram o recurso e afirmaram: o governo israelita está activamente envolvido em espionagem militar e industrial nos Estados Unidos. Um cidadão israelita que trabalhe nos EUA e tenha acesso a informações proprietárias é susceptível de ser alvo dessa espionagem. Mais recentemente, o oficial de contra-espionagem do FBI John Cole relatou como muitos casos de espionagem israelita foram arquivados por ordem do Departamento de Justiça.

Ele fornece uma estimativa conservadora de 125 investigações viáveis sobre espionagem israelita envolvendo tanto cidadãos americanos como israelitas que foram interrompidas devido a pressões políticas. Por isso, a resposta à pergunta se Israel é um aliado dos Estados Unidos é, definitivamente, não. Será sequer um amigo? Bem, suponho que há todos os tipos de amigos no mundo. Mas se julgarmos Israel pelo seu historial na forma como interage com o governo e o povo americanos, penso que a resposta terá igualmente de ser não.

Do trono do Anticristo em Jerusalém


Há também isto, como demonstrámos acima, a saber: o Anticristo será Judeu, tanto o Messias dos Judeus como Rei; portanto, sem dúvida, estabelecerá o seu trono em Jerusalém e tentará restaurar o Templo de Salomão. Pois os Judeus não sonham com outra coisa senão com Jerusalém e o Templo; e parece que nunca aceitarão alguém como Messias, se este não tiver a sua sede em Jerusalém e, de alguma forma, restaurar o Templo. Por isso, diz Lactâncio, no livro 7, capítulo 15, que haverá um grande reino na Ásia durante o tempo do Anticristo, que o Ocidente o servirá e que ele governará o Oriente. No capítulo 17, ele designa a parte da Ásia onde esse reino estará e diz que é a Síria, ou seja, a Judeia, que faz parte da Síria e que pelos latinos é sempre chamada de Síria. Do mesmo modo, Jerónimo e Teodoreto, nos seus comentários sobre Daniel 11, concluem que o Anticristo estabelecerá as suas tendas na região de Jerusalém e, por fim, será morto no Monte das Oliveiras. E Irineu, no livro 5, afirma claramente que o Anticristo governará na terra de Jerusalém.

São Roberto Belarmino in «Disputationes de Controversiis Christianae Fidei», Tomo I, 1586.

Faz lembrar o camaleão


Dizem que o camaleão toma todas as cores. O governo da República francesa faz lembrar o tal bicharoco: é judeu, protestante, muçulmano... enfim, tudo o que a gente quiser. Agora, diz o Réveil des Vosges, deu 5000 francos aos judeus de Senones, para fazerem as reuniões da sua seita. Provavelmente é para recompensar os serviços de alta traição que têm levado a efeito os refolhados judeus.

Fonte: «Voz de S. António: Revista Mensal Ilustrada», 2º Ano, Nº 14, Fevereiro de 1896.

O sangue cristão e a "eucaristia" judaica


Com que fim procuram os judeus o sangue cristão? Já que a raça maldita tão de mãos dadas tem estado sempre com a franco-maçonaria, metemo-la também no Reinado das Trevas: e vamos responder com El Eco Franciscano a esta questão, dizendo em poucas palavras o que aquela boa revista diz em uma extensa correspondência; escrita de Jerusalém.
É certo que os judeus assassinam crianças, depois de as terem roubado à vigilância de seus pais, prova-se com os argumentos de muitos e ruidosos processos, onde semelhantes crimes foram comprovados e castigados; havendo, além disso, confissões livres de alguns neo-convertidos. O facto, pois, é inegável. A questão é saber qual o motor de semelhantes crimes. O povo, que naturalmente julga pelo que vê, atribui tudo a um ódio de séculos que a nação maldita nutre contra os cristãos. Que esse ódio existe, é indubitável; mas será essa a causa motriz do crime?
Rocca d'Adria, escritor católico muito célebre, e convertido do judaísmo, onde era tido por um dos primeiros doutores da sua seita, antes de se converter, responde com uma formal negativa. Em umas memórias, a que deu o título de – A Eucaristia e o Rito Pascoal Hebraico moderno: Revelações – demonstra com revelações inéditas e fidedignas, e com autoridades tiradas do Talmude e de outros livros mosaicos, que os judeus extraem o sangue dos cristãos, fazendo com ele e com farinha, uma espécie de mistura, para satisfazer um rito e uma crença supersticiosa que eles têm no Redentor e na sua vinda.
Eis as palavras daquele autor, que bem se pode dizer testemunha autêntica: «Os rabinos hebreus, suspeitando a divindade de Jesus Cristo, e não tendo, apesar disso, coragem para confessar publicamente a sua crença, consignaram em seus livros a vinda do Messias, e impuseram a Israel uma imitação da Comunhão Eucarística, certos (os rabinos), absolutamente certos de que sem ela (a Eucaristia) não é possível conseguir a vida eterna.»
Simplesmente horroroso!
Esta afirmativa tão categórica, tão formal e tão autorizada, vai mesmo sem comentários. Em todo o caso, vejam os pais de família que moram perto de famílias judias, se têm cuidado com seus filhos; não seja caso que o sangue deles vá ajudar a digestão a esses miseráveis.

Fonte: «Voz de S. António: Revista Mensal Ilustrada», 2º Ano, Nº 13, Janeiro de 1896.

Os destruidores


Nós, judeus, somos acusados de sermos destruidores: tudo o que vocês constroem, nós destruímos. Isso é verdade apenas num sentido relativo. Nós não somos deliberadamente iconoclastas: não somos inimigos das vossas instituições simplesmente por causa da nossa antipatia. Nós somos uma massa apátrida que procura satisfação para os nossos instintos construtivos. E nas vossas instituições não conseguimos encontrar satisfação; elas são as instituições lúdicas dos esplêndidos filhos do homem – e não do próprio homem. Nós procuramos adaptar as vossas instituições às nossas necessidades, porque enquanto existirmos necessitamos de ter expressão; e tentando reconstruí-las para as nossas necessidades, desconstruímo-las para as vossas.
(...)
Um século de tolerância parcial deu-nos, a nós, judeus, acesso ao vosso mundo. Nesse período, foi feita a grande tentativa, pela guarda avançada da reconciliação, de unir os nossos dois mundos. Foi um século de fracasso. Os nossos radicais judeus estão a começar a compreendê-lo vagamente.
Nós, judeus, nós, os destruidores, continuaremos a ser eternamente destruidores. Nada do que vocês façam irá ao encontro das nossas necessidades e exigências. Destruiremos para sempre porque precisamos de um mundo próprio, um mundo divino, que não é da vossa natureza construir. Para além de todas as alianças temporárias com esta ou aquela facção, reside a divisão final entre natureza e destino, a inimizade entre o Jogo e Deus. Mas aqueles de nós que não conseguem compreender esta verdade serão sempre encontrados em aliança com as vossas facções rebeldes, até que chegue a desilusão. O destino miserável que nos espalhou entre vós impôs-nos este papel indesejável.

Maurice Samuel in «You Gentiles», 1924.

O livreiro judeu de Viena


É espantosa a actividade que desenvolvem os filhos das trevas na consecução de seu fim, que é descristianizar o mundo. Em Viena d'Áustria um judeu livreiro empregava toda a sua indústria em propagar os livros mais imorais. Com este intuito fez imprimir pequenos romances infames, que vendia pelo mínimo preço. De sua casa saíram mais de sete milhões destes escritos que foram levar a morte a inúmeras almas. Se os católicos imitassem a actividade dos homens do mal na difusão dos bons livros e da boa imprensa!...[*]

Fonte: «Voz de S. António: Revista Mensal Ilustrada», 1º Ano, Nº 12, Dezembro de 1895.


[*] Mas onde estão hoje as boas leituras católicas?! Só com muita dificuldade se podem encontrar e recomendar – e certamente com bastantes ressalvas! Sem o Index e sem a Inquisição para nos proteger dos erros superabundantes do mundo moderno, enfim, com uma Igreja Militante infectada de contra-catolicismo, resta-nos a segurança das antigas obras católicas, devidamente aprovadas pelo Santo Ofício. Nesta casa, assim como no blogue amigo ASCENDENS, ainda se podem ler boas transcrições para proveito dos católicos lusos.

Alfred Naquet e o divórcio em França


Não há nada que possa escapar aos princípios dissolventes da Maçonaria. A família é uma das que mais tem sofrido, sofre e sofrerá, enquanto os mações não deixarem de infestar a sociedade. O divórcio é o mais poderoso veneno que pode afligir a família; pois é isso que a Maçonaria deseja introduzir em França. O deputado judeu e franco-maçom, Naquet, tem trabalhado, coadjuvado pelos Ir∴, para tornar obrigatório em França o divórcio no fim de três anos, no caso que requeira isto algum dos contraentes. Ai da mulher, se a lei do divórcio vingasse! Seria um instrumento, uma escrava; voltaria àqueles tempos tristíssimos, em que Jesus Cristo a veio reabilitar. É necessário combater a Maçonaria por todos os lados, principalmente pedindo a Deus que tire da Terra esta seita nefasta. A oração, recorramos à oração, e trabalhemos para a combater em tudo; Deus é por nós; a causa que defendemos é santíssima.

Fonte: «Voz de S. António: Revista Mensal Ilustrada», 2º Ano, Nº 13, Janeiro de 1896.

O Maçonismo é o Judaísmo (II)



11.º Grande Oriente e Orientar-se são palavras mui usuais na Maçonaria; e a razão é porque, sendo o fim dos Mações o restabelecer a Nação e Religião dos Judeus, e, por conseguinte, o Templo de Salomão em Jerusalém, que fica, pouco mais ou menos, ao Oriente da Europa, claro se depreende que orientar-se quer dizer, em frase pedreiral, pôr-se em dependência do Oriente ou Jerusalém; e é equivalente a submeter-se à Cabeça da Sociedade que tem por fim restabelecer a Nação, Templo e Lei dos Judeus; a qual Cabeça já foi, e ainda há-de ser, segundo eles, Jerusalém, ao Oriente da Europa.
12.º Por igual motivo fazem aos seus adeptos ou novos entrantes estas perguntas: Donde vens? Ao que eles respondem: De Nazaré. Para onde vais? Para Jerusalém. Venho de Nazaré quer dizer: Venho de entre os pagãos e gentios, cultores de Jesus, que em Nazaré viveu. Venho em procura da luz (nas trevas e horrores da noite!); que até agora vivi em trevas: lux in tenebris lucet, et tenebrae eam non comprehenderunt. – Vou para Jerusalém, isto é, vou abraçar a causa dos Judeus, identificar-me com eles, trabalhar em os engrandecer, e em contrastar a maldição do Evangelho que os condena a viver vagamundos, enquanto existir o mundo.
13.º Na profissão da Medicina há muitos Mações, porque herdaram dos Médicos antigos, que pela maior parte eram Judeus, únicos que a exerciam por ser desprezada, o espírito rabínico, que hoje esses ostentam com o nome de Maçonismo.
14.º A declarada guerra dos Pedreiros-livres ao Trono e Altar, e o écraser l'infâme, de Voltaire, são consequência necessária do termo das suas fadigas; por quanto, sendo este o restabelecimento do Trono dos Judeus, e a reconstrução do Templo de Salomão, é necessário, para se isto conseguir, derribar primeiro todos os mais Tronos, e aniquilar (écraser) todos os Altares; maiormente os do Redentor, que pelo terem por sustentáculo, maiores obstáculos opõem aos seus desvairados intentos, que consistem em reduzir o Mundo a um só Rei, a uma só Lei, e a uma só Grei, conforme querem os Judeus. Donde se vê que a crua guerra ao Trono e Altar é meio para chegar àquele fim.
15.º Um dos primeiros projectos da Cortes Portuguesas, em que o Maçonismo predominava com absoluto império, foi, como todos sabem, o mandar vir os Judeus da Holanda para residirem entre nós: e como podia deixar de ser assim à vista do termo das suas diligências?
16.º O costume de os Pedreiros-livres se auxiliarem mutuamente, com exclusão dos profanos, é análogo ao dos Judeus, os quais haviam não se dever guardar fé aos infiéis, e só sim uns aos outros.
17.º A todos os seus escritos e outros objectos correlativos costumam os Mações dar o nome de peças de arquitectura, e com razão; porque tudo são materiais para ir pouco e pouco arquitectando o grande edifício do Templo de Salomão, em alegoria; e em realidade, para gradualmente ir dispondo as coisas de maneira que venha afinal a reduzir-se tudo a um só rebanho e um só pastor, como pretendem os Judeus; mas com tal, que esse rebanho sejam eles; e o pastor, o Messias que ainda esperam.
18.º O orgulho e espírito de dominar dos modernos Mações é exactamente o mesmo dos antigos Judeus, os quais em parte alguma sabiam caber senão como senhores; sendo necessário pôr-lhes o pé no pescoço para os conter submissos, como deveram fazer aos Mações, se os quiserem sujeitos.
19.º A expedição de Bonaparte ao Egipto não foi mais que uma expedição maçónica, com o intento de se apoderar de Jerusalém para Cabeça do Império Maçónico.
20.º A teima com que os já Mações se negam a revelar aos que ainda buscam sê-lo o para que serve a sociedade, é justa e necessária, a seu modo; pois que do contrário não haveria profano que, sabendo-o de antemão, quisesse bandear-se com Judeus, ainda mesmo levado da esperança de chegar a Rosa-Cruz, que é o engodo com que os Mações Judeus iludem os não Judeus.
21.º O número treze é simbólico entre os Pedreiros-livres, porque alude às treze Tribos dos Israelitas. Por essa razão, treze são os principais e Sumos Chefes da Maçonaria em todo o globo, derramados pelos diversos reinos e províncias dele; e tais são, entre outros, Benjamin Constant e Jeremias Bentham, os quais até os nomes Benjamin e Jeremias declaram por Judeus. Este segundo costumava, em suas lamentações às Cortes Portuguesas e Espanholas, chamar aos Deputados meus filhos, ao uso oriental dos Patriarcas e Anciãos Judeus quando tratavam de amoestar e persuadir o Povo. Eram treze, iguais às treze Tribos Israelitas, os beneméritos de J.F.B., declarados por tais na carta que escreveu e fez imprimir contra o Cabreira, que pretendia a todo o custo ingerir-se naquele número, sendo então profano. Em treze províncias, como as treze dos Judeus, dividiram as nossas Cortes o Território de Portugal. Treze eram as voltas ou pontas do laço nacional. Treze pobres mandaram os Pedreiros-livres do Porto assentar nos três degraus em que pousavam as colunas e ataúde que figurava conter os veneráveis restos do venerável chefe dos patifes, quando, na Igreja dos Beneditinos, lhe fizeram celebrar sumptuosas exéquias, como eu vi, e está impresso na mui verídica e judiciosa Borboleta Constitucional.
22.º Os banquetes dos Rosa-Cruzes são em tudo semelhantes ao do Cordeiro Pascal dos Judeus no Egipto. A disposição dos convidados era esta: punham-se os Judeus, e põem-se os Mações, de pé, em volta da mesa; o primeiro encadeia o braço esquerdo no direito do companheiro que lhe fica ao lado; este, no terceiro; e assim sucessivamente os mais, até se fechar a roda outra vez no primeiro; cada um empunha com a esquerda um bordão, e com a direita leva a comida à boca, tudo à ligeira, em ar de peregrinos ou viandantes que estão de partida. Consiste a alegoria em expressar que vivem entre nós como estrangeiros, esperando sair algum dia para a sua casa pátria, Jerusalém; ou, melhor, que hão-de compelir todos os povos a que a reconheçam por capital, e a eles por soberanos: tudo à imitação dos antigos Hebreus no Egipto, antes de saírem para a sua Terra da Promissão ou Canaã.
23.º Todas as Cartas ou Patentes dos Rosa-Cruzes trazem no alto estampadas as duas Tábuas da Lei de Moisés, que Deus deu aos Judeus por mão deste Sumo-Sacerdote e Chefe do Povo Hebreu.
24.º No Manifesto Maçónico do Grande Oriente Lusitano, mandado imprimir por eles na Oficina da Viúva Neves e Filhos, está depositado todo o veneno desta infernal sociedade, e um dos mais concludentes argumentos do que me propus demonstrar. Diz ele: o fim da nossa associação é o engrandecimento da nossa augusta ordem, e a regeneração do país em que vivemos. Que quer dizer a regeneração do país em que vivemos, senão o transtorno do governo, a subversão da ordem, e a dissolução da sociedade em que estes monstros vivem, qualquer que seja a forma do seu governo; boa ou má; despótica, monárquica, aristocrática, democrática ou mista, porque nenhuma exceptuam?! Quem não vê nisto a pretensão dos Judeus, que, discursando segundo a carne, esperam que o seu Messias há-de vir reunir tudo debaixo de uma só bandeira?! Quem deixará de conhecer, muito mais depois da experiência dolorosa de quase três anos, que o engrandecimento da sua augusta ordem consiste no mando absoluto da Sociedade dos Pedreiros-livres sobre todas as mais Sociedades da Terra?!

(a continuar)

José Luís Coelho Monteiro in «Maçonismo desmascarado ou Breve opúsculo em que com factos e raciocínios se prova como o Maçonismo é o Judaísmo», 1823.

O Maçonismo é o Judaísmo (I)


Que coisa seja o Maçonismo, e qual o seu fim.

O Maçonismo é o Judaísmo mascarado debaixo daquele nome. – Todos os Judeus são, por conseguinte, Mações ou liberais de sua natureza. – Muitos indivíduos há que, sem serem Judeus, são Mações, pelo motivos que ao diante vão indicados.
Se o Maçonismo equivale ao Judaísmo, não pode ser outro o fim político dos Mações e Judeus que o restabelecerem-se em Corpo de Nação. Apesar do anátema que os condenou a viverem, até ao fim dos séculos, errantes e vagamundos por entre as outras Nações, sem Pátria, Rei nem Lei. (*)
Sendo o fim político dos Pedreiros-livres, ou Judeus, o restabelecimento da sua Nação; o religioso só pode ser o restabelecimento da Lei de Moisés ou Lei Judaica; e, por consequência, do Templo de Salomão, que simbolicamente a representa.

Comprovação do alegado, deduzida de muitos e veementes indícios.

1.º Todos os sinais, toques, ritos e cerimónias dos Pedreiros-livres são Judaicos; e até as palavras Maçónicas são em língua Hebraica, que era e é a dos Judeus.
2.º A história alegórica que referem do seu mestre Hiram, ou Adoniram, que o era das obras do Templo de Salomão, é toda extraída da história dos Judeus no Testamento Velho.
3.º As colunas que apresentam nas suas Lojas representam as do Templo deste Rei; as Lojas, o Templo; e o Templo, a Lei de Moisés ou Lei Judaica. Por isso, tanto o Manifesto do Grande Oriente Lusitano contra a Loja Regeneração, como os desta contra ele, são datados de Jerusalém.
4.º E datados de Jerusalém, ano de 5821, que era, há dois anos (tempo da sua publicação) a era ou data Maçónica, que vem a ser, 4000 anos antes da vinda do Salvador, e 1821 depois dela: as duas últimas parcelas, reunidas, perfazem a primeira soma, que é justamente a data da criação do mundo, conforme o cômputo de Moisés.
5.º O nome de filhos da luz com que se intitulam, e o de filhos das trevas com que nos apelidam, aludem àquela passagem do Evangelho de S. João, que diz: In ipso vita erat, et vita erat lux hominum: et lux in tenebris lucet, et tenebrae eam non comprehenderunt.
6.º O grande Padroeiro dos Pedreiros-livres é S. João Baptista, e com razão; porque, sendo este o último Justo na Lei Antiga ou Lei dos Judeus, pois precedeu imediatamente a Jesus Cristo, Autor da Nova Lei ou Lei da Graça, segue-se que todos os Santos desta são, na frase dos Judeus, que reputam por impostor a Jesus Cristo, réprobos, gentios e idólatras; nós os Cristãos, seus adoradores, igualmente idólatras; e o culto que lhes tributamos, idolatria. Neste pressuposto, como para os Judeus não há depois do Baptista outro algum Justo, com bom fundamento o escolheram os Mações para seu Padroeiro e Protector.
7.º O epíteto de profanos, com que os Pedreiros-livres usam qualificar-nos, equivale ao de gentios, com que os Judeus costumavam designar todos os mais povos da terra, não Judeus.
8.º Todo o Mação tem dois nomes; um a que eles chamam profano, que é o imposto no Baptismo; e outro que adoptam ao entrar na veneranda. Os mesmos dois tem os Judeus que entre nós vivem com capa de Nazarenos.
9.º As mitras, aventais, luvas e barbas, com que nas suas Lojas ou reuniões se ataviam os Pedreiros-livres, são, em tudo e por tudo, semelhantes às dos antigos Levitas ou Sacerdotes da Lei Judaica; e até as cores azul e branca dos paramentos Maçónicos, que, para cúmulo de opróbrio, nos obrigavam a trazer no tope chamado nacional, são as mesmas que usavam os Sacerdotes e Pontífices Judeus nas vestes de cerimónia.
10.º Em prova do alegado veja-se na Gazeta de Lisboa, N.º 190, de 13 de Agosto de 1823, a descrição dos utensílios Maçónicos achados em Coimbra, na cisterna pertencente a uma casa que lhes servia de Loja; onde, entre outros, apareceram também alguns vestidos que se pareciam com os que traziam os Judeus.


José Luís Coelho Monteiro in «Maçonismo desmascarado ou Breve opúsculo em que com factos e raciocínios se prova como o Maçonismo é o Judaísmo», 1823.

(*) Ainda quando o Cristianismo, pondo de parte a santidade e pureza da sua moral, não tivesse em seu abono mais que o visível prodígio da dispersão dos Judeus, este só era bastante para provar incontestavelmente a verdade da Religião de Jesus Cristo. Porque contra argumentos podem produzir-se outros argumentos; mas contra factos tão visíveis e notórios, qual o da dispersão e extermínio dos Judeus, não há que argumentar. Nota do autor.

O Plano Kaufman para a Alemanha


Um ano antes da dita Conferência de Wannsee, a 1 de Março de 1941, o judeu nova-iorquino Theodore N. Kaufman, publicou o livro «A Alemanha deve perecer!». Com um título bem explícito, o livro defende a tese de que a paz mundial só é possível com a extinção da Alemanha. E para esse efeito, Kaufman apresenta uma solução final (sic) de ocupação e fragmentação territorial da Alemanha, a par do extermínio ou erradicação do Povo Alemão através da esterilização forçada.
Embora criminoso, este plano foi bastante divulgado na imprensa norte-americana da época. Jornais como o The New York Times ou o New York Post, e revistas como a Time, não se coibiram de publicitar o diabólico plano de Theodore N. Kaufman. Em entrevista ao jornal The Canadian Jewish Chronicle o mesmo Kaufman declarou:
A operação é extremamente rápida, não levando mais de dez minutos para ser concluída... Tomando 20 mil cirurgiões como um número arbitrário e assumindo que cada um realizará no mínimo 25 operações diárias, não levaria mais de um mês, no máximo, para completar a sua esterilização.
Eu acredito que os Judeus têm uma missão na vida. Eles devem trabalhar para que as nações do mundo se reúnam numa vasta confederação. "Union Now" é o começo disso. Lentamente, mas com firmeza, o mundo irá desenvolver-se num paraíso. Teremos a paz perpétua. E os Judeus trabalharão afincadamente para criar essa confederação, porque eles são quem mais tem a ganhar. Mas como poderemos obter a paz mundial se a Alemanha existe? A única maneira de conseguir a paz eterna, é tornar o castigo de travar uma guerra mais horrível do que a própria guerra. Os seres humanos são condenados por homicídio, não são? Bem, a Alemanha começa todas as guerras de magnitude. Esterilizemos todos os Alemães e as guerras de dominação mundial chegarão ao fim!

Das judiarias e mourarias


De certos considerandos de capítulos de Côrtes antigas, deduzo uma coisa: tinha-se, me parece, relaxado um pouco a sequestração absoluta do elemento mouro; tinha insensivelmente havido mistura gradual de mouros e judeus com a colmeia cristã; por isso as Côrtes de Elvas, em 1361 (Era 1399), representavam a El-Rei D. Pedro que disso provinham algumas coisas desordenadas, de que os cristãos recebem escândalo e nojo; ao que ele respondeu determinando que essas raças infectas morassem em lugar apartado, como as antigas leis lhes impunham.

Júlio de Castilho in «Lisboa Antiga», volume III, 1885.

A origem da União Europeia


No início de 1924, recebemos uma carta do Barão Louis Rothschild: um dos seus amigos, Max Warburg, de Hamburgo, havia lido o meu livro e queria conhecer-nos. Para minha grande surpresa, Warburg ofereceu-me espontaneamente sessenta mil marcos de ouro para promover o movimento [Pan-Europeu] durante os três primeiros anos.

Richard Coudenhove-Kalergi in «Ein Leben für Europa», 1966.

Dois sistemas envenenados


Os dois sistemas falharam inchando de exageros, de petições de princípio, de preconceitos camuflados, e – vendo bem de perto – de erros em muitos detalhes. E no entanto, encarados no seu conjunto, estes sistemas têm o efeito irresistível das mudanças de clima. Quando lanço um olhar aos dezoitos volumes das obras completas de Freud, nas prateleiras da minha biblioteca, lembro-me, por vezes, do aviso de Rembrandt aos visitantes do seu atelier, convidando-os a olhar para as suas telas de longe. – «Não metam o nariz nos meus quadros, o cheiro da pintura envenenar-vos-ia».
Poder-se-ia perguntar em que momento esse cheiro a pintura fresca se transformaria em veneno – em que momento Marx se torna "marxista" e Freud "freudiano". Seria satisfatório desculpar o mestre e atribuir todas as culpas aos alunos. Marx não teria provavelmente aprovado os métodos de Estaline e Freud ter-se-ia dificilmente responsabilizado pelos pesadelos iluminados de uma Mélanie Klein. Mas as sementes de tudo isto estavam já presentes no próprio mestre, na sua tendência fatal de saltar do pressentimento e da hipótese para a asserção dogmática, de brincar com os símbolos como um malabarista, de propagar uma mitologia pessoal na qual mistura o Museu Grévin e o Panteão Grego.

Arthur Koestler in prefácio a «La Scolastique Freudienne» de Pierre Debray-Ritzen, 1972.

O estranho caso do número "6 milhões"


Vídeo – Entre 1915 e 1938 (23 anos), dez jornais norte-americanos de grande tiragem, referem o famoso número de 6 milhões de judeus... Fora da Alemanha... Antes de Hitler e do Nazismo... "Holocaustos" antes do "Holocausto"...

Recomendo a quem assistir o vídeo, que também o guarde (descarregue), antes que ele estranhamente desapareça.

Pior do que ver maçons em todo o lado...


Mais grave erro do que «ver franco-mações em toda a parte», é não os ver em parte nenhuma. Se a acção oculta da Maçonaria não explica toda a História, desde há quase dois séculos, todavia não é desde então explicável a História, sem o prévio conhecimento da Maçonaria e da sua actividade oculta.

Jacques Ploncard d'Assac in prefácio a «Três Estudos Políticos», 1956.

Breve discurso contra a herética perfídia do Judaísmo


INDEX DOS CAPÍTULOS QUE CONTÉM ESTE DISCURSO.
Capítulo I. Da definição da santa Fé Católica e de como Jesus Cristo, Salvador nosso, é o verdadeiro Messias vindo ao mundo.
Capítulo II. De como Deus, nosso Senhor, é pai verdadeiro dos Católicos Cristãos e a Igreja Santa, Sua Esposa, Mãe pelo conseguinte somente dos fiéis.
Capítulo III. Da grande e antiga nobreza da geração Hebreia e dos três nomes que tiveram, Hebreus, Israelitas e Judeus.
Capítulo IV. Da razão porque os Judeus estão em desgraça de Deus e de como a observância da Lei de Moisés Lhe não é agradável agora.
Capítulo V. De alguns dos castigos com que o Senhor tratou de reduzir os Israelitas, a saída do Egipto, vida e morte de Moisés.
Capítulo VI. Dos governos principais que teve o povo Hebreu, os cativeiros de Babilónia e algumas outras coisas sucedidas aqueles dias.
Capítulo VII. Da vinda de nosso Salvador ao mundo, da conveniência de Seu santíssimo nome e de Sua morte em Jerusalém pelos Judeus.
Capítulo VIII. Do gravíssimo pecado que os Judeus cometeram na morte de Jesus Cristo e de como por ele têm todas as presentes misérias.
Capítulo IX. De alguns dos trabalhos que os Judeus padeceram depois da morte de Jesus Cristo, com os sucessos maiores da destruição de Jerusalém por Tito.
Capítulo X. Do grandíssimo ódio que os Judeus têm a nosso Salvador Jesus Cristo, a Suas imagens e a todos os Cristãos geralmente, e em particular ao Tribunal do Santo Ofício e a seus ministros, e de alguns graves insultos feitos em prova desta verdade.
Capítulo XI. De como os Judeus foram lançados de quase todos os Reinos Cristãos por gravíssimas culpas que cometeram neles.
Capítulo XII. De como os Judeus entraram em Portugal e dos concertos com os Reis dele sobre sua saída.
Capítulo XIII. Do primeiro tribunal do Santo Ofício que houve nos Reinos de Castela e de como teve princípio neste de Portugal.
Capítulo XIV. Da razão porque os baptizados Hebreus se chamam Cristãos-novos e se penitenciam com sambenitos os que apostatam da Fé.
Capítulo XV. De como os Hebreus não têm de presente honra ou nobreza alguma, e a grande que tinham, perderam na morte de Jesus Cristo.
Capítulo XVI. De como os Judeus são também idólatras e Sodomitas.
Capítulo XVII. De como quase todos os pecados são originários nos Judeus e os herdaram em seus maiores.
Capítulo XVIII. De como os Judeus são defeituosos e assinalados em muitas coisas, em castigo de sua perfídia.
Capítulo XIX. De como as primeiras e principais perseguições da Igreja, assim corporais como espirituais, foram pelos Judeus e por eles o há-de ser também a última do Anticristo.
Capítulo XX. De algumas das muitas coisas guardadas entre o Judaísmo deste Reino, em ordem a sua conservação.
Capítulo XXI. De como convém a este Reino a expulsão dos delinquentes Hebreus em nossa santa Fé, e dos que, se não estão convencidos, têm contudo provas bastantes para desterro, com suas mulheres e filhos, para outros fora dos de sua Majestade.
Capítulo XXII. Em que se trata com convém e é necessário para o bem temporal deste Reino a expulsão dele dos Hebreus Judaizantes.
Capítulo XXIII. De como convém e é necessário fazer esta expulsão e para que partes e Reinos.
Capítulo XXIV. De como convém, é útil, proveitoso e necessário desterrar com os pais apostatas os filhos e mulheres, e os que não estando claramente convencidos têm contudo prova bastante para desterro.
Capítulo XXV. Como se suposto que tudo o dito convém, é útil e necessário, se se poderá fazer com justiça.
Capítulo XXVI. De como convém a este Reino a sobredita expulsão dos apostatas Judeus por prudência de estado.
Capítulo XXVII. De como por razão de estado convém a expulsão dos Hebreus judaizantes dos Reinos de Portugal.

Do Direito talmúdico e do Direito católico


Esta declaração dos «Protocolos», de que o direito reside na força, está de acordo com o Talmude, que, segundo as palavras do professor Cohen, em Abril de 1833, citadas nas páginas 62 e 63 do «Lichtstrahlen aus dem Talmud» (Raios de Luz do Talmude), de Dinter, «deve ser considerado, ainda hoje, como a única fonte da moral judaica» e como «a fonte judaica das leis judaicas». O escritor judeu Kadmi-Cohen, com efeito, no seu livro «Nomades», págs. 52-53, diz que «o direito talmúdico nega o facto e exalta a vontade». Cita o próprio texto talmúdico que completa o conceito de residir o direito na força: Ein davar haomed bifnei haratzon, o que quer dizer: Nada pode resistir à tua vontade. Em contraposição, o direito romano-cristão baseia-se em três preceitos morais: honeste vivere, viver honestamente; neminem laedere, não lesar ninguém; e suum cuique tribuere, dar o seu a seu dono. A diferença é substancial.

Gustavo Barroso in comentário a «Os Protocolos dos Sábios de Sião», 1936.

A política da Igreja para com os Judeus


O primeiro concílio que se ocupa dos Judeus é o de Elvira (305 ou 306) antiga cidade da Andaluzia, há muitos séculos destruída. Proíbe aos Cristãos darem aos Judeus as suas filhas em casamento (cânone XVI) e comerem com eles (cânone L). Estas proibições repetem-se muitas vezes no decorrer dos tempos, o que indica a sua pouca observância. A proibição de contraírem casamentos Judeus e Cristãos encontra-se no concílio de Calcedónia, em 451; nos sínodos de Orleães celebrados em 533, 538 e 481; e ainda no III sínodo de Toledo, em 589; e no IV, celebrado entre os anos 630 e 680.
A proibição de comerem em sua companhia é repetida no sínodo de Agda (Agatha), em 506; no de Epaon, na Borgonha, em 517; no III sínodo de Orleães, em 538; e no I de Mâcon, em 581.
Ninguém deve constranger os Judeus a abjurarem a sua fé e a abraçarem as crenças cristãs. Esta disposição foi tomada no IV concílio nacional de Toledo, reunido em 633, sob a presidência de Sto. Isidoro de Sevilha e com a assistência de setenta e dois bispos vindos da Hispânia e da Gália Narbonesa.
«De futuro – diz o capítulo LVII deste concílio – nenhum Judeu deve ser forçado a abraçar o Cristianismo; aqueles que o foram no reinado de Sisebuto, e que receberam os sacramentos, devem ficar Cristãos».
É para louvar esta medida que, infelizmente, um zelo mal compreendido, mais de uma vez veio contrariar. Mas se era justo, se era harmónico com o espírito de doçura do Cristianismo, que se não empregasse a violência como sistema de catequese, justo era também que os Judeus se limitassem a seguir as suas crenças sem contrariarem as de quem quer que fosse. Não sucedeu porém assim.
O IV sínodo de Orleães, já por nós citado, pune com a perda de todos os seus escravos o Judeu que chamar alguém às suas crenças; o de Mâcon diz: «se um Judeu fizer apostatar um dos seus escravos cristãos, perderá este escravo...»
Os Padres reunidos neste mesmo sínodo procuraram subtrair aos Judeus os escravos cristãos, decerto porque, como era natural, estes estavam mais arriscados a apostatar que os de fora. Nenhum Judeu poderia ter, de futuro, escravos cristãos; quanto aos existentes, podiam ser libertados mediante 12 soldos. Recusando receber esta soma, o escravo cristão poderia sair, indo para casa de qualquer Cristão. Mais tarde, em 633, o IV concílio de Toledo declara expressamente: «os escravos dos Judeus serão de hoje para o futuro livres» (cânone 66).
As intenções dos Padres reunidos nestas assembleias gerais, em diferentes épocas, claramente se reflectem nas disposições que nos deixaram.
Queriam impedir a supremacia dos Judeus sobre os Cristãos. Cedo, como se vê da História, aqueles se tinham revelado ardentes propugnadores das suas crenças. Infiltrando-se insensivelmente nas sociedades cristãs, tomavam posse de lugares preponderantes, donde com facilidade vexavam os Cristãos. Por isso, os Padres dos concílios desejam afastá-los do convívio das populações cristãs; medidas extremas, como: obrigá-los a viverem em bairros separados e a trazerem sinais que a todos os dessem a conhecer, foram provocadas pelo desprezo de outras de grande brandura, que não surtiram efeito algum. Proibiu-se-lhes o terem escravos cristãos e até o ocuparem no seu serviço operários que não seguissem as suas crenças. Não podiam desempenhar funções públicas, nem exercer a medicina entre os Cristãos. Todas estas, e muitas outras medidas de simples defesa, parecem não ter produzido o resultado ambicionado. Desse desprezo resultou o ser necessário adoptar outras de maior rigor.
O IV concílio de Laterão, duodécimo ecuménico (1215), depois de ter proibido, no cânone 67, que os Judeus exigissem interesses exagerados sob pena de serem privados de todas as relações com os Cristãos, impõe-lhes a obrigação de se distinguirem, pela maneira de vestir, dos Cristãos, com os quais convivem.
Desde então é que os Judeus passaram a usar de um pedaço de pano amarelo ou vermelho, ou metade branco, metade vermelho, em forma de estrela, outras vezes redonda, quadrada, etc., que deviam colocar no peito, ou em lugar bem visível. Em Avinhão a rodela é substituída por um barrete amarelo, em Praga por uma manga da mesma côr, na Itália e na Alemanha por um capuz, chapéu vermelho ou verde e um penteado em forma de corno.
A observância desta lei custou sempre muito aos Judeus, que procuraram por todos os estratagemas iludi-la ou desprezá-la. Muitos escondiam esse sinal debaixo das dobras da roupa; muitos usavam-no, mas tão pequeno que mal se distinguia; muitos outros transformavam-no de modo a parecer antes requinte de luxo e de ornato do que marca infamante. Não cessaram os concílios de lembrar o espírito com que tal medida fora tomada. Passados poucos anos depois de celebrado, o concílio de Laterão, em 1226, de novo se ordena que «a fim dos Judeus se diferençarem dos Cristãos, trarão em cima dos vestidos, nas costas ou no peito, um sinal em forma de cruz».
O mesmo dispõe o sínodo de Rouen, em 1231; o de Tarragona, em 1233; outro desta mesma cidade, em 1239; o de Béziers, em 1246; o de Breslau, confirmado por Urbano IV, em 1263; o de Albi, em 1254; o de Montpellier, em 1258; enfim, o de Viena, em 1267.
Além desta instituição, tão penosa para os sectários do Judaísmo, estabeleceu-se outra que não pouco concorreu para o isolamento dos Judeus: foi o que em Itália se chamou o Ghetto; na Provença e no condado Venaissin Carriêre; na Alemanha Judenviertel; entre nós – Judiaria.
Eram bairros limitados por altos muros, (...). As portas, que davam ingresso para a Judiaria, eram guardadas por oficiais pagos pelos Judeus; fechavam-se à tarde, ao pôr-do-sol, e não se abriam senão pela manhã.
Foram os Judeus que, por um princípio instintivo de defesa, primeiro se organizaram e reuniram. Os concílios adoptaram a ideia e regularizaram o uso, tornando-o obrigatório.
A 13 de Setembro de 1276, um delegado do Papa Gregório X presidia em Burges a um sínodo que num dos seus dezasseis capitula ordenava: que «os Judeus não deviam habitar senão nas cidades e nas populações numerosas, para não poderem enganar as pessoas simples do campo e arrastá-las a partilhar dos seus erros». Esta prescrição foi repetida por outro sínodo, reunido em Ravenna, em 1211; e em outro, reunido em Salamanca, em 1335, encontramos esta singular disposição: «um Judeu, ou um Sarraceno, não deve habitar uma casa junta a uma igreja ou a um cemitério».
A 4 de Outubro de 1388 outro sínodo realizado em Palância, Castela, declara positivamente: «nas cidades que habitam, os Judeus devem ter bairros à parte».
Estas disposições foram renovadas muitas vezes e sempre com o intuito de obviar ao proselitismo judaico; parecem-nos cruéis à luz da tolerância moderna, mas na Idade Média não tinham o carácter infamante que à primeira vista se nos afigura. Os concílios de Albi (1254), Montpellier (1258), Burges (1276), Pont-Audemer (1279), Offen (Hungria, 1279), Anse (junto a Lião, 1300), Trèves (1310), Bolonha (1330), Valladolid (1322), Avinhão (1337 e 1347), Praga (1349), Apt (1365), Lavaur (1368), Palância (1388), Salzburgo (1418), Bamberga (1451), e muitos outros, poucas disposições novas tomaram. Nos tempos modernos a reunião destas grandes assembleias do clero rareou muito. Novos problemas mais momentosos surgiram chamando a atenção da Igreja. Todavia já no nosso século a questão judaica se debateu em assembleias do clero, mais ou menos numerosas, mais ou menos importantes. Assim, as de Presburgo em 1822, de Strigonia em 1858, de Veneza em 1859, de Praga em 1860, de Utrecht, em 1865, tomam algumas medidas preventivas, a fim de não se estreitarem muito as relações entre Cristãos e Judeus.

Joaquim Mendes dos Remédios in «Os Judeus em Portugal», 1895.