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Corneliu Zelea Codreanu


Sexta-feira, 3 de Junho
Continuação das notas do processo. Campanha de ódio.
Além de mim, creio que não existe na vida pública da Roménia um só homem que tivesse sido atacado tão encarniçadamente e com tanta má-fé pela imprensa e pelos clubes políticos dos "eleitos". Desde que fui detido, e durante a instrução do processo, houve apenas um objectivo: fabricar uma condenação e apresentá-la ao público. Em todo o passado político romeno não há exemplo de um homem sobre quem se tenha concentrado tanto ódio. Ninguém foi atacado como eu, ninguém foi impossibilitado de se defender, ou de ter alguém que o pudesse defender.

Corneliu Zelea Codreanu in «Diário do Cárcere», 1938.

Pela via da honra


Caminha somente pela via da honra. Luta e nunca sejas vil. Deixa aos outros as vias da infâmia. Antes que vencer por meio de uma infâmia, melhor cair lutando sobre o caminho da honra.

Corneliu Zelea Codreanu in «Guarda de Ferro».

Nem só de pão vive o Homem


Estes três patrimónios [físico, material e espiritual] têm uma importância capital e uma nação deve protegê-los aos três. Mas a importância maior deve ser atribuída ao património espiritual, porque apenas ele transporta o selo da eternidade, porque apenas ele subsiste através dos séculos.
O que sabemos dos gregos antigos não é o resultado da sua condição física, por bela que fosse – disso apenas restam as cinzas – nem mesmo da sua fabulosa riqueza – mesmo supondo que ela tivesse podido perdurar – mas unicamente da sua cultura.
Uma nação vive para a eternidade pelos conceitos que escolheu, pela sua honra e pela sua cultura. É a razão pela qual os chefes de Estado não devem julgar e trabalhar tendo apenas em conta os interesses físicos ou materiais da nação, mas considerando a linha histórica, a honra do país e os seus interesses exteriores.
Em consequência disso o que se exige não é "pão a todo o custo" mas "honra a todo o custo".

Corneliu Zelea Codreanu in «Guarda de Ferro».

O significado dos governos democráticos


Estes politiqueiros, com as suas famílias e os seus agentes, têm necessidade de dinheiro: dinheiro para as diversões, para manter a clientela política, para os votos e para comprar consciências humanas. A seguir as suas hordas correrão e despojarão o País. É isto o significado, em última análise, do seu governo e da sua obra. Esgotarão o orçamento do Estado e dos Municípios; agarrar-se-ão como carrapatos aos conselhos de administração de todas as empresas, das quais receberão percentagens de dezenas de milhões sem fazerem trabalho algum, subtraindo-o do suor e do sangue dos trabalhadores esgotados.
Estarão enquadrados nos conselhos dos banqueiros eleitos, dos quais receberão mais milhões e dezenas de milhões como preço da estirpe que venderam.
Criarão negócios escandalosos que assombrarão o mundo; a corrupção estender-se-á à vida pública do País como uma praga, desde o mais ínfimo criado até aos ministros. Vender-se-ão a qualquer um...

Corneliu Zelea Codreanu in «Guarda de Ferro».