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28 de Março: São João de Capistrano


S. João, nascido em Capistrano (Abruzos) a 24 de Junho de 1385, entrou na Ordem de S. Francisco, na idade de 39 anos. Foi escolhido por Deus para libertar a Europa do Islão que ameaçava invadi-la, no século XV. Maomé II apoderava-se de Constantinopla, capital do Império do Oriente e marchava contra Belgrado. O Papa Calisto III decretou a Cruzada. S. João pregou-a na Panónia e noutras províncias. Ajudado pelo nobre húngaro João Hunyadi, alistou setenta mil cristãos. Esses soldados improvisados, só tinham, para combater, forquilhas e flagelos. João, de quem «o Senhor era a força», «obteve com eles a vitória depois de rude combate», assegurando assim o triunfo da Cruz sobre o Crescente. Nessa mesma tarde, 120.000 turcos jaziam sobre o solo, ou haviam fugido, ao passo que Maomé II, ferido, renunciava aos seus projectos contra a Europa cristã. Morreu em 1456. Recorramos à sua protecção e à penitência para repelir os ataques do espírito maligno.

Fonte: «Missal Quotidiano e Vesperal», 1940.

Mouros e Mouriscos na Lei portuguesa


Mouriscos de Granada não podem entrar no Reino, liv. 5, tit. 69, § 2 (c).
Mourisco não pode agasalhar escravo, nem comprar-lhe fato, liv. 5, tit. 70.
Mouro que se acolhe à Igreja, não lhe vale a imunidade, se se não converte, liv. 2, tit. 5, § 1 (a).
Mouro cativo, que se pede para resgate de algum Cristão, que está em Terra de Mouros, que o Senhor seja constrangido a vende-lo pela avaliação, que a Justiça fizer com mais a quinta parte, liv.4, tit. 11, § 4 (b).
Mouro nenhum pode ir a Terra de Mouros sem licença d’El-Rei, liv. 5, tit. 108.
Mouro não se pode resgatar com ouro, ou prata, ou dinheiro do Reino, liv. 5, tit. 110.
Mouro que dormir com Cristã, tem pena de morte, liv. 5, tit. 14 (c).
Mouro que deu ajuda para fugir algum escravo, e o encobriu, ou deu azo a isso, fica cativo do Senhor do escravo; e sendo o Mouro cativo, será açoutado, liv. 5, tit. 63.
Mouro branco, ou seja Cristão, ou Infiel, que na Corte for achado com armas de dia, ou de noite, que seja açoutado, liv. 5, tit. 80, § 8.
Mouro que anda sem sinal, paga da cadeia mil reis, liv. 5, tit. 94 (d).
Mouro Cristão que se vai deste Reino para Terra de Mouros, sendo tomado no próprio acto de sua ida, fica cativo, e perde sua fazenda, liv. 5, tit. 111.
Mouro Cristão não pode entrar neste Reino, posto que diga que vem a negociar, ibid. § 2.
Mouro forro não pode entrar no Reino, ibid.
Mouro não pode ser testemunha em feito de Cristão com outro, liv. 3, tit. 56, § 4.
Mouro forro com dinheiro do Reino, que tendo licença para morar nele, se vai a Terra de Mouros; sendo tomado no mar, ou nos Lugares dalém, ou Estremo, para se ir, fica cativo de quem o tomar, liv. 5, tit. 110, § fin.

Fonte: «Repertório das Ordenações e Leis do Reino de Portugal», Tomo II, 1749.

Dos assédios mouros à costa portuguesa: caso de Lagos


Alguns anos depois, sabendo os mouros o desenvolvimento de Lagos, começaram a vir da África, nas suas embarcações, denominadas chabeques, e tentaram a sua invasão, não se contentando só em levar os gados, mas fazendo cativos homens, mulheres e crianças, que vendiam para escravos em África. Os habitantes, para lhes escaparem a toda a sorte de crueldades e cativeiro, viam-se na necessidade de se refugiarem nos matos e cavernas. A esta calamidade acudiram João Lourenço, alcaide do castelo de Lagos, que diziam ser obra dos mouros, e João Parente, alvazil, governador, vereador ou juiz de primeira instância, os quais, expondo o que se passava e mostrando que em breve o lugar se despovoaria se lhe não dessem pronto remédio, conseguiram que D. Afonso IV mandasse cercar a povoação, emprestando o mesmo Rei, para isso, 12$000 reis, que mandou guardados por uma escolta de cavalaria, e, mais tarde, mais 8$000 reis. Um antigo manuscrito diz: Existe uma carta do Sr. D. Afonso IV, escrita ao senado de Lagos para continuar a obra da muralha da vila a dentro, que lhe faltavam 500 varas para se aliviarem os danos que os moradores da Vila padeciam dos mouros, que, continuamente, infestavam a costa e então tinham invadido a mesma Vila com 12 galés, o que tudo refere a dita carta que se conserva no arquivo da Câmara.

Manuel João Paulo Rocha in «Monografia de Lagos», 1909.


Faz lembrar o camaleão


Dizem que o camaleão toma todas as cores. O governo da República francesa faz lembrar o tal bicharoco: é judeu, protestante, muçulmano... enfim, tudo o que a gente quiser. Agora, diz o Réveil des Vosges, deu 5000 francos aos judeus de Senones, para fazerem as reuniões da sua seita. Provavelmente é para recompensar os serviços de alta traição que têm levado a efeito os refolhados judeus.

Fonte: «Voz de S. António: Revista Mensal Ilustrada», 2º Ano, Nº 14, Fevereiro de 1896.

Maçonaria promove o Islão em França


Passo a citar um registo histórico bem significativo de como o Islamismo anda há muito tempo a ser usado como arma de arremesso contra a Europa pelos inimigos da Cristandade:

O governo franco-mação que dirige os destinos da República francesa, deu local e dinheiro para se edificar em Paris uma mesquita. (Sem comentários).
Fonte: «Voz de S. António: Revista Mensal Ilustrada», 2º Ano, Nº 15, Março de 1896.

Perseguição por falar verdade


Em 1990 a LICRA instaurou um processo judicial a Mons. Lefebvre por declarações deste sobre a ameaça islâmica em França. Em depoimento preliminar a tão absurdo julgamento, D. Marcel concluiu brilhantemente:
Condenar-me como racista porque procuro defender a minha Pátria ameaçada na sua existência e nas suas tradições cristãs, seria usar a justiça para realizar a injustiça, seria colocar a justiça ao serviço dos carrascos contra as vítimas, cujo único direito é morrer em silêncio. Seria o cúmulo da injustiça.

Écône, 12 de Maio de 1990
+ Mons. Marcel Lefebvre

Das judiarias e mourarias


De certos considerandos de capítulos de Côrtes antigas, deduzo uma coisa: tinha-se, me parece, relaxado um pouco a sequestração absoluta do elemento mouro; tinha insensivelmente havido mistura gradual de mouros e judeus com a colmeia cristã; por isso as Côrtes de Elvas, em 1361 (Era 1399), representavam a El-Rei D. Pedro que disso provinham algumas coisas desordenadas, de que os cristãos recebem escândalo e nojo; ao que ele respondeu determinando que essas raças infectas morassem em lugar apartado, como as antigas leis lhes impunham.

Júlio de Castilho in «Lisboa Antiga», volume III, 1885.

São Francisco de Assis e o Sultão do Egipto


Há exactamente oito séculos, em 1219, São Francisco de Assis reunia-se com o Sultão do Egipto na cidade de Damieta. Desse encontro, recordo este singular episódio:

O Sultão apresentou também outra questão: «Vosso Senhor ensina no Evangelho que vós não podeis retribuir o mal com o mal, e que não podeis recusar o manto a quem vos quiser tirar a túnica, etc. Então, vós cristãos não podeis invadir as nossas terras, etc.».
Respondeu São Francisco: «Parece-me que não haveis lido todo o Evangelho. Noutra parte, de facto, é dito: Se o teu olho é para ti ocasião de escândalo, arranca-o e lança-o para longe. E com isto, Ele quer-nos ensinar que, mesmo que um homem seja amigo ou parente, ou até tão caro quanto a pupila dos olhos, devemos estar dispostos a separá-lo, a removê-lo, a arrancá-lo de nós, se ele nos tentar afastar da fé e do amor de Nosso Senhor. E precisamente por este motivo, os cristãos agem conforme a justiça quando invadem as vossas terras e vos combatem, porque vós blasfemais o nome de Cristo e trabalhais para afastar o maior número possível de homens da Sua Religião. Mas se em vez disso, vós quisésseis conhecer, confessar e adorar o Criador e Redentor do mundo, então eles vos amariam como a si mesmos».
Todos os que assistiam ficaram admirados com as suas respostas.

Fonte: «Fonti Francescane», 2011.

Da primeira embaixada de Portugal a Ormuz


Instruções dadas por D. Afonso de Albuquerque ao representante português:

Com esta carta deu a Ruy Gomes apontamentos do que havia de fazer e dizer, a saber: que ele nunca se apartaria da pessoa do embaixador, e não pedisse nada, por mingua que tivesse, nem comesse mais do que lhe dessem, nem o pedisse, e que nada perguntasse, nem se espantasse de nada que visse, nem se detivesse por olhar nada, nem se mostrasse merencório por nada que lhe fizessem, nem se risse de chocarreiros, nem de coisa que visse, nem falasse nunca, somente respondesse ao que lhe perguntassem, nem por nada perguntasse. E que em todas suas coisas se mostrasse muito repousado e vagaroso. E que indo ante a pessoa do Xeque Ismael lhe fizesse muito maior cortesia do que visse que outros lhe faziam, e que ante ele nada fizesse, nem falasse senão com ele, e que lhe perguntando das coisas de Portugal, e d'El-Rei, de tudo lhe desse tal relatório que o Xeque Ismael folgasse de o perguntar e ouvir; recontando-lhe as grandezas da pessoa d'El-Rei, e da Rainha, e seus serviços, casas reais, vestidos, riquezas de suas pessoas, fidalgos, damas, corte, cidades, vilas, rendas, armadas, conquistas d'África, amizades, casamentos com os Reis cristãos seus vizinhos; e de nossa fé e adoração somente o que ele perguntasse, e tudo em tal ordem, e com tanto aviso, que não caísse em erro de mentira, nem falar a coisa duas vezes; e a língua não falasse nada mais que o que ele falasse, e que se fosse possível, hora nenhuma se apartasse do embaixador, nem saísse da casa em que o aposentassem, e que a língua ou o seu moço em apartado que o não vissem; e escrevesse todas as lembranças que lhe bem parecesse do que visse e ouvisse. E que nunca pedisse seu despacho para importunação, e que desse esmola a quem lha pedisse, e que por coisa deste mundo lhe não viesse a tentação de mulher, nem ele, nem seu língua, nem criado: e com isto outras substâncias de muita prudência e aviso, como cumpria, por ser o primeiro português que fora ante o Xeque Ismael; e lhe deu dinheiro para seu gasto em abastança, com que foi seu caminho.

Gaspar Correia in «Lendas da Índia», 1526.

Islamofilia e Lusofobia

Em 2015 a Câmara Municipal de Lisboa, liderada pelo socialista ateu Fernando Medina, iniciou o projecto de construir uma mesquita no bairro da Mouraria. A obra, participada pela Câmara em 3 milhões de euros, irá ser construída no lugar de edifícios classificados. Moradores indignados protestaram, mas a Câmara já avançou com a desclassificação e com a expropriação dos edifícios.

Praça do Martim Moniz

Entretanto, surgiu um novo projecto que visa "requalificar" a Praça do Martim Moniz, igualmente no bairro da Mouraria. O projecto, a cargo da empresa Moon Brigade (Brigada da Lua), também já foi alvo da crítica dos moradores, e visa, entre outras coisas, "reabilitar" dois pequenos lagos já existentes na praça. Um dos lagos é em formato de Rub el Hizb, uma estrela de oito pontas que é usada no Alcorão para marcar o fim de cada capítulo e que também foi usada como bandeira de Marrocos dos séculos XIII a XVII. O outro lago é em formato de meia-lua, famoso símbolo islâmico. Vale a pena lembrar que Martim Moniz, que dá o nome à Praça, foi cavaleiro da corte de D. Afonso Henriques e herói mártir da reconquista de Lisboa.

Sheik Munir e Fernando Medina

Maquiavélico, não? Pois... parece que existe uma agenda oculta que visa promover o anti-Portugal dentro de Portugal.

Da proibição do véu islâmico

Portuguesa

Alguns direitistas (i.e. republicanos de direita) rejubilam quando em França a República proíbe o uso de véu islâmico. Julgam eles que essa é uma medida em prol da Civilização, da Europa e das Nações. Mas enganam-se. A República que proíbe o uso de véu islâmico é a mesma República que proíbe o uso de crucifixos. Pelo que tais restrições ao véu não são feitas em favor dos nossos bons costumes e tradições europeias. São medidas liberais feitas em prol do Laicismo e do Maçonismo, que visam neutralizar o "extremismo" para favorecer um "moderantismo" bastardo e aglutinador.
Lembrem-se os direitistas que o uso de véu ou lenço na cabeça, não é algo anti-europeu. Pelo contrário, se observarem como se vestiam os nossos antepassados, concluirão que as modas modernas é que são anti-europeias.

O falso Natal e a invasão da Europa


Texto lido na rede social Facebook:

"Saibam quantos este texto virem, que no ano da graça de dois mil e dezasseis é impossível comprar cartões de Natal alusivos ao verdadeiro significado da data: o nascimento de Cristo. Já ninguém os vende. Hoje só há cartões do Pai Natal, do barrete do Pai Natal, de árvores de Natal, de ursinhos, de sininhos, de prendinhas de Natal, de bonecos de neve, de bolas de Natal, etc. Do Natal mesmo é que não há nada. Duvido que subsista tipógrafo que mande imprimir uma Sagrada Família ou um Presépio. Criou-se uma geração ou duas de europeus na ideia de que a representação do Natal são bolas de neve com lacinhos. Ao mesmo tempo os terroristas islâmicos massacram-nos dentro das nossas fronteiras, sem que ninguém tope a relação entre os dois fenómenos." – Bruno Santos.

A República "Francesa" contra os bons costumes

Francesas na praia (início do século XX)

A República Francesa – como revolucionária e maçónica – rejeita a moral e os bons costumes dos seus antepassados católicos.
A República Francesa – como revolucionária e maçónica – tanto promove aquilo que o Islão tem de mau, como ataca aquilo que o Islão tem de bom, ou de potencialmente bom.
Perante isto, ninguém se pode admirar que grandes e graves castigos recaiam sobre a França.

Ao longo de milénios, na nossa Civilização católica e europeia, o pudor sempre foi visto como uma virtude a desejar e a manter. Porém, hoje querem nos fazer crer que o pudor é um vício de extremistas radicais, e que nada tem a ver com a nossa civilização e cultura.

Sermão da Primeira Cruzada


Povo dos Francos, povo de além Alpes, povo – como reluz em muitas de vossas acções – eleito e amado por Deus, distinguido entre todas as nações pela posição do vosso país, pela observância da fé católica e pela honra que presta à Santa Igreja, a vós se dirige o nosso discurso e a nossa exortação.
Queremos que vós saibais do lúgubre motivo que nos conduziu até às vossas terras; da necessidade – para vós e para todos os fiéis – de conhecerem o motivo que nos impeliu até aqui.
Desde Jerusalém e desde Constantinopla chegou até nós, mais de uma vez, uma dolorosa notícia: os turcos, povo muito diverso do nosso, povo de facto afastado de Deus, estirpe de coração inconstante e cujo espírito não foi fiel ao Senhor, invadiu as terras daqueles cristãos, as devastou com o ferro, a rapina e o fogo.
Levou parte dos habitantes como prisioneiros até ao seu país, outra parte matou com infames estragos, e as igrejas de Deus, ou as destruiu até aos fundamentos, ou as entregou ao culto da religião deles.
Derrubam os altares após profaná-los imundamente, circuncidam os cristãos e espalham o sangue da circuncisão sobre os altares ou jogam-no nas pias baptismais; e àqueles que querem condenar a uma morte vergonhosa, perfuram o umbigo, arrancam os genitais, os amarram a um pau e, chicoteando-os, levam-nos pelas ruas, para que com as vísceras de fora, acabem caindo mortos prostrados por terra.
Outros se servem deles como alvo de flechas após amarrá-los a um pelourinho; a outros, após obrigá-los a dobrar a cabeça, atacam-nos com espadas e tentam decapitá-los de um só golpe.
O que dizer da violência nefanda praticada com as mulheres, sobre a qual é pior falar do que calar?
O reino dos gregos já foi atingido tão gravemente por eles e tão perturbado na sua vida diária, que não pode ser atravessado sequer numa viagem de dois meses.
A quem, pois, cabe o ónus de vingá-lo e de reconquistá-lo se não a vós a quem Deus, mais de que aos outros povos, concedeu a insigne glória das armas, grandeza de alma, agilidade de corpo, força para humilhar a fundo aqueles que a vós resistem?
Que a gesta dos vossos antepassados vos mova, que excite as vossas almas a actos dignos dela, a probidade e a grandeza do vosso rei Carlos Magno e de Luís, seu filho, e de outros soberanos vossos que destruíram o reino dos pagãos e até eles estenderam os confins da Igreja.
Sobretudo que vos incite o Santo Sepulcro do Senhor, nosso Salvador, que está nas mãos de gentes imundas, e os lugares santos, que agora estão por eles vergonhosamente possuídos e irreverentemente profanados com a sua imundície.
Ó soldados fortíssimos, filhos de pais invictos, não vos mostreis decadentes, mas lembrai-vos da coragem dos vossos predecessores; e se vos segura o doce afecto dos filhos, dos pais e das consortes, atentai para o que diz o Senhor no Evangelho: "Quem ama o pai ou a mãe mais que a Mim, não é digno de Mim. Todo aquele que deixar seu pai ou sua mãe, ou a mulher ou os filhos ou as terras por amor de Meu Nome receberá o cêntuplo nesta terra e terá a vida eterna".
Não vos detenha o pensamento de alguma propriedade, nenhuma preocupação pelas coisas domésticas, pois esta terra que vós habitais, circundada por todo lado pelo mar ou pelas montanhas, ficou estreita para a vossa multidão, não é exuberante de riquezas e apenas fornece do que viver a quem a cultiva.
Por isso vós vos ofendeis e vos hostilizais reciprocamente, vós vos fazeis guerra e com frequência vos matais entre vós mesmos.
Cessem, pois os ódios intestinos, apaguem-se os contenciosos, aplaquem-se as guerras e sossegue toda a discórdia e inimizade.
Empreendei o caminho do Santo Sepulcro, arrancai aquela terra àquele povo celerado e submetei-la a vós: ela foi dada por Deus em propriedade aos filhos de Israel [=cristãos]; como diz a Escritura, nela correm rios de leite e de mel.
Jerusalém é o centro do mundo, terra feraz por cima de qualquer outra quase como um paraíso de delícias; o Redentor do género humano a tornou ilustre com a Sua vinda, a honrou com a Sua passagem, a consagrou com a Sua Paixão, a redimiu com a Sua morte, e a tornou insigne com a Sua sepultura.
Exactamente esta cidade real posta no centro do mundo, agora é tida em sujeição pelos próprios inimigos e pelos infiéis, feita serva do rito pagão.
Ela eleva a sua lamentação e deseja ser libertada, e não cessa de implorar que vós andeis no seu socorro.
De vós mais do que qualquer outro povo ela exige ajuda, pois vos tem sido concedida por Deus, por sobre todas as estirpes, a glória das armas.
Empreendei, pois, este caminho em remissão dos vossos pecados, certos da imarcescível glória do reino dos Céus.
Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: "Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles".
Se o Senhor Deus não tivesse inspirado os vossos pensamentos, a vossa voz não teria sido unânime; e ainda que tenha ressoado com timbres diversos, foi única, entretanto a sua origem: foi Deus que a suscitou, foi Deus que a inspirou em vossos corações.
Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que ele vem de Deus.
Quando fores ao ataque dos bélicos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: "Deus o quer! Deus o quer!"
Nós não convidamos a empreender este caminho aos velhos ou àqueles que não são aptos para portar armas, nem às mulheres; que as mulheres não partam sem os seus maridos, ou sem irmãos, ou sem representantes legítimos: todos estes são mais um impedimento do que uma ajuda, mais um peso do que uma vantagem.
Que os ricos sustentem os pobres e levem a seu custo homens prestes para combater.
Aos sacerdotes e clérigos de qualquer ordem não seja lícito partir sem licença do seu bispo, porque esta viagem lhes seria inútil sem esse assentimento; e nem sequer aos leigos seja permitido partir sem a bênção do seu sacerdote.
Todo aquele que queira cumprir esta santa peregrinação e que faça promessa a Deus e a Ele se tenha consagrado como vítima viva, santa e aceitável, leve sobre o seu peito o sinal da Cruz do Senhor.
Aquele que, após ter cumprido o seu voto, queira retornar, dê meia-volta.
Cumprirão assim o preceito que o Senhor dá no Evangelho: "Quem não carrega sua cruz e não vem detrás de Mim, não é digno de Mim".

Beato Papa Urbano II, 27 de Novembro de 1095.

As Cruzadas não foram agressivas, mas defensivas


O crítico das Cruzadas fala como se elas tivessem atacado uma tribo inofensiva ou um templo no interior do Tibete, que desconhecia antes de a invadir. Parecem esquecer que antes de os cruzados sonharem em ir a Jerusalém, os muçulmanos quase chegaram a Paris. Parecem esquecer que se os cruzados quase conquistaram a Palestina, isso apenas foi uma reacção aos muçulmanos que quase conquistaram a Europa.

G. K. Chesterton in «The New Jerusalem», 1920.

Taqiyya: o engano sagrado islâmico


Atenção: Não é verdade quando Bill Warner refere que os europeus sempre deram igualdade de tratamento a não-europeus. Essa igualdade entre diferentes é uma invenção recente maçónico-liberal, que nunca se verificou na nossa Civilização católica e europeia. Nos nossos Reinos católicos, os estrangeiros e os adeptos das falsas religiões, estavam sujeitos à autoridade e às leis públicas gerais. Por exemplo, um muçulmano, ou um judeu, que vivesse em Portugal, estava proibido de exercer o seu culto religioso de forma pública, mas não de forma privada. Portanto, não se tratava todos de forma igual. Trava-se o diferente como diferente, e o igual como igual. Fazia-se justiça.

Rios de Sangue


Enoch Powell, no seu discurso de 1968 Rivers of Blood, avisou para os perigos de uma política de portas abertas à imigração. E por isso foi apelidado de louco, extremista, racista, nazi. Mas eis agora os frutos da cegueira dos seus detractores:

A desvirilização do Ocidente e o avanço do Islão


A ideologia ocidental hegemónica executa esta desvirilização dos povos ocidentais, à qual não sucumbem os colonos alógenos chamados "imigrantes". A homofilia actual, como a vaga feminista da falsa emancipação da mulher, a rejeição ideológica da família numerosa em proveito do casal nuclear instável, a queda da natalidade, a valorização espectacular do Negro ou do Árabe, a apologia constante da mestiçagem, a recusa do valor guerreiro, o ódio a toda a estética de força e de poder, assim como a cobardia generalizada, são traços dessa desvirilização.
Confrontados com o Islão que preconiza todos os valores de virilidade conquistadora, os ocidentais encontram-se moralmente desarmados e complexados. Toda a concepção do mundo contemporâneo, quer venha do legislador, do ensino público, do episcopado ou da imprensa, dedica-se a culpabilizar a noção de virilidade, associada a uma "brutalidade fascista". A desvirilização seria um sinal de civilidade, de hábitos refinados, que é um discurso paradoxal por parte de uma sociedade que naufraga além disso no primitivismo e na violência.
A desvirilização, que é igualmente ligada ao individualismo narcisista e à perda do sentido comunitário, paralisa toda a reacção contra os meios dos colonizadores procedentes da imigração e do partido colaboracionista. Explica a fraqueza da repressão contra a delinquência imigrante, a ausência de solidariedade étnica dos povos face aos alógenos e o "medo" patológico que sentem perante eles.

Adaptado de Guillaume Faye in «Pourquoi nous combattons».

Socorro!


A Junta de Freguesia do Socorro, na Mouraria, tem cerca de 15 mil habitantes, 11 mil dos quais já são estrangeiros, revelou à Lusa o presidente da junta, Marcelino Figueiredo (PSD).
A população envelhecida da freguesia do Socorro, bairro histórico da capital, tem sido renovada com imigrantes estrangeiros «que diariamente solicitam os serviços da junta com o objectivo de regularizarem a sua situação em Portugal», afirmou o presidente.
Questionado sobre a evolução do número de estrangeiros que têm chegado à freguesia, o presidente da junta respondeu: «Não sei. O que sei é que todos os dias tenho mais processos de legalização para tratar».
«Ultimamente, a maior comunidade que tem chegado à freguesia é a do Bangladesh e as nacionalidades com maior expressão continuam a ser a chinesa, a indiana, a paquistanesa, e mais recentemente também, a ucraniana, macedónia, e de países africanos muçulmanos», revelou Marcelino Figueiredo.
O presidente da Junta salientou que «uns chamam os outros e são quase todos familiares e estabelecem-se como vendedores de brinquedos, produtos electrónicos e na restauração».
Nesta área existem dois centros comerciais ocupados na sua maioria por comerciantes asiáticos, com as tradicionais lojas chinesas até às lojas de electrónica.
Marcelino Figueiredo salientou ainda que «nesta altura, os católicos até já estão em minoria» e que «a comunidade muçulmana já abriu uma pequena mesquita na freguesia».